Um homem de 39 anos foi preso nesta sexta-feira, 9, durante uma operação da Polícia Civil em Assis (SP) contra a venda irregular de medicamentos emagrecedores. A ação teve como objetivo coibir a comercialização e aplicação de substâncias de uso controlado sem autorização legal.
Segundo a corporação, as investigações tiveram início após denúncias de que profissionais de educação física estariam oferecendo e aplicando o medicamento a alunos e clientes, sem acompanhamento médico. Diante das informações, a Polícia Civil passou a apurar a origem e a forma de distribuição das substâncias.
Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. Na residência do suspeito, os policiais encontraram ampolas do medicamento emagrecedor e diversas seringas. Nos demais endereços vistoriados, nada de ilícito foi localizado.
O homem foi preso em flagrante pelo crime de falsificar, corromper ou adulterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Todo o material apreendido será encaminhado para perícia, que deverá apontar a composição e a procedência dos medicamentos.
O caso segue sob investigação para identificar possíveis outros envolvidos no esquema e esclarecer a origem das substâncias comercializadas de forma irregular.
Segundo a corporação, as investigações tiveram início após denúncias de que profissionais de educação física estariam oferecendo e aplicando o medicamento a alunos e clientes, sem acompanhamento médico. Diante das informações, a Polícia Civil passou a apurar a origem e a forma de distribuição das substâncias.
Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. Na residência do suspeito, os policiais encontraram ampolas do medicamento emagrecedor e diversas seringas. Nos demais endereços vistoriados, nada de ilícito foi localizado.
O homem foi preso em flagrante pelo crime de falsificar, corromper ou adulterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Todo o material apreendido será encaminhado para perícia, que deverá apontar a composição e a procedência dos medicamentos.
O caso segue sob investigação para identificar possíveis outros envolvidos no esquema e esclarecer a origem das substâncias comercializadas de forma irregular.



