O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo, 7, que só abriria mão de sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026 caso o ex-presidente Jair Bolsonaro estivesse “livre” e apto a disputar as eleições. A declaração foi dada em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Record TV.
Segundo o senador, sua candidatura não é provisória e reflete, segundo ele, uma demanda dos eleitores bolsonaristas. “Meu preço é justiça. E não é só justiça comigo; é justiça com quase 60 milhões de brasileiros que foram sequestrados e estão, neste momento, em um cativeiro junto com o presidente Jair Messias Bolsonaro. Minha pré-candidatura é muito consciente, não é balão de ensaio”, declarou.
Flávio reforçou que a única condição para retirar seu nome da disputa seria ver o pai novamente elegível e em liberdade. Jair Bolsonaro cumpre pena superior a 27 anos de prisão após condenação por liderar uma tentativa de golpe de Estado. “A única forma disso acontecer é se Bolsonaro estiver livre, nas urnas, caminhando com seus netos pelas ruas de todo o Brasil. Esse é o meu preço”, afirmou.
Mais cedo, o senador já havia sinalizado que sua desistência teria um “preço” e que a anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 estaria entre os pontos discutidos em eventuais negociações. “Tem uma possibilidade de eu não ir até o fim e eu tenho preço para isso. Eu vou negociar”, disse.
Ao comentar o papel de Tarcísio de Freitas (Republicanos), Flávio Bolsonaro elogiou o governador paulista, afirmando que ele é peça-chave para o cenário eleitoral de 2026. “São Paulo é o maior colégio eleitoral do Brasil, uma potência econômica. E o Tarcísio é um craque, o camisa 10 desse time”, afirmou. Tarcísio é cotado como possível nome competitivo para a disputa presidencial, embora também mire a reeleição no estado.
Nesta segunda-feira, 8, Flávio Bolsonaro deve se reunir com lideranças da oposição, incluindo os presidentes do PL, Valdemar Costa Neto; do União Brasil, Antonio Rueda; do Progressistas, Ciro Nogueira; além do líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN).
Na última sexta-feira, 5, o senador afirmou ter sido escolhido pelo pai como representante do bolsonarismo na disputa presidencial, já que Jair Bolsonaro, preso e inelegível, não pode participar. Entre os quatro filhos do ex-presidente que atuam na política, Flávio é o que ocupa o cargo mais elevado, exercendo mandato no Senado.
Os irmãos do senador também mantêm posições públicas: Eduardo Bolsonaro, deputado federal, está fora do país e pode perder o mandato; Carlos Bolsonaro é vereador no Rio de Janeiro; e Jair Renan ocupa cadeira na Câmara de Balneário Camboriú (SC). Michelle Bolsonaro, filiada ao PL, também é considerada um nome relevante dentro do grupo político e é frequentemente citada como possível candidata em pleitos futuros.
Segundo o senador, sua candidatura não é provisória e reflete, segundo ele, uma demanda dos eleitores bolsonaristas. “Meu preço é justiça. E não é só justiça comigo; é justiça com quase 60 milhões de brasileiros que foram sequestrados e estão, neste momento, em um cativeiro junto com o presidente Jair Messias Bolsonaro. Minha pré-candidatura é muito consciente, não é balão de ensaio”, declarou.
Flávio reforçou que a única condição para retirar seu nome da disputa seria ver o pai novamente elegível e em liberdade. Jair Bolsonaro cumpre pena superior a 27 anos de prisão após condenação por liderar uma tentativa de golpe de Estado. “A única forma disso acontecer é se Bolsonaro estiver livre, nas urnas, caminhando com seus netos pelas ruas de todo o Brasil. Esse é o meu preço”, afirmou.
Mais cedo, o senador já havia sinalizado que sua desistência teria um “preço” e que a anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 estaria entre os pontos discutidos em eventuais negociações. “Tem uma possibilidade de eu não ir até o fim e eu tenho preço para isso. Eu vou negociar”, disse.
Ao comentar o papel de Tarcísio de Freitas (Republicanos), Flávio Bolsonaro elogiou o governador paulista, afirmando que ele é peça-chave para o cenário eleitoral de 2026. “São Paulo é o maior colégio eleitoral do Brasil, uma potência econômica. E o Tarcísio é um craque, o camisa 10 desse time”, afirmou. Tarcísio é cotado como possível nome competitivo para a disputa presidencial, embora também mire a reeleição no estado.
Nesta segunda-feira, 8, Flávio Bolsonaro deve se reunir com lideranças da oposição, incluindo os presidentes do PL, Valdemar Costa Neto; do União Brasil, Antonio Rueda; do Progressistas, Ciro Nogueira; além do líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN).
Na última sexta-feira, 5, o senador afirmou ter sido escolhido pelo pai como representante do bolsonarismo na disputa presidencial, já que Jair Bolsonaro, preso e inelegível, não pode participar. Entre os quatro filhos do ex-presidente que atuam na política, Flávio é o que ocupa o cargo mais elevado, exercendo mandato no Senado.
Os irmãos do senador também mantêm posições públicas: Eduardo Bolsonaro, deputado federal, está fora do país e pode perder o mandato; Carlos Bolsonaro é vereador no Rio de Janeiro; e Jair Renan ocupa cadeira na Câmara de Balneário Camboriú (SC). Michelle Bolsonaro, filiada ao PL, também é considerada um nome relevante dentro do grupo político e é frequentemente citada como possível candidata em pleitos futuros.




