Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) foram eleitos neste domingo (4) para as duas vagas do Paraná no Senado Federal. Com mais de 91% das urnas apuradas, Barros tinha mais de 27,3% dos votos, enquanto Dallagnol aparecia com 25,3%, garantindo as duas cadeiras em disputa. A imprensa paranaense já projetava a eleição dos dois candidatos.
Filipe Barros chega ao Senado após exercer dois mandatos como deputado federal pelo Paraná. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, ele também foi vereador de Londrina. Esta foi sua primeira disputa por uma cadeira no Senado.
Deltan Dallagnol, ex-procurador da República que ganhou projeção nacional por sua atuação na Operação Lava Jato, também conquistou uma das duas vagas. Ele havia sido o deputado federal mais votado do Paraná em 2022, mas teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023.
A eleição de Dallagnol ocorreu após uma reviravolta jurídica às vésperas da votação. No sábado (3), uma decisão havia indeferido sua candidatura, mas neste domingo uma nova decisão do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, permitiu a contabilização de seus votos. A situação jurídica ainda pode ter novos desdobramentos na Justiça Eleitoral.
Também disputaram as vagas Alexandre Curi (Republicanos), Cristina Graeml (PSD), Dr. Rosinha (PT), Gleisi Hoffmann (PT), Joaquim do MLB (UP), Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO).
Os dois eleitos terão mandatos de oito anos, de 2027 a 2035. Nesta eleição, dois terços das cadeiras do Senado estão sendo renovados, o que fez com que cada estado elegesse dois representantes.
Filipe Barros chega ao Senado após exercer dois mandatos como deputado federal pelo Paraná. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, ele também foi vereador de Londrina. Esta foi sua primeira disputa por uma cadeira no Senado.
Deltan Dallagnol, ex-procurador da República que ganhou projeção nacional por sua atuação na Operação Lava Jato, também conquistou uma das duas vagas. Ele havia sido o deputado federal mais votado do Paraná em 2022, mas teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023.
A eleição de Dallagnol ocorreu após uma reviravolta jurídica às vésperas da votação. No sábado (3), uma decisão havia indeferido sua candidatura, mas neste domingo uma nova decisão do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, permitiu a contabilização de seus votos. A situação jurídica ainda pode ter novos desdobramentos na Justiça Eleitoral.
Também disputaram as vagas Alexandre Curi (Republicanos), Cristina Graeml (PSD), Dr. Rosinha (PT), Gleisi Hoffmann (PT), Joaquim do MLB (UP), Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO).
Os dois eleitos terão mandatos de oito anos, de 2027 a 2035. Nesta eleição, dois terços das cadeiras do Senado estão sendo renovados, o que fez com que cada estado elegesse dois representantes.
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