Um entregador de 33 anos foi preso em flagrante na madrugada desta segunda-feira, 6, em Ourinhos, acusado de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. A prisão foi realizada por equipes da Guarda Civil Municipal (GCM) após uma denúncia anônima informando que um homem armado estava em frente a uma adega na Rua Professor Cândido Barbosa Filho.
De acordo com o boletim de ocorrência, uma pessoa que preferiu não se identificar abordou os guardas municipais durante patrulhamento e informou que um homem, vestindo blusa preta com capuz e calça jeans clara, estaria armado em frente à Adega da Andreia.
Os agentes seguiram até o endereço indicado e localizaram um indivíduo com as mesmas características. Durante a aproximação da viatura, os guardas perceberam que ele carregava um objeto na cintura e deram voz de abordagem. No entanto, o suspeito fugiu correndo pelas ruas do bairro, dando início a uma perseguição.
Durante o acompanhamento, os guardas observaram que o homem mantinha as mãos na cintura e, ao passar pela Rua Olavo Ferreira de Sá, retirou um objeto prateado da cintura e o arremessou para o quintal de uma residência.
O suspeito foi alcançado e detido na Rua Antônio Soares da Silva, sendo identificado como Bruno M. V., de 33 anos.
Após a abordagem, a equipe retornou ao imóvel onde o objeto havia sido lançado. Com autorização da moradora, os guardas entraram no quintal e localizaram um revólver calibre .32, da marca Smith & Wesson, niquelado, municiado com cinco cartuchos intactos.
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Questionado, o homem confessou ser o proprietário da arma. Segundo seu relato aos policiais, ele mantinha o revólver para sua segurança pessoal, alegando possuir diversos desafetos no bairro CDHU. Também informou que adquiriu a arma na cidade de Jacarezinho (PR), mas não revelou detalhes sobre a negociação.
O entregador recebeu voz de prisão e foi conduzido ao Plantão Policial de Ourinhos, onde a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.
Foi arbitrada fiança no valor de um salário mínimo, considerando a condição socioeconômica do acusado. Como o valor não foi pago, ele permaneceu preso em uma cela da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos, onde ficará à disposição da Justiça para audiência de custódia.
Segundo a polícia, o acusado não possuía qualquer documentação ou autorização legal para portar a arma de fogo. O revólver e as cinco munições foram apreendidos. O pai do preso compareceu ao plantão policial e foi comunicado oficialmente sobre a prisão.

De acordo com o boletim de ocorrência, uma pessoa que preferiu não se identificar abordou os guardas municipais durante patrulhamento e informou que um homem, vestindo blusa preta com capuz e calça jeans clara, estaria armado em frente à Adega da Andreia.
Os agentes seguiram até o endereço indicado e localizaram um indivíduo com as mesmas características. Durante a aproximação da viatura, os guardas perceberam que ele carregava um objeto na cintura e deram voz de abordagem. No entanto, o suspeito fugiu correndo pelas ruas do bairro, dando início a uma perseguição.
Durante o acompanhamento, os guardas observaram que o homem mantinha as mãos na cintura e, ao passar pela Rua Olavo Ferreira de Sá, retirou um objeto prateado da cintura e o arremessou para o quintal de uma residência.
O suspeito foi alcançado e detido na Rua Antônio Soares da Silva, sendo identificado como Bruno M. V., de 33 anos.
Após a abordagem, a equipe retornou ao imóvel onde o objeto havia sido lançado. Com autorização da moradora, os guardas entraram no quintal e localizaram um revólver calibre .32, da marca Smith & Wesson, niquelado, municiado com cinco cartuchos intactos.
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Questionado, o homem confessou ser o proprietário da arma. Segundo seu relato aos policiais, ele mantinha o revólver para sua segurança pessoal, alegando possuir diversos desafetos no bairro CDHU. Também informou que adquiriu a arma na cidade de Jacarezinho (PR), mas não revelou detalhes sobre a negociação.
O entregador recebeu voz de prisão e foi conduzido ao Plantão Policial de Ourinhos, onde a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.
Foi arbitrada fiança no valor de um salário mínimo, considerando a condição socioeconômica do acusado. Como o valor não foi pago, ele permaneceu preso em uma cela da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos, onde ficará à disposição da Justiça para audiência de custódia.
Segundo a polícia, o acusado não possuía qualquer documentação ou autorização legal para portar a arma de fogo. O revólver e as cinco munições foram apreendidos. O pai do preso compareceu ao plantão policial e foi comunicado oficialmente sobre a prisão.

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