A novela envolvendo o retorno do goleiro Bruno ao futebol profissional ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (18). O nome do atleta foi publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol, oficializando sua inscrição pelo Vasco-AC.
Com o registro regularizado, Bruno está apto a atuar já nesta quinta-feira (19), quando a equipe acreana enfrenta o Velo Clube pela primeira rodada da Copa do Brasil. A partida será disputada na Arena da Floresta, em Rio Branco, e pode marcar a estreia do goleiro em competições nacionais após anos afastado do cenário principal do futebol.
Aos 41 anos, Bruno tenta retomar a carreira em sua segunda passagem pelo futebol acreano. Em 2020, ele defendeu o Rio Branco-AC, mas a contratação gerou forte repercussão negativa, com perda de patrocinadores e manifestações contrárias.
Bruno foi condenado em 2013 a 22 anos de prisão pelo homicídio qualificado da ex-modelo Eliza Samudio, crime ocorrido em 2010, em Minas Gerais. O corpo da vítima nunca foi localizado. Desde janeiro de 2023, ele cumpre liberdade condicional.
A nova inscrição no BID reacende o debate público sobre ressocialização de condenados e os limites entre o direito ao trabalho e crimes de grande repercussão nacional.
Com o registro regularizado, Bruno está apto a atuar já nesta quinta-feira (19), quando a equipe acreana enfrenta o Velo Clube pela primeira rodada da Copa do Brasil. A partida será disputada na Arena da Floresta, em Rio Branco, e pode marcar a estreia do goleiro em competições nacionais após anos afastado do cenário principal do futebol.
Aos 41 anos, Bruno tenta retomar a carreira em sua segunda passagem pelo futebol acreano. Em 2020, ele defendeu o Rio Branco-AC, mas a contratação gerou forte repercussão negativa, com perda de patrocinadores e manifestações contrárias.
Bruno foi condenado em 2013 a 22 anos de prisão pelo homicídio qualificado da ex-modelo Eliza Samudio, crime ocorrido em 2010, em Minas Gerais. O corpo da vítima nunca foi localizado. Desde janeiro de 2023, ele cumpre liberdade condicional.
A nova inscrição no BID reacende o debate público sobre ressocialização de condenados e os limites entre o direito ao trabalho e crimes de grande repercussão nacional.
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