O ex-vereador de Santo André, Thiago Rocha de Paula (PSD), foi preso temporariamente nesta segunda-feira (27) durante uma operação da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Mogi das Cruzes. Ele é apontado pelas investigações como o principal articulador político de um esquema ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) para infiltrar interesses da facção em prefeituras da Grande São Paulo, litoral e até no governo estadual.
Além dele, outras três pessoas também foram detidas, e a operação cumpriu 22 mandados de busca e apreensão em diversas cidades, incluindo São Paulo, Guarulhos, Santo André, Campinas, Ribeirão Preto, Santos, Goiânia, Brasília e Londrina. A Justiça ainda determinou o bloqueio de R$ 513,6 milhões em bens e ativos dos investigados.
De acordo com a decisão judicial, Thiago era considerado peça-chave na articulação entre o grupo criminoso e o poder público. Embora não atuasse diretamente no tráfico de drogas ou na movimentação financeira principal, ele seria responsável por estabelecer contatos políticos, abrir portas em administrações municipais e viabilizar a entrada de interesses do grupo em estruturas governamentais.
As investigações indicam que o PCC apoiava e, em alguns casos, financiava campanhas eleitorais de candidatos que poderiam favorecer a organização dentro da administração pública. Um dos principais objetivos do esquema seria inserir uma fintech, criada por integrantes da facção, em prefeituras para operar serviços como emissão de boletos e gestão de receitas municipais, prática que poderia ser utilizada para lavagem de dinheiro.
Relatórios apontam que Thiago manteve contatos e articulações em cidades como Santo André, Santos, Campinas e Ribeirão Preto, além de tentar expandir a influência para o governo estadual. Em alguns casos, ele teria discutido propostas e projetos com agentes públicos e interlocutores políticos, buscando viabilizar a atuação da empresa ligada ao grupo criminoso.
A operação, denominada “Contaminatio”, é um desdobramento da “Operação Decurio”, deflagrada em agosto de 2024, que já havia identificado um esquema estruturado de lavagem de dinheiro e infiltração política ligado ao PCC.
Em nota, o PSD informou que Thiago Rocha de Paula está afastado das atividades partidárias e não disputou as últimas eleições. Já a Câmara Municipal de Santo André declarou que ele exerceu mandato por apenas 20 dias, em 2022, como suplente, sem participação em processos administrativos ou decisões relevantes.
A defesa do investigado não havia sido localizada até a última atualização. Segundo a polícia, nenhum dos alvos da operação possui mandato eletivo atualmente. Thiago permanece à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem.
Além dele, outras três pessoas também foram detidas, e a operação cumpriu 22 mandados de busca e apreensão em diversas cidades, incluindo São Paulo, Guarulhos, Santo André, Campinas, Ribeirão Preto, Santos, Goiânia, Brasília e Londrina. A Justiça ainda determinou o bloqueio de R$ 513,6 milhões em bens e ativos dos investigados.
De acordo com a decisão judicial, Thiago era considerado peça-chave na articulação entre o grupo criminoso e o poder público. Embora não atuasse diretamente no tráfico de drogas ou na movimentação financeira principal, ele seria responsável por estabelecer contatos políticos, abrir portas em administrações municipais e viabilizar a entrada de interesses do grupo em estruturas governamentais.
As investigações indicam que o PCC apoiava e, em alguns casos, financiava campanhas eleitorais de candidatos que poderiam favorecer a organização dentro da administração pública. Um dos principais objetivos do esquema seria inserir uma fintech, criada por integrantes da facção, em prefeituras para operar serviços como emissão de boletos e gestão de receitas municipais, prática que poderia ser utilizada para lavagem de dinheiro.
Relatórios apontam que Thiago manteve contatos e articulações em cidades como Santo André, Santos, Campinas e Ribeirão Preto, além de tentar expandir a influência para o governo estadual. Em alguns casos, ele teria discutido propostas e projetos com agentes públicos e interlocutores políticos, buscando viabilizar a atuação da empresa ligada ao grupo criminoso.
A operação, denominada “Contaminatio”, é um desdobramento da “Operação Decurio”, deflagrada em agosto de 2024, que já havia identificado um esquema estruturado de lavagem de dinheiro e infiltração política ligado ao PCC.
Em nota, o PSD informou que Thiago Rocha de Paula está afastado das atividades partidárias e não disputou as últimas eleições. Já a Câmara Municipal de Santo André declarou que ele exerceu mandato por apenas 20 dias, em 2022, como suplente, sem participação em processos administrativos ou decisões relevantes.
A defesa do investigado não havia sido localizada até a última atualização. Segundo a polícia, nenhum dos alvos da operação possui mandato eletivo atualmente. Thiago permanece à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem.





