A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou nesta segunda-feira (1º) a sexta morte por febre amarela registrada no estado em 2026. A vítima é um homem de 54 anos, morador de Lençóis Paulista, que não possuía histórico de vacinação contra a doença.
Com a confirmação do caso, o estado contabiliza dez registros de febre amarela em humanos neste ano. De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, nenhuma das pessoas que morreram em decorrência da doença estava imunizada.
Segundo os dados divulgados pelo governo paulista, os seis óbitos registrados até o momento ocorreram entre homens com idades entre 38 e 64 anos.
Em nota, a Prefeitura de Lençóis Paulista informou que recebeu a confirmação oficial do caso na tarde desta segunda-feira e que a ocorrência está sendo apurada pelas autoridades de saúde. O município também informou que uma equipe da Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN) realizará uma avaliação técnica na cidade nesta terça-feira (2).
Casos confirmados em humanos
Até o momento, os dez casos de febre amarela registrados em pessoas no estado estão distribuídos da seguinte forma:
Com a confirmação do caso, o estado contabiliza dez registros de febre amarela em humanos neste ano. De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, nenhuma das pessoas que morreram em decorrência da doença estava imunizada.
Segundo os dados divulgados pelo governo paulista, os seis óbitos registrados até o momento ocorreram entre homens com idades entre 38 e 64 anos.
Em nota, a Prefeitura de Lençóis Paulista informou que recebeu a confirmação oficial do caso na tarde desta segunda-feira e que a ocorrência está sendo apurada pelas autoridades de saúde. O município também informou que uma equipe da Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN) realizará uma avaliação técnica na cidade nesta terça-feira (2).
Casos confirmados em humanos
Até o momento, os dez casos de febre amarela registrados em pessoas no estado estão distribuídos da seguinte forma:
- Lagoinha: 5 casos;
- Cruzeiro: 2 casos;
- Araçariguama: 1 caso;
- Cunha: 1 caso;
- Lençóis Paulista: 1 caso.
Mortes registradas
Os seis óbitos confirmados em 2026 ocorreram nos seguintes municípios:
Os seis óbitos confirmados em 2026 ocorreram nos seguintes municípios:
- Lagoinha: 4 mortes;
- Cunha: 1 morte;
- Lençóis Paulista: 1 morte.
Primeiro caso em primata foi confirmado em Santo André
A Secretaria Estadual da Saúde também confirmou recentemente o primeiro caso de febre amarela em primata não humano registrado neste ano. O caso foi identificado em Santo André, na região do Grande ABC.
Segundo a pasta, a presença do vírus em macacos indica circulação viral em áreas de mata, parques, unidades de conservação e regiões próximas a corredores ecológicos, servindo como um importante alerta para as autoridades sanitárias.
Especialistas reforçam que os macacos não transmitem a febre amarela aos seres humanos. Os primatas são considerados vítimas da doença e funcionam como sentinelas naturais, ajudando a identificar a circulação do vírus em determinada região.
Como ocorre a transmissão
A febre amarela é transmitida exclusivamente pela picada de mosquitos infectados.
No ciclo silvestre, os principais transmissores são mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, comuns em áreas de mata.
Já no ciclo urbano, a transmissão pode ocorrer pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo responsável pela dengue, zika e chikungunya. No entanto, o Brasil não registra casos de febre amarela urbana desde 1942.
A doença não é contagiosa e não é transmitida de pessoa para pessoa.
Sintomas da doença
Os principais sintomas da febre amarela incluem:
A Secretaria Estadual da Saúde também confirmou recentemente o primeiro caso de febre amarela em primata não humano registrado neste ano. O caso foi identificado em Santo André, na região do Grande ABC.
Segundo a pasta, a presença do vírus em macacos indica circulação viral em áreas de mata, parques, unidades de conservação e regiões próximas a corredores ecológicos, servindo como um importante alerta para as autoridades sanitárias.
Especialistas reforçam que os macacos não transmitem a febre amarela aos seres humanos. Os primatas são considerados vítimas da doença e funcionam como sentinelas naturais, ajudando a identificar a circulação do vírus em determinada região.
Como ocorre a transmissão
A febre amarela é transmitida exclusivamente pela picada de mosquitos infectados.
No ciclo silvestre, os principais transmissores são mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, comuns em áreas de mata.
Já no ciclo urbano, a transmissão pode ocorrer pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo responsável pela dengue, zika e chikungunya. No entanto, o Brasil não registra casos de febre amarela urbana desde 1942.
A doença não é contagiosa e não é transmitida de pessoa para pessoa.
Sintomas da doença
Os principais sintomas da febre amarela incluem:
- Febre de início súbito;
- Calafrios;
- Dor de cabeça intensa;
- Dores musculares e nas costas;
- Náuseas e vômitos;
- Fadiga;
- Fraqueza.
Em casos graves, a doença pode evoluir para complicações hepáticas e hemorrágicas, podendo levar à morte.
Vacinação é a principal forma de prevenção
A Secretaria Estadual da Saúde reforça que a vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenção contra a febre amarela e orienta que pessoas ainda não imunizadas procurem uma unidade básica de saúde.
O esquema vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde prevê:
Vacinação é a principal forma de prevenção
A Secretaria Estadual da Saúde reforça que a vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenção contra a febre amarela e orienta que pessoas ainda não imunizadas procurem uma unidade básica de saúde.
O esquema vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde prevê:
- Crianças: uma dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos;
- Crianças que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos: devem receber reforço;
- Pessoas entre 5 e 59 anos não vacinadas: dose única;
- Pessoas que receberam dose fracionada em 2018: devem verificar a necessidade de atualização da caderneta de vacinação.
As autoridades de saúde seguem monitorando a situação epidemiológica e reforçando ações de vigilância em municípios considerados áreas de risco para a circulação do vírus.
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