O empresário João Henrique Pinheiro, que ganhou notoriedade ao declarar o maior patrimônio do país nas eleições municipais de 2024, foi extraditado para a Bolívia nesta quinta-feira (9), após permanecer quase um ano preso em Madri, na Espanha.
Pinheiro havia sido detido em maio de 2025, ao desembarcar na capital espanhola, após ter seu nome incluído na lista de procurados da Interpol a pedido das autoridades bolivianas. Ele é investigado por um suposto crime de estelionato relacionado a um contrato firmado em 2019 para a implantação de uma refinaria de açúcar na província de Tarija.
Após a extradição, o empresário foi levado para a cidade de Tarija e, posteriormente, transferido para Bermejo, onde participou de audiência judicial ainda na quinta-feira. A Justiça local determinou sua prisão preventiva, e ele permanecerá detido enquanto aguarda julgamento.
O caso envolve o projeto do Complexo Industrial da Cana-de-Açúcar (Cicasa), anunciado como uma iniciativa para impulsionar a economia regional. No entanto, produtores rurais acusam o empresário de ter apresentado estruturas e equipamentos que não lhe pertenciam, o que teria resultado em um prejuízo estimado inicialmente em cerca de US$ 1 milhão, podendo ser maior. Aproximadamente 400 famílias teriam sido afetadas.

A defesa de Pinheiro sustenta que o empreendimento não foi concluído por entraves legais e afirma que o caso chegou a ser arquivado pelo Ministério Público boliviano em 2022, sendo reaberto no ano seguinte sem nova notificação ao empresário.
Durante o período em que esteve preso na Espanha, a defesa tentou sua extradição para o Brasil, onde ele também responde por condenação por estelionato. Apesar de decisão favorável da Justiça brasileira, o pedido da Bolívia foi priorizado pelas autoridades espanholas por ter sido protocolado anteriormente.
João Pinheiro também ficou conhecido ao disputar a prefeitura de Marília em 2024 pelo PRTB, quando declarou patrimônio superior a R$ 2,8 bilhões, chamando atenção durante a campanha pelo uso de carros de luxo em eventos eleitorais.
O caso segue agora sob responsabilidade da Justiça boliviana, onde o empresário deverá responder às acusações.

Pinheiro havia sido detido em maio de 2025, ao desembarcar na capital espanhola, após ter seu nome incluído na lista de procurados da Interpol a pedido das autoridades bolivianas. Ele é investigado por um suposto crime de estelionato relacionado a um contrato firmado em 2019 para a implantação de uma refinaria de açúcar na província de Tarija.
Após a extradição, o empresário foi levado para a cidade de Tarija e, posteriormente, transferido para Bermejo, onde participou de audiência judicial ainda na quinta-feira. A Justiça local determinou sua prisão preventiva, e ele permanecerá detido enquanto aguarda julgamento.
O caso envolve o projeto do Complexo Industrial da Cana-de-Açúcar (Cicasa), anunciado como uma iniciativa para impulsionar a economia regional. No entanto, produtores rurais acusam o empresário de ter apresentado estruturas e equipamentos que não lhe pertenciam, o que teria resultado em um prejuízo estimado inicialmente em cerca de US$ 1 milhão, podendo ser maior. Aproximadamente 400 famílias teriam sido afetadas.

A defesa de Pinheiro sustenta que o empreendimento não foi concluído por entraves legais e afirma que o caso chegou a ser arquivado pelo Ministério Público boliviano em 2022, sendo reaberto no ano seguinte sem nova notificação ao empresário.
Durante o período em que esteve preso na Espanha, a defesa tentou sua extradição para o Brasil, onde ele também responde por condenação por estelionato. Apesar de decisão favorável da Justiça brasileira, o pedido da Bolívia foi priorizado pelas autoridades espanholas por ter sido protocolado anteriormente.
João Pinheiro também ficou conhecido ao disputar a prefeitura de Marília em 2024 pelo PRTB, quando declarou patrimônio superior a R$ 2,8 bilhões, chamando atenção durante a campanha pelo uso de carros de luxo em eventos eleitorais.
O caso segue agora sob responsabilidade da Justiça boliviana, onde o empresário deverá responder às acusações.






