A Polícia Civil de Ourinhos investiga um caso de estupro ocorrido na tarde da última quarta-feira, 17, no município de Santa Cruz do Rio Pardo. Um homem de 39 anos foi preso em flagrante após ser acusado por uma jovem de 23 anos de praticar atos libidinosos mediante força física dentro da residência da vítima.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima retornava para casa com seus dois filhos pequenos — um bebê de dois meses e uma criança de dois anos — quando foi abordada pelo suspeito, que é conhecido da família. Alegando proximidade de vizinhança, o homem acompanhou a mulher até o portão e solicitou autorização para utilizar o banheiro, o que foi permitido pela moradora.
Ocorrência e Detalhes do Relato
A vítima relatou à polícia que, após entrar no imóvel, o homem teria agido de forma invasiva, utilizando o banheiro de porta aberta e, posteriormente, segurando as crianças no colo sem permissão, o que gerou desconforto e irritação na mulher. Ao exigir que o suspeito se retirasse e ao se abaixar para colocar um dos filhos no chão, a jovem foi surpreendida pelo agressor.
Segundo o depoimento, o homem de 39 anos a segurou pela cintura e utilizou força física para esfregar o órgão genital contra o corpo dela, além de beijá-la no pescoço contra sua vontade. A vítima conseguiu se desvencilhar após empurrar o agressor contra um sofá. Antes de fugir, o suspeito teria proferido ameaças para que ela não acionasse as autoridades.
Prisão e Histórico Criminal
A Polícia Militar foi acionada horas depois, assim que o marido da vítima chegou do trabalho, uma vez que a mulher afirmou ter sentido medo de agir sozinha devido ao histórico do suspeito. Os policiais localizaram o homem em sua residência. Ao ser questionado, ele negou o crime, alegando que apenas deu um "abraço de feliz Natal" na vizinha.
A autoridade policial, no entanto, ratificou a prisão em flagrante. No despacho, o delegado ressaltou que a conduta se enquadra no crime de estupro consumado (Art. 213 do Código Penal), devido ao emprego de força física para subjugar a vítima, diferenciando-se da importunação sexual.
Foi solicitada a conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva, baseada no extenso histórico criminal do indivíduo, que já possui passagens por:
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima retornava para casa com seus dois filhos pequenos — um bebê de dois meses e uma criança de dois anos — quando foi abordada pelo suspeito, que é conhecido da família. Alegando proximidade de vizinhança, o homem acompanhou a mulher até o portão e solicitou autorização para utilizar o banheiro, o que foi permitido pela moradora.
Ocorrência e Detalhes do Relato
A vítima relatou à polícia que, após entrar no imóvel, o homem teria agido de forma invasiva, utilizando o banheiro de porta aberta e, posteriormente, segurando as crianças no colo sem permissão, o que gerou desconforto e irritação na mulher. Ao exigir que o suspeito se retirasse e ao se abaixar para colocar um dos filhos no chão, a jovem foi surpreendida pelo agressor.
Segundo o depoimento, o homem de 39 anos a segurou pela cintura e utilizou força física para esfregar o órgão genital contra o corpo dela, além de beijá-la no pescoço contra sua vontade. A vítima conseguiu se desvencilhar após empurrar o agressor contra um sofá. Antes de fugir, o suspeito teria proferido ameaças para que ela não acionasse as autoridades.
Prisão e Histórico Criminal
A Polícia Militar foi acionada horas depois, assim que o marido da vítima chegou do trabalho, uma vez que a mulher afirmou ter sentido medo de agir sozinha devido ao histórico do suspeito. Os policiais localizaram o homem em sua residência. Ao ser questionado, ele negou o crime, alegando que apenas deu um "abraço de feliz Natal" na vizinha.
A autoridade policial, no entanto, ratificou a prisão em flagrante. No despacho, o delegado ressaltou que a conduta se enquadra no crime de estupro consumado (Art. 213 do Código Penal), devido ao emprego de força física para subjugar a vítima, diferenciando-se da importunação sexual.
Foi solicitada a conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva, baseada no extenso histórico criminal do indivíduo, que já possui passagens por:
- Importunação sexual;
- Tentativa de homicídio;
- Violência doméstica e descumprimento de medidas protetivas contra a própria mãe.
O investigado permanece à disposição da Justiça e passará por audiência de custódia.





