Família informa que Angélica Almeida andou em direção ao “Beira Rio”, no Jardim Anchieta, às margens do Rio Pardo

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As forças de segurança de Ourinhos intensificaram nesta segunda-feira, 20, as buscas por Angélica Cecília de Almeida Santos, de 30 anos, desaparecida desde a tarde de sexta-feira, 17. Segundo familiares, imagens de câmeras de segurança mostram que Angélica teria caminhado da Rua Ângelo Sedassari, nº 229, onde mora, no bairro Vila Boa Esperança, até o local conhecido como campo “Beira Rio”, no Jardim Anchieta, às margens do Rio Pardo.

Durante todo o dia, cães farejadores percorreram o trajeto indicado nas imagens, e o Corpo de Bombeiros deve iniciar, na manhã desta terça-feira, buscas nas margens do rio, em um novo esforço para tentar localizar a mulher.

A operação, que conta com a participação do BAEP (Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar), da Guarda Civil Municipal, do Canil Gaiola Aberta e de voluntários, mobiliza familiares, vizinhos e amigos desde o fim de semana.

O desaparecimento de Angélica ganhou grande repercussão em Ourinhos e na região. O boletim de ocorrência registra três versões diferentes apresentadas pelo companheiro dela, Thiago dos Santos, com quem vive há 16 anos e tem um filho de 14 anos.

Na primeira versão, registrada na manhã de sábado (18), Thiago afirmou que saiu do trabalho e foi a um bar, enquanto Angélica teria ido para casa e saído novamente por volta das 20h, sem dizer para onde.

Na segunda versão, apresentada horas depois, ele alterou o horário de chegada em casa (2h da manhã), disse ter obtido uma filmagem que mostrava Angélica caminhando na rua às 23h22, e acrescentou que ela havia pesquisado sobre “leilão de casa” na internet.

Na terceira versão, registrada no domingo (19), o empregador do casal, Ronisson Baccon, relatou que Angélica vinha apresentando um comportamento mais reservado nos últimos dias, embora não demonstrasse problemas financeiros ou profissionais.

Conforme o relato da família, Angélica saiu sem documentos, roupas ou objetos pessoais, e o celular ainda não foi encontrado, mas acredita-se que esteja com ela. Já nesta segunda-feira, 20, a família encontrou o celular na casa dela, portanto ela não levou o celular. 

As autoridades reforçam que qualquer informação que possa ajudar nas buscas deve ser comunicada imediatamente à Polícia Civil ou à Guarda Civil Municipal de Ourinhos.

As investigações seguem em andamento, e as equipes permanecem mobilizadas para localizar Angélica.