O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (24) a ampliação dos métodos permitidos para a execução de presos federais condenados à pena de morte. A medida inclui a autorização para uso de pelotão de fuzilamento, além da retomada da injeção letal e a possibilidade de aplicação de métodos como asfixia por gás e eletrocussão.
O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que afirmou estar cumprindo uma diretriz do presidente Donald Trump para ampliar e agilizar a aplicação da pena capital no país.
Segundo o comunicado, a decisão funciona como uma orientação geral, já que a aplicação da pena de morte nos EUA é descentralizada e depende da legislação de cada estado. Atualmente, estados como Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah já permitem execuções por fuzilamento.
A injeção letal, método mais comum no país, havia sido parcialmente suspensa durante o governo do ex-presidente Joe Biden, após estudos apontarem possíveis casos de dor e sofrimento excessivo. O atual Departamento de Justiça, no entanto, classificou essa avaliação como “falha” e defendeu a retomada do procedimento.
Além disso, o relatório determina a inclusão de métodos alternativos previstos em legislações estaduais, como a asfixia por gás nitrogênio e o uso de choque elétrico. A justificativa é garantir que execuções possam ser realizadas mesmo diante da falta de medicamentos utilizados em injeções letais.
A medida também está alinhada a promessas de campanha de Trump, que defende o endurecimento das punições para crimes considerados mais graves. Durante seu primeiro mandato, entre 2017 e 2021, foram retomadas execuções federais após cerca de duas décadas, com 13 condenados executados.
Casos recentes evidenciam a diversidade de métodos utilizados no país. Em 2024, o estado do Alabama realizou a primeira execução por asfixia com gás, procedimento que gerou críticas de organismos internacionais. Já em 2025, um condenado foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul, em meio à escassez de substâncias para injeções letais.
A nova diretriz reforça o debate sobre a pena de morte nos Estados Unidos, que permanece sendo aplicada de forma distinta entre os estados e sob diferentes protocolos legais.
Segundo o comunicado, a decisão funciona como uma orientação geral, já que a aplicação da pena de morte nos EUA é descentralizada e depende da legislação de cada estado. Atualmente, estados como Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah já permitem execuções por fuzilamento.
A injeção letal, método mais comum no país, havia sido parcialmente suspensa durante o governo do ex-presidente Joe Biden, após estudos apontarem possíveis casos de dor e sofrimento excessivo. O atual Departamento de Justiça, no entanto, classificou essa avaliação como “falha” e defendeu a retomada do procedimento.
Além disso, o relatório determina a inclusão de métodos alternativos previstos em legislações estaduais, como a asfixia por gás nitrogênio e o uso de choque elétrico. A justificativa é garantir que execuções possam ser realizadas mesmo diante da falta de medicamentos utilizados em injeções letais.
A medida também está alinhada a promessas de campanha de Trump, que defende o endurecimento das punições para crimes considerados mais graves. Durante seu primeiro mandato, entre 2017 e 2021, foram retomadas execuções federais após cerca de duas décadas, com 13 condenados executados.
Casos recentes evidenciam a diversidade de métodos utilizados no país. Em 2024, o estado do Alabama realizou a primeira execução por asfixia com gás, procedimento que gerou críticas de organismos internacionais. Já em 2025, um condenado foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul, em meio à escassez de substâncias para injeções letais.
A nova diretriz reforça o debate sobre a pena de morte nos Estados Unidos, que permanece sendo aplicada de forma distinta entre os estados e sob diferentes protocolos legais.





