Homem perde R$ 4,7 mil após cair em golpe de falso investimento em Chavantes

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Um homem de 39 anos foi vítima de um golpe e perdeu R$ 4.700 após acreditar em uma falsa proposta de investimento enviada por meio do WhatsApp. O caso foi registrado no Plantão Policial e ocorreu na última sexta-feira (6), em Chavantes (SP).

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima relatou que começou a receber mensagens pelo aplicativo de um contato salvo como sendo de seu amigo Carlos. Nas conversas, era apresentada uma suposta oportunidade de investimento financeiro com retorno rápido.

Acreditando que falava com o amigo, o homem demonstrou interesse na proposta. Em seguida, passou a conversar também com outro número, cujo usuário se identificou como “Marcos”, que continuou a negociação do suposto investimento. Segundo o relato, as conversas chegaram a ocorrer por chamada de vídeo, com compartilhamento de tela.

Durante a conversa, a vítima foi convencida a investir R$ 900, sob a promessa de que receberia R$ 2.200 em poucos minutos. Para isso, foi orientada a realizar uma transferência via PIX por meio de um link enviado na conversa, que direcionou o pagamento para o CNPJ de uma empresa de pagamentos.

Após perceber que a vítima possuía R$ 3.800 disponíveis na conta bancária, o golpista insistiu para que ela também transferisse esse valor, afirmando que o montante retornaria juntamente com o lucro prometido. Um novo link foi enviado e a vítima realizou a segunda transferência.

Pouco depois, ao suspeitar da situação — principalmente quando o autor passou a pedir que fosse feito um empréstimo na conta do Nubank — a vítima interrompeu a comunicação.

Posteriormente, ao entrar em contato por telefone com o amigo Carlos, descobriu que o WhatsApp dele havia sido invadido, e que ele não era o responsável pelas mensagens enviadas.

O prejuízo total foi de R$ 4.700, referente às duas transferências realizadas. Os comprovantes das operações foram apresentados e anexados ao boletim de ocorrência. A vítima também foi orientada sobre o prazo legal para formalizar representação criminal contra os responsáveis pelo golpe.