Na noite desta quinta-feira, a Guarda Civil Municipal de Ourinhos (GCM) efetuou a prisão de um homem de 30 anos acusado de furtar fios na cidade. O indivíduo, identificado como Jonathan C. da S., foi detido em flagrante pelas autoridades municipais.
Segundo relato dos guardas municipais envolvidos na operação, eles estavam estacionados na Praça dos Burgueses por volta das 20h30, quando um cidadão, que preferiu não se identificar, informou sobre um furto em andamento no antigo Posto de Gasolina, conhecido como "Posto Machado 2". O informante forneceu detalhes sobre as características físicas dos suspeitos, descrevendo que ambos estavam vestidos com camisetas vermelhas, sendo que um deles carregava uma mochila nas costas.
A equipe da GCM se deslocou imediatamente até o local mencionado, porém os suspeitos já não estavam mais lá. Após realizar patrulhamento nas ruas próximas, os guardas localizaram os indivíduos nas proximidades da linha do trem, na Rua Antônio Prado. Ao abordá-los, os suspeitos tentaram fugir para uma área de mata, mas apenas Jonathan Cândido da Silva foi capturado. Durante a revista na mochila que ele carregava, foram encontrados pedaços de fios de cobre e ferramentas utilizadas para a retirada dos mesmos.
No interior da mochila, os guardas também encontraram documentos de identificação, pertencentes a Jonathan e a outro indivíduo, identificado como Tiago, que foi apontado por Jonathan como seu comparsa no crime e conseguiu fugir do local.
O local do crime, um posto de gasolina desativado, atualmente está registrado sob o CNPJ da Empresa Vibra Energia, distribuidora de combustíveis. Os guardas entraram em contato com Paulo, filho do ex-proprietário do Posto Machado 2, para obter mais informações sobre o ocorrido.
Diante dos fatos apresentados, Jonathan foi encaminhado à autoridade policial, onde foi ratificada a voz de prisão pelo crime de furto qualificado. Ele foi conduzido a uma das celas do plantão policial, onde permanecerá à disposição da Justiça aguardando audiência de custódia.
Jonathan não foi acompanhado por advogado ou qualquer familiar durante o procedimento. Quando questionado se desejava comunicar-se com algum familiar, ele recusou. Uma requisição ao Instituto Médico Legal (IML) foi feita para exame cautelar.
O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
Segundo relato dos guardas municipais envolvidos na operação, eles estavam estacionados na Praça dos Burgueses por volta das 20h30, quando um cidadão, que preferiu não se identificar, informou sobre um furto em andamento no antigo Posto de Gasolina, conhecido como "Posto Machado 2". O informante forneceu detalhes sobre as características físicas dos suspeitos, descrevendo que ambos estavam vestidos com camisetas vermelhas, sendo que um deles carregava uma mochila nas costas.
A equipe da GCM se deslocou imediatamente até o local mencionado, porém os suspeitos já não estavam mais lá. Após realizar patrulhamento nas ruas próximas, os guardas localizaram os indivíduos nas proximidades da linha do trem, na Rua Antônio Prado. Ao abordá-los, os suspeitos tentaram fugir para uma área de mata, mas apenas Jonathan Cândido da Silva foi capturado. Durante a revista na mochila que ele carregava, foram encontrados pedaços de fios de cobre e ferramentas utilizadas para a retirada dos mesmos.
No interior da mochila, os guardas também encontraram documentos de identificação, pertencentes a Jonathan e a outro indivíduo, identificado como Tiago, que foi apontado por Jonathan como seu comparsa no crime e conseguiu fugir do local.
O local do crime, um posto de gasolina desativado, atualmente está registrado sob o CNPJ da Empresa Vibra Energia, distribuidora de combustíveis. Os guardas entraram em contato com Paulo, filho do ex-proprietário do Posto Machado 2, para obter mais informações sobre o ocorrido.
Diante dos fatos apresentados, Jonathan foi encaminhado à autoridade policial, onde foi ratificada a voz de prisão pelo crime de furto qualificado. Ele foi conduzido a uma das celas do plantão policial, onde permanecerá à disposição da Justiça aguardando audiência de custódia.
Jonathan não foi acompanhado por advogado ou qualquer familiar durante o procedimento. Quando questionado se desejava comunicar-se com algum familiar, ele recusou. Uma requisição ao Instituto Médico Legal (IML) foi feita para exame cautelar.
O caso segue sob investigação das autoridades competentes.





