Um morador de Ourinhos, de 71 anos, procurou a Central de Polícia Judiciária (CPJ) nesta segunda-feira (15) após ser vítima de um golpe sofisticado que resultou em um prejuízo estimado em cerca de R$ 250 mil. O caso está sendo investigado como estelionato mediante fraude eletrônica.
De acordo com o relato da vítima, tudo começou na tarde da última quinta-feira (11), por volta das 16h20, quando recebeu uma ligação de uma mulher que se apresentou como gerente de sua conta bancária vinculada a uma agência em Campinas (SP). Segundo o idoso, a suposta gerente afirmou que sua conta estaria sendo alvo de uma tentativa de invasão e que criminosos estariam tentando realizar saques e movimentações indevidas de aplicações financeiras.
Para dar credibilidade à história, a golpista enviou documentos que aparentavam ser oficiais, incluindo um boletim de ocorrência e termos de cancelamento supostamente emitidos por uma “delegacia online”. Como o morador já mantinha contato com uma gerente da agência há cerca de dois anos e reconheceu o número utilizado na ligação, não desconfiou da fraude.
Durante várias horas, entre quedas e retomadas de sinal telefônico, os criminosos orientaram a vítima a realizar procedimentos bancários que supostamente serviriam para proteger sua conta. Entre as medidas solicitadas estavam transferências bancárias e o pagamento de um boleto, tudo sob o argumento de cancelar operações fraudulentas em andamento.
Na manhã do dia seguinte, sexta-feira (12), o idoso recebeu uma nova ligação. Desta vez, um homem se apresentou como gerente de sua conta na agência de Ourinhos e alegou que havia assumido o atendimento por determinação do banco. A partir desse momento, novas instruções foram repassadas para que a vítima transferisse valores para contas indicadas pelos supostos representantes da instituição financeira.
Confiando nas orientações, o aposentado realizou diversas transferências, incluindo cerca de R$ 90 mil de uma conta mantida em Ourinhos, além de outros valores depositados em uma agência de Campinas. O prejuízo total é estimado em aproximadamente R$ 250 mil, embora o montante exato ainda não tenha sido confirmado devido ao bloqueio das contas bancárias.
A fraude só foi descoberta quando a instituição financeira identificou movimentações suspeitas e bloqueou preventivamente as contas do cliente. Ao procurar atendimento presencial na agência em Ourinhos, a vítima foi informada de que os procedimentos solicitados pelos supostos gerentes não fazem parte dos protocolos oficiais do banco.
Segundo o boletim de ocorrência, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social para convencer a vítima de que estava protegendo seu patrimônio, quando, na verdade, transferia recursos para contas de terceiros. Entre os indícios que posteriormente levantaram suspeitas estavam a utilização de números telefônicos diferentes dos habituais, justificativas contraditórias e alegações de que autoridades policiais estariam monitorando as operações.
Após analisar os fatos, a autoridade policial entendeu que há indícios da prática do crime de estelionato por meio de fraude eletrônica. O caso será encaminhado à unidade responsável pelas investigações, que deverá buscar a identificação dos titulares das contas que receberam os valores e rastrear o destino do dinheiro.
A Polícia Civil orienta a população a desconfiar de ligações que solicitem transferências bancárias, pagamentos ou compartilhamento de dados pessoais, lembrando que instituições financeiras não costumam pedir esse tipo de procedimento por telefone para resolver supostas fraudes ou invasões de conta.
De acordo com o relato da vítima, tudo começou na tarde da última quinta-feira (11), por volta das 16h20, quando recebeu uma ligação de uma mulher que se apresentou como gerente de sua conta bancária vinculada a uma agência em Campinas (SP). Segundo o idoso, a suposta gerente afirmou que sua conta estaria sendo alvo de uma tentativa de invasão e que criminosos estariam tentando realizar saques e movimentações indevidas de aplicações financeiras.
Para dar credibilidade à história, a golpista enviou documentos que aparentavam ser oficiais, incluindo um boletim de ocorrência e termos de cancelamento supostamente emitidos por uma “delegacia online”. Como o morador já mantinha contato com uma gerente da agência há cerca de dois anos e reconheceu o número utilizado na ligação, não desconfiou da fraude.
Durante várias horas, entre quedas e retomadas de sinal telefônico, os criminosos orientaram a vítima a realizar procedimentos bancários que supostamente serviriam para proteger sua conta. Entre as medidas solicitadas estavam transferências bancárias e o pagamento de um boleto, tudo sob o argumento de cancelar operações fraudulentas em andamento.
Na manhã do dia seguinte, sexta-feira (12), o idoso recebeu uma nova ligação. Desta vez, um homem se apresentou como gerente de sua conta na agência de Ourinhos e alegou que havia assumido o atendimento por determinação do banco. A partir desse momento, novas instruções foram repassadas para que a vítima transferisse valores para contas indicadas pelos supostos representantes da instituição financeira.
Confiando nas orientações, o aposentado realizou diversas transferências, incluindo cerca de R$ 90 mil de uma conta mantida em Ourinhos, além de outros valores depositados em uma agência de Campinas. O prejuízo total é estimado em aproximadamente R$ 250 mil, embora o montante exato ainda não tenha sido confirmado devido ao bloqueio das contas bancárias.
A fraude só foi descoberta quando a instituição financeira identificou movimentações suspeitas e bloqueou preventivamente as contas do cliente. Ao procurar atendimento presencial na agência em Ourinhos, a vítima foi informada de que os procedimentos solicitados pelos supostos gerentes não fazem parte dos protocolos oficiais do banco.
Segundo o boletim de ocorrência, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social para convencer a vítima de que estava protegendo seu patrimônio, quando, na verdade, transferia recursos para contas de terceiros. Entre os indícios que posteriormente levantaram suspeitas estavam a utilização de números telefônicos diferentes dos habituais, justificativas contraditórias e alegações de que autoridades policiais estariam monitorando as operações.
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