Na madrugada desta segunda-feira, 27, a Polícia Militar de Ourinhos atendeu uma grave ocorrência de violência doméstica, ameaça, injúria, lesão corporal e resistência, na Rua Caetano Pereira, no Jardim São Carlos.
De acordo com informações da PM, a equipe composta pelos Soldados J. Diogo e Botelho, da viatura I-31103, foi acionada pelo COPOM após denúncia de desinteligência familiar. No local, as vítimas relataram que Ale... L. B., após consumo excessivo de álcool e entorpecentes, encontrava-se agressivo e ameaçava as mulheres (esposa e tia do casal) com um machado.
Durante a tentativa de diálogo, o homem passou a insultar as vítimas e os policiais, desobedecendo às ordens legais. No momento em que foi dada voz de prisão, ele reagiu violentamente, iniciando luta corporal com os policiais.
Em meio ao confronto, A. tentou arrebatar a pistola Glock do Soldado J. Diogo, vindo o armamento a cair ao solo, ficando preso apenas pelo fiel, o que gerou alto risco à segurança da equipe e das vítimas. O Soldado Botelho, que também havia sido empurrado e lesionado durante a ação, optou por não efetuar disparo de arma de fogo devido à ausência de campo de visão seguro, preservando a integridade física de todos os envolvidos.
Diante da agressão iminente e da necessidade de cessar o ataque, Botelho utilizou a arma de incapacitação neuromuscular (TASER). O primeiro disparo foi ineficaz, mas o segundo atingiu o agressor, permitindo a imobilização e contenção.
Mesmo algemado, o homem continuou exaltado, sendo necessário o uso de algemas de tornozelo para garantir a segurança da ocorrência.
Durante a ação, os policiais sofreram escoriações e dores em razão do confronto, recebendo atendimento médico na UPA de Ourinhos e sendo liberados após avaliação. O agressor também foi atendido por equipes do SAMU e Corpo de Bombeiros, medicado e conduzido à mesma unidade de saúde antes de ser levado à Central de Polícia Judiciária (CPJ).
O delegado de plantão, Dr. Paulo Henrique Silva Carvalho, determinou a elaboração do SPJ PT0715-1/2025, mantendo A. L. B. preso em flagrante pelos crimes de violência doméstica, ameaça, injúria, lesão corporal e resistência.
A Polícia Militar do Estado de São Paulo ressaltou que a ação seguiu todos os protocolos de uso proporcional da força
Durante a tentativa de diálogo, o homem passou a insultar as vítimas e os policiais, desobedecendo às ordens legais. No momento em que foi dada voz de prisão, ele reagiu violentamente, iniciando luta corporal com os policiais.
Em meio ao confronto, A. tentou arrebatar a pistola Glock do Soldado J. Diogo, vindo o armamento a cair ao solo, ficando preso apenas pelo fiel, o que gerou alto risco à segurança da equipe e das vítimas. O Soldado Botelho, que também havia sido empurrado e lesionado durante a ação, optou por não efetuar disparo de arma de fogo devido à ausência de campo de visão seguro, preservando a integridade física de todos os envolvidos.
Diante da agressão iminente e da necessidade de cessar o ataque, Botelho utilizou a arma de incapacitação neuromuscular (TASER). O primeiro disparo foi ineficaz, mas o segundo atingiu o agressor, permitindo a imobilização e contenção.
Mesmo algemado, o homem continuou exaltado, sendo necessário o uso de algemas de tornozelo para garantir a segurança da ocorrência.
Durante a ação, os policiais sofreram escoriações e dores em razão do confronto, recebendo atendimento médico na UPA de Ourinhos e sendo liberados após avaliação. O agressor também foi atendido por equipes do SAMU e Corpo de Bombeiros, medicado e conduzido à mesma unidade de saúde antes de ser levado à Central de Polícia Judiciária (CPJ).
O delegado de plantão, Dr. Paulo Henrique Silva Carvalho, determinou a elaboração do SPJ PT0715-1/2025, mantendo A. L. B. preso em flagrante pelos crimes de violência doméstica, ameaça, injúria, lesão corporal e resistência.
A Polícia Militar do Estado de São Paulo ressaltou que a ação seguiu todos os protocolos de uso proporcional da força




