As fortes rajadas de vento registradas em Mogi Mirim (SP) na tarde desta quarta-feira (29) podem ter contribuído para a queda de um avião de pequeno porte que matou o piloto Leonardo Bezerra Pinheiro, de 25 anos. A hipótese é considerada por especialistas e será analisada durante a investigação conduzida pelas autoridades aeronáuticas.
Segundo a Defesa Civil, as rajadas chegaram a 60,5 km/h por volta das 16h30, horário aproximado em que ocorreu o acidente. A velocidade constante dos ventos também aumentou durante a tarde, atingindo cerca de 20,6 km/h no período de maior intensidade.

Leonardo Bezerra Pinheiro era gestor de segurança em escola — Foto: Redes sociais
Apesar dos dados meteorológicos, testemunhas relataram à Defesa Civil que não perceberam ventos fortes exatamente no local do acidente no momento da queda.
A aeronave, um modelo Conquest, de dois lugares, prefixo PU-DON, fabricada em 2004, havia decolado do Aeroclube Municipal de Mogi Mirim quando, por motivos ainda desconhecidos, perdeu o controle e caiu na zona rural do município, às margens da Rodovia Luiz Gonzaga de Amoedo Campos. Com o impacto, o avião pegou fogo e o piloto morreu carbonizado.
O proprietário da escola de aviação Sport Pilot e da aeronave, Gerson Martinez, afirmou que as condições climáticas podem ter influenciado o acidente. Segundo ele, antes da decolagem, o avião recebeu uma quantidade de combustível um pouco superior à normalmente utilizada em voos locais, possivelmente como medida de segurança diante da previsão de mudanças no tempo.
Ainda conforme Martinez, após a decolagem o piloto teria perdido o controle da aeronave, que entrou em uma atitude considerada anormal antes da queda.
Especialistas ouvidos pelo g1 explicam que aeronaves experimentais e de pequeno porte são mais sensíveis às rajadas de vento, o que pode representar um fator contribuinte para acidentes. No entanto, ressaltam que as condições meteorológicas, por si só, não podem ser apontadas como causa definitiva da tragédia.
A Polícia Civil realizou perícia no local e trabalha na identificação formal da vítima. Paralelamente, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV) estiveram no local para a chamada Ação Inicial, etapa que consiste na coleta de dados, análise dos danos e levantamento de informações que subsidiarão a investigação conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
O objetivo da apuração é identificar os fatores que contribuíram para o acidente e, se necessário, emitir recomendações de segurança para prevenir novas ocorrências semelhantes.
Segundo a Defesa Civil, as rajadas chegaram a 60,5 km/h por volta das 16h30, horário aproximado em que ocorreu o acidente. A velocidade constante dos ventos também aumentou durante a tarde, atingindo cerca de 20,6 km/h no período de maior intensidade.

Leonardo Bezerra Pinheiro era gestor de segurança em escola — Foto: Redes sociais
Apesar dos dados meteorológicos, testemunhas relataram à Defesa Civil que não perceberam ventos fortes exatamente no local do acidente no momento da queda.
A aeronave, um modelo Conquest, de dois lugares, prefixo PU-DON, fabricada em 2004, havia decolado do Aeroclube Municipal de Mogi Mirim quando, por motivos ainda desconhecidos, perdeu o controle e caiu na zona rural do município, às margens da Rodovia Luiz Gonzaga de Amoedo Campos. Com o impacto, o avião pegou fogo e o piloto morreu carbonizado.
O proprietário da escola de aviação Sport Pilot e da aeronave, Gerson Martinez, afirmou que as condições climáticas podem ter influenciado o acidente. Segundo ele, antes da decolagem, o avião recebeu uma quantidade de combustível um pouco superior à normalmente utilizada em voos locais, possivelmente como medida de segurança diante da previsão de mudanças no tempo.
Ainda conforme Martinez, após a decolagem o piloto teria perdido o controle da aeronave, que entrou em uma atitude considerada anormal antes da queda.
Especialistas ouvidos pelo g1 explicam que aeronaves experimentais e de pequeno porte são mais sensíveis às rajadas de vento, o que pode representar um fator contribuinte para acidentes. No entanto, ressaltam que as condições meteorológicas, por si só, não podem ser apontadas como causa definitiva da tragédia.
A Polícia Civil realizou perícia no local e trabalha na identificação formal da vítima. Paralelamente, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV) estiveram no local para a chamada Ação Inicial, etapa que consiste na coleta de dados, análise dos danos e levantamento de informações que subsidiarão a investigação conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
O objetivo da apuração é identificar os fatores que contribuíram para o acidente e, se necessário, emitir recomendações de segurança para prevenir novas ocorrências semelhantes.
⚠️ AVISO SOBRE DIREITOS AUTORAIS
Todo o conteúdo publicado no site, incluindo textos, fotografias, vídeos, artes, logotipos e demais materiais jornalísticos, é protegido pela Lei de Direitos Autorais (Lei Federal nº 9.610/98).
É expressamente proibida a reprodução, cópia, distribuição, retransmissão ou utilização total ou parcial de qualquer conteúdo deste portal sem autorização prévia e formal do site Passando a Régua.
A utilização indevida de material protegido poderá resultar em responsabilização civil e criminal, conforme previsto na legislação brasileira.
O compartilhamento de links das matérias é permitido, desde que preservada a autoria e a integridade do conteúdo.






