Um homem de 36 anos foi preso em flagrante na madrugada desta segunda-feira (2), em Ourinhos, acusado de tráfico de drogas. A ocorrência foi registrada no Plantão da Central de Polícia Judiciária (CPJ) do município, após ação da Polícia Militar, motivada por denúncias anônimas.
De acordo com o boletim policial, os PMs da Força Tática conduziram o detido Washgton M. do A. J., conhecido pelo apelido de “Jubão”, fazendo uso de algemas em razão do fundado receio de fuga, conforme prevê a legislação. Os policiais relataram que já haviam recebido diversas denúncias indicando o envolvimento do suspeito com o tráfico ilícito de drogas e, nesta data, uma nova informação apontava que ele realizaria a entrega de entorpecentes.
Diante disso, o patrulhamento foi intensificado nas proximidades da residência do indiciado, localizada na Travessa do Espírito Santo, na Vila Recreio. Durante a ação, os policiais visualizaram Washgton caminhando pela Rua Espírito Santo e, ao perceber a presença da viatura, ele passou a correr em direção à sua casa. Em razão da atitude suspeita, os PMs realizaram a abordagem em frente ao imóvel.
Na revista pessoal, foi encontrada a quantia de R$ 110,00 em dinheiro e, escondidos em suas vestes íntimas, especificamente na cueca, quatro papelotes de substância em pó branco, aparentando ser cocaína. Como a residência não possui quintal e a porta da sala estava aberta, os policiais visualizaram, sobre o sofá, uma pedra bruta de substância semelhante ao crack, uma balança de precisão ligada e uma bolsa preta. Questionado, o indiciado confessou que se tratava de crack e autorizou a entrada da equipe policial no imóvel.
Ainda no local, foram apreendidos dois aparelhos celulares e, dentro da bolsa preta, a quantia de R$ 2.596,25 em dinheiro, além de uma porção maior de substância em pó branco, também aparentando ser cocaína. Novamente indagado, Washgton admitiu que os entorpecentes eram de sua propriedade e destinados à venda, informando que comercializava cada pedra de crack por R$ 10,00 e cada papelote de cocaína por R$ 20,00.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante, e o suspeito foi encaminhado ao Plantão Policial juntamente com as drogas, o dinheiro, a balança e os celulares apreendidos, para as providências de Polícia Judiciária. A ocorrência destaca ainda que há investigação em andamento na DISE de Ourinhos, que apura o envolvimento do indiciado — também identificado pelo apelido “Juninho” — com o tráfico de drogas. Consta nos autos de outro processo da 3ª Região Administrativa Judiciária de Bauru, a representação para expedição de mandado de busca e apreensão na residência, além do afastamento do sigilo telefônico dos aparelhos apreendidos.
As substâncias foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística de Ourinhos, onde o laudo pericial apontou a presença de cocaína em duas amostras, com massas líquidas de 1,47 grama e 20,68 gramas, enquanto outra substância, com 72,33 gramas, apresentou resultado inconclusivo em análise preliminar.
O indiciado indicou como advogado, seu cunhado. Após tentativas frustradas de contato telefônico, o advogado compareceu posteriormente à unidade policial, sendo informado sobre a prisão e mantendo conversa reservada com o cliente. A companheira do indiciado também compareceu ao plantão e tomou ciência da prisão.
Washgton permanece preso, à disposição da Justiça, aguardando a audiência de custódia. Foi expedida ainda requisição de exame cautelar ao IML.
De acordo com o boletim policial, os PMs da Força Tática conduziram o detido Washgton M. do A. J., conhecido pelo apelido de “Jubão”, fazendo uso de algemas em razão do fundado receio de fuga, conforme prevê a legislação. Os policiais relataram que já haviam recebido diversas denúncias indicando o envolvimento do suspeito com o tráfico ilícito de drogas e, nesta data, uma nova informação apontava que ele realizaria a entrega de entorpecentes.
Diante disso, o patrulhamento foi intensificado nas proximidades da residência do indiciado, localizada na Travessa do Espírito Santo, na Vila Recreio. Durante a ação, os policiais visualizaram Washgton caminhando pela Rua Espírito Santo e, ao perceber a presença da viatura, ele passou a correr em direção à sua casa. Em razão da atitude suspeita, os PMs realizaram a abordagem em frente ao imóvel.
Na revista pessoal, foi encontrada a quantia de R$ 110,00 em dinheiro e, escondidos em suas vestes íntimas, especificamente na cueca, quatro papelotes de substância em pó branco, aparentando ser cocaína. Como a residência não possui quintal e a porta da sala estava aberta, os policiais visualizaram, sobre o sofá, uma pedra bruta de substância semelhante ao crack, uma balança de precisão ligada e uma bolsa preta. Questionado, o indiciado confessou que se tratava de crack e autorizou a entrada da equipe policial no imóvel.
Ainda no local, foram apreendidos dois aparelhos celulares e, dentro da bolsa preta, a quantia de R$ 2.596,25 em dinheiro, além de uma porção maior de substância em pó branco, também aparentando ser cocaína. Novamente indagado, Washgton admitiu que os entorpecentes eram de sua propriedade e destinados à venda, informando que comercializava cada pedra de crack por R$ 10,00 e cada papelote de cocaína por R$ 20,00.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante, e o suspeito foi encaminhado ao Plantão Policial juntamente com as drogas, o dinheiro, a balança e os celulares apreendidos, para as providências de Polícia Judiciária. A ocorrência destaca ainda que há investigação em andamento na DISE de Ourinhos, que apura o envolvimento do indiciado — também identificado pelo apelido “Juninho” — com o tráfico de drogas. Consta nos autos de outro processo da 3ª Região Administrativa Judiciária de Bauru, a representação para expedição de mandado de busca e apreensão na residência, além do afastamento do sigilo telefônico dos aparelhos apreendidos.
As substâncias foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística de Ourinhos, onde o laudo pericial apontou a presença de cocaína em duas amostras, com massas líquidas de 1,47 grama e 20,68 gramas, enquanto outra substância, com 72,33 gramas, apresentou resultado inconclusivo em análise preliminar.
O indiciado indicou como advogado, seu cunhado. Após tentativas frustradas de contato telefônico, o advogado compareceu posteriormente à unidade policial, sendo informado sobre a prisão e mantendo conversa reservada com o cliente. A companheira do indiciado também compareceu ao plantão e tomou ciência da prisão.
Washgton permanece preso, à disposição da Justiça, aguardando a audiência de custódia. Foi expedida ainda requisição de exame cautelar ao IML.



