Uma ocorrência de furto registrada na tarde desta segunda-feira, 29, dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ourinhos terminou com uma situação inusitada. Enquanto atendiam à denúncia de que uma paciente havia furtado os pertences de outro paciente no interior da unidade de saúde, agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) descobriram que a própria vítima era procurada pela Justiça.
De acordo com a GCM, a equipe foi acionada por volta das 13h50 para atender à ocorrência de furto. No local, durante a identificação e qualificação das partes envolvidas, os guardas realizaram consultas aos sistemas de segurança e constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra o paciente identificado pelas iniciais R.D.J.
O mandado refere-se ao crime previsto no artigo 24-A da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que trata do descumprimento de medidas protetivas de urgência determinadas pela Justiça.
Após diligências, a mulher apontada como autora do furto foi localizada e encaminhada à Central de Polícia Judiciária de Ourinhos. Ela foi ouvida pela autoridade policial de plantão e, após a conclusão dos procedimentos legais, foi liberada.
Já o paciente que havia sido vítima do furto recebeu voz de prisão em cumprimento ao mandado judicial. Ele foi conduzido à cela da Central de Polícia Judiciária, onde permaneceu à disposição da Justiça, aguardando a realização da audiência de custódia.
O caso reúne duas ocorrências distintas: a investigação do furto ocorrido dentro da UPA e o cumprimento do mandado de prisão que acabou sendo descoberto durante o atendimento da ocorrência pela Guarda Civil Municipal.
De acordo com a GCM, a equipe foi acionada por volta das 13h50 para atender à ocorrência de furto. No local, durante a identificação e qualificação das partes envolvidas, os guardas realizaram consultas aos sistemas de segurança e constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra o paciente identificado pelas iniciais R.D.J.
O mandado refere-se ao crime previsto no artigo 24-A da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que trata do descumprimento de medidas protetivas de urgência determinadas pela Justiça.
Após diligências, a mulher apontada como autora do furto foi localizada e encaminhada à Central de Polícia Judiciária de Ourinhos. Ela foi ouvida pela autoridade policial de plantão e, após a conclusão dos procedimentos legais, foi liberada.
Já o paciente que havia sido vítima do furto recebeu voz de prisão em cumprimento ao mandado judicial. Ele foi conduzido à cela da Central de Polícia Judiciária, onde permaneceu à disposição da Justiça, aguardando a realização da audiência de custódia.
O caso reúne duas ocorrências distintas: a investigação do furto ocorrido dentro da UPA e o cumprimento do mandado de prisão que acabou sendo descoberto durante o atendimento da ocorrência pela Guarda Civil Municipal.
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