A Fertilizantes Heringer (B3: FHER3) anunciou nesta última semana a hibernação gradual de três de suas unidades industriais no país, incluindo a planta localizada em Ourinhos (SP), na Avenida Feodor Gurtovenco, no Distrito Industrial. As outras unidades afetadas estão nas cidades de Iguatama (MG) e Rio Verde (GO). A medida integra um plano estratégico da companhia para readequar sua estrutura operacional diante do atual cenário econômico do setor.
Segundo comunicado oficial da empresa, a decisão foi tomada com base na “baixa performance financeira histórica” das unidades e na “baixa perspectiva de viabilidade econômica standalone”, ou seja, da operação isolada dessas plantas no contexto atual de mercado. A hibernação será realizada de forma progressiva ao longo dos próximos meses, com redução gradual das atividades.
Apesar das medidas, a companhia também informou a retomada das operações da unidade de Paranaguá (PR), ainda em fase inicial, focada na produção de straights (fertilizantes simples). Essa reestruturação, segundo a empresa, visa otimizar os custos fixos e melhorar a rentabilidade das unidades em operação, além de gerar ganhos logísticos ao redistribuir os volumes operacionais das plantas que serão desativadas.
A ação da Heringer acumula queda de 34,01% no ano de 2025, mas registrava alta de quase 3% por volta das 12h38 desta sexta-feira, refletindo uma possível reação positiva do mercado à estratégia de contenção de custos.
A unidade de Ourinhos, que desempenha papel importante na cadeia de distribuição de fertilizantes na região, seguirá com o futuro indefinido. A empresa afirma que “avaliará a destinação a ser dada” às plantas hibernadas, podendo considerar a reativação caso haja melhora nas condições de mercado ou até mesmo a venda dos ativos por meio de processos competitivos.
No quarto trimestre de 2024, a Heringer registrou prejuízo de R$ 658 milhões e encerrou o ano com perdas acumuladas de R$ 1,154 bilhão, cenário que reforça a necessidade de reestruturações para equilibrar as finanças.
Além das mudanças operacionais, a empresa também anunciou a renúncia de dois executivos: Fábio Cânfora, diretor comercial desde novembro de 2023, e Augusto Cesar Gomes de Oliveira, diretor de operações desde agosto de 2023. Para os cargos vagos, foram indicados interinamente Anton Slavnov (diretor comercial) e Maicon Luiz Cossa (diretor de operações), que assumem até a próxima reunião do Conselho de Administração, prevista para ocorrer em até 30 dias.
A planta de Ourinhos, instalada em uma região estratégica do interior paulista, é uma das mais afetadas pela reestruturação da companhia e aguarda definições sobre seu futuro nos próximos meses.
Segundo comunicado oficial da empresa, a decisão foi tomada com base na “baixa performance financeira histórica” das unidades e na “baixa perspectiva de viabilidade econômica standalone”, ou seja, da operação isolada dessas plantas no contexto atual de mercado. A hibernação será realizada de forma progressiva ao longo dos próximos meses, com redução gradual das atividades.
Apesar das medidas, a companhia também informou a retomada das operações da unidade de Paranaguá (PR), ainda em fase inicial, focada na produção de straights (fertilizantes simples). Essa reestruturação, segundo a empresa, visa otimizar os custos fixos e melhorar a rentabilidade das unidades em operação, além de gerar ganhos logísticos ao redistribuir os volumes operacionais das plantas que serão desativadas.
A ação da Heringer acumula queda de 34,01% no ano de 2025, mas registrava alta de quase 3% por volta das 12h38 desta sexta-feira, refletindo uma possível reação positiva do mercado à estratégia de contenção de custos.
A unidade de Ourinhos, que desempenha papel importante na cadeia de distribuição de fertilizantes na região, seguirá com o futuro indefinido. A empresa afirma que “avaliará a destinação a ser dada” às plantas hibernadas, podendo considerar a reativação caso haja melhora nas condições de mercado ou até mesmo a venda dos ativos por meio de processos competitivos.
No quarto trimestre de 2024, a Heringer registrou prejuízo de R$ 658 milhões e encerrou o ano com perdas acumuladas de R$ 1,154 bilhão, cenário que reforça a necessidade de reestruturações para equilibrar as finanças.
Além das mudanças operacionais, a empresa também anunciou a renúncia de dois executivos: Fábio Cânfora, diretor comercial desde novembro de 2023, e Augusto Cesar Gomes de Oliveira, diretor de operações desde agosto de 2023. Para os cargos vagos, foram indicados interinamente Anton Slavnov (diretor comercial) e Maicon Luiz Cossa (diretor de operações), que assumem até a próxima reunião do Conselho de Administração, prevista para ocorrer em até 30 dias.
A planta de Ourinhos, instalada em uma região estratégica do interior paulista, é uma das mais afetadas pela reestruturação da companhia e aguarda definições sobre seu futuro nos próximos meses.



