Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil em Santa Cruz do Rio Pardo pelo crime de importunação sexual. A prisão ocorreu após a apuração de denúncias que indicavam a prática de gestos obscenos, com simulação de masturbação, direcionados a pelo menos duas vítimas distintas, causando constrangimento e violação da dignidade das pessoas abordadas.
De acordo com a Polícia Civil, os fatos chegaram ao conhecimento da corporação por meio de publicações nas redes sociais. A partir dessas informações, houve troca de dados com a Polícia Militar e contato direto com as vítimas, que repassaram características físicas e detalhes das vestimentas do autor.
Com base nos elementos coletados, os policiais localizaram o suspeito na rodoviária do município, onde ele foi abordado e preso em situação de flagrante delito. Durante a verificação dos antecedentes, foi constatado que o homem possui outros registros criminais relacionados a condutas semelhantes.
Diante da reiteração delitiva, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do investigado, com o objetivo de garantir a ordem pública e evitar a repetição de novos crimes.
A Polícia Civil também esclareceu que, apesar de comparações feitas por parte da população, o caso não tem qualquer relação com um episódio anterior conhecido como “Corsa Prata”, tratando-se de indivíduo diferente e de fatos distintos.
De acordo com a Polícia Civil, os fatos chegaram ao conhecimento da corporação por meio de publicações nas redes sociais. A partir dessas informações, houve troca de dados com a Polícia Militar e contato direto com as vítimas, que repassaram características físicas e detalhes das vestimentas do autor.
Com base nos elementos coletados, os policiais localizaram o suspeito na rodoviária do município, onde ele foi abordado e preso em situação de flagrante delito. Durante a verificação dos antecedentes, foi constatado que o homem possui outros registros criminais relacionados a condutas semelhantes.
Diante da reiteração delitiva, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do investigado, com o objetivo de garantir a ordem pública e evitar a repetição de novos crimes.
A Polícia Civil também esclareceu que, apesar de comparações feitas por parte da população, o caso não tem qualquer relação com um episódio anterior conhecido como “Corsa Prata”, tratando-se de indivíduo diferente e de fatos distintos.
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