Uma ex-gerente de banco e o marido foram presos preventivamente nesta quinta-feira (9), em Pederneiras, suspeitos de envolvimento em um esquema de desvio de aproximadamente R$ 2 milhões de uma agência do Bradesco, localizada em Bariri.
De acordo com a Polícia Civil, a mulher, identificada como Caroline Miras Teixeira, atuava como gerente de contas e é apontada como a principal responsável pelo esquema. Já o marido, cuja identidade não foi divulgada, teria participado da movimentação e ocultação dos valores desviados, configurando o crime de lavagem de dinheiro.
As investigações apontam que a ex-funcionária realizava saques indevidos diretamente das contas de clientes, além de contratar empréstimos sem autorização em nome de terceiros. O esquema começou a ser descoberto em junho do ano passado, quando clientes passaram a identificar movimentações suspeitas em seus extratos bancários. Ao todo, foram registrados 12 boletins de ocorrência.
Diante das fraudes, o banco ressarciu os clientes prejudicados e assumiu o prejuízo financeiro. Inicialmente estimado em R$ 3 milhões, o valor foi revisado durante o inquérito e fixado em cerca de R$ 2 milhões.
Com o avanço das investigações, a Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Eles deverão responder por estelionato qualificado, em razão do abuso de confiança no exercício da função, além de lavagem de dinheiro e associação criminosa.
O caso segue sob segredo de Justiça, e os dois permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher, identificada como Caroline Miras Teixeira, atuava como gerente de contas e é apontada como a principal responsável pelo esquema. Já o marido, cuja identidade não foi divulgada, teria participado da movimentação e ocultação dos valores desviados, configurando o crime de lavagem de dinheiro.
As investigações apontam que a ex-funcionária realizava saques indevidos diretamente das contas de clientes, além de contratar empréstimos sem autorização em nome de terceiros. O esquema começou a ser descoberto em junho do ano passado, quando clientes passaram a identificar movimentações suspeitas em seus extratos bancários. Ao todo, foram registrados 12 boletins de ocorrência.
Diante das fraudes, o banco ressarciu os clientes prejudicados e assumiu o prejuízo financeiro. Inicialmente estimado em R$ 3 milhões, o valor foi revisado durante o inquérito e fixado em cerca de R$ 2 milhões.
Com o avanço das investigações, a Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Eles deverão responder por estelionato qualificado, em razão do abuso de confiança no exercício da função, além de lavagem de dinheiro e associação criminosa.
O caso segue sob segredo de Justiça, e os dois permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.






