Um jovem de 20 anos foi morto, na noite da última segunda-feira, 25, na Zona Sul de São Paulo, por um falso entregador de comidas, que efetuou quatro disparos contra Renan Silva Loureiro, que estava com a sua namorada e tentou reagir ao roubo de celulares. (um vídeo mostra exatamente como foi ação do bandido, que fugiu – confira abaixo)
O crime ocorreu = por volta das 22h, na rua Freire Farto, no Jabaquara. A Polícia Civil analisa esse vídeo e outro para tentar identificar e prender o criminoso. A investigação também procura mais imagens de câmeras da região.
O caso foi registrado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte, no 16º Distrito Policial (DP), Vila Clementino. O Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) abriu o inquérito dele, mas a investigação será feita pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Renan não resistiu aos ferimentos e morreu na rua onde foi baleado.
O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), afirmou nesta terça-feira, 26, que vai convocar representantes de aplicativos de entrega, como iFood e Rappi, para debater crimes cometidos por falsos entregadores na região metropolitana da capital.
O governador disse ainda que vai anunciar, no dia 4 de maio, estratégias para "justamente prender bandido que se disfarça de operador de aplicativo".
As declarações foram feitas após a morte de Renan por um falso entregador.
O aumento nos crimes cometidos por falsos entregadores fez com que a Associação de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel-SP) procurasse a Secretaria Estadual de Segurança Pública em março para relatar o uso indevido das mochilas de aplicativo por criminosos disfarçados.
A associação também pediu que o iFood providencie uma forma de identificação nas mochilas térmicas que os entregadores carregam nas costas.
O número de roubos, furtos e homicídios cresceu no estado de São Paulo no mês de março, em comparação com o mesmo período de 2021, segundo os dados mensais da Secretaria da Segurança Pública (SSP).
Em nota, o iFood disse que "está sempre à disposição para colaborar com as autoridades de segurança pública" e que "mantém um time dedicado à investigação e prevenção a fraudes, visando minimizar e combater de forma preventiva qualquer tipo de golpe e demais prática de atividades ilícitas"
Já a empresa Rappi disse que "condena os criminosos que se passam por entregadores para cometer delitos" e que já se reuniu com a Secretaria Estadual de Segurança Pública para cooperar na busca por soluções desse grave problema de segurança pública".
As informações são do g1.





