Dois fortes terremotos, de magnitudes 7,5 e 7,2, atingiram a costa da Venezuela no início da noite desta quarta-feira (24), provocando pânico em diversas cidades do país, danos estruturais e preocupação com o número de vítimas. Um dos principais impactos foi registrado no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, principal terminal aéreo venezuelano, onde parte do teto desabou durante os tremores.
Imagens gravadas por passageiros mostram o momento em que estruturas do teto cedem no aeroporto localizado em Maiquetía, cidade que atende a capital Caracas. A queda provocou correria entre os viajantes e levantou uma grande nuvem de poeira no saguão. Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos no terminal, que recebe cerca de 4 milhões de passageiros por ano.
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o epicentro do tremor mais intenso foi registrado próximo à cidade de El Guayabo, a cerca de 168 quilômetros de Caracas, com profundidade estimada em 13 quilômetros. A agência norte-americana alertou para a possibilidade de um desastre de grandes proporções, afirmando que há potencial para milhares de mortos e danos extensos em áreas afetadas.
Além do aeroporto, relatos preliminares indicam que prédios e residências sofreram danos em Caracas e em outras regiões do país. Em pronunciamento à televisão estatal, o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, informou que algumas edificações desabaram, mas ainda não apresentou números oficiais de mortos ou feridos.
Moradores da capital relataram momentos de desespero durante os tremores. Segundo a agência Reuters, muitas pessoas correram para fora dos prédios enquanto as estruturas balançavam. Uma testemunha afirmou ter visto rachaduras surgirem na fachada de seu edifício durante o terremoto.
Os tremores ocorreram justamente durante um feriado nacional que celebra uma vitória militar de 1821, marco da independência venezuelana em relação à Espanha. Com muitas pessoas em casa e participando de comemorações, o impacto do terremoto gerou ainda mais apreensão.
Após os abalos principais, diversos tremores secundários foram registrados e sentidos inclusive em áreas da Colômbia. Alertas de tsunami chegaram a ser emitidos para algumas ilhas do Caribe, mas foram posteriormente cancelados pelas autoridades.
Os efeitos do terremoto ultrapassaram as fronteiras da Venezuela. Moradores de cidades do Norte do Brasil, incluindo Manaus, Belém, localidades do Amapá e de Roraima, relataram ter sentido os abalos. Em alguns casos, prédios foram evacuados por precaução. O Ministério das Relações Exteriores informou que, até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas.
No mesmo período, um outro terremoto de magnitude 6,9 também foi registrado na ilha de Honshu, no Japão, sem relação com os eventos sísmicos ocorridos na América do Sul.
A Venezuela não enfrentava um terremoto de grande impacto na região de Caracas desde 29 de julho de 1967, quando um tremor de magnitude 6,6 deixou entre 225 e 300 mortos e mais de 1.500 feridos, segundo registros históricos.
As autoridades venezuelanas seguem avaliando a extensão dos danos e realizando buscas em áreas afetadas. O número oficial de vítimas e prejuízos ainda está sendo levantado.
Imagens gravadas por passageiros mostram o momento em que estruturas do teto cedem no aeroporto localizado em Maiquetía, cidade que atende a capital Caracas. A queda provocou correria entre os viajantes e levantou uma grande nuvem de poeira no saguão. Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos no terminal, que recebe cerca de 4 milhões de passageiros por ano.
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o epicentro do tremor mais intenso foi registrado próximo à cidade de El Guayabo, a cerca de 168 quilômetros de Caracas, com profundidade estimada em 13 quilômetros. A agência norte-americana alertou para a possibilidade de um desastre de grandes proporções, afirmando que há potencial para milhares de mortos e danos extensos em áreas afetadas.
Além do aeroporto, relatos preliminares indicam que prédios e residências sofreram danos em Caracas e em outras regiões do país. Em pronunciamento à televisão estatal, o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, informou que algumas edificações desabaram, mas ainda não apresentou números oficiais de mortos ou feridos.
Moradores da capital relataram momentos de desespero durante os tremores. Segundo a agência Reuters, muitas pessoas correram para fora dos prédios enquanto as estruturas balançavam. Uma testemunha afirmou ter visto rachaduras surgirem na fachada de seu edifício durante o terremoto.
Os tremores ocorreram justamente durante um feriado nacional que celebra uma vitória militar de 1821, marco da independência venezuelana em relação à Espanha. Com muitas pessoas em casa e participando de comemorações, o impacto do terremoto gerou ainda mais apreensão.
Após os abalos principais, diversos tremores secundários foram registrados e sentidos inclusive em áreas da Colômbia. Alertas de tsunami chegaram a ser emitidos para algumas ilhas do Caribe, mas foram posteriormente cancelados pelas autoridades.
Os efeitos do terremoto ultrapassaram as fronteiras da Venezuela. Moradores de cidades do Norte do Brasil, incluindo Manaus, Belém, localidades do Amapá e de Roraima, relataram ter sentido os abalos. Em alguns casos, prédios foram evacuados por precaução. O Ministério das Relações Exteriores informou que, até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas.
No mesmo período, um outro terremoto de magnitude 6,9 também foi registrado na ilha de Honshu, no Japão, sem relação com os eventos sísmicos ocorridos na América do Sul.
A Venezuela não enfrentava um terremoto de grande impacto na região de Caracas desde 29 de julho de 1967, quando um tremor de magnitude 6,6 deixou entre 225 e 300 mortos e mais de 1.500 feridos, segundo registros históricos.
As autoridades venezuelanas seguem avaliando a extensão dos danos e realizando buscas em áreas afetadas. O número oficial de vítimas e prejuízos ainda está sendo levantado.
⚠️ AVISO SOBRE DIREITOS AUTORAIS
Todo o conteúdo publicado no site, incluindo textos, fotografias, vídeos, artes, logotipos e demais materiais jornalísticos, é protegido pela Lei de Direitos Autorais (Lei Federal nº 9.610/98).
É expressamente proibida a reprodução, cópia, distribuição, retransmissão ou utilização total ou parcial de qualquer conteúdo deste portal sem autorização prévia e formal do site Passando a Régua.
A utilização indevida de material protegido poderá resultar em responsabilização civil e criminal, conforme previsto na legislação brasileira.
O compartilhamento de links das matérias é permitido, desde que preservada a autoria e a integridade do conteúdo.




