O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) condenou João Vitor Rodrigues a 60 anos de prisão pelo assassinato de Marley Gomes de Almeida, de 53 anos, e da neta dela, Ana Carolina Almeida Anacleto, de 11, em Jataizinho. A decisão reconheceu a prática de duplo latrocínio — roubo seguido de morte — e fraude processual.
O crime ocorreu em 22 de março de 2025. As vítimas foram encontradas mortas dentro de casa, deitadas na cama, com sinais de violência e lenços amarrados no pescoço. Um pedido de desculpas escrito com sangue também foi localizado na parede.
"Deculpa mae" [sic], dizia o recado.
De acordo com a investigação da Polícia Civil, o réu invadiu a residência durante a madrugada, furtou dinheiro e, ao encontrar as vítimas dormindo, as amarrou e assassinou com golpes de faca. Após o crime, ele limpou o local para eliminar vestígios e fugiu levando o dinheiro e a arma utilizada.
"Já em posse do dinheiro subtraído, João foi até o quarto onde as vítimas dormiam, sem que estas esperassem, dificultando a defesa delas, impossibilitando qualquer resistência, colocou a mão na boca da vítima Marley, advertindo-a para ficar quieta e não gritar, para evitar que acontecesse algo pior, momento em que a criança despertou, tendo o denunciado amarrado as duas vítimas juntas de costas", consta na sentença.
João Vitor foi preso em maio de 2025, após confessar o crime à própria mãe, que o denunciou à polícia. Ele também admitiu formalmente a autoria em depoimento. Na época, ele cumpria pena por tráfico de drogas e estava em saída temporária.
A sentença foi proferida no dia 31 de janeiro deste ano, pela Justiça, e divulgada posteriormente. Além da pena de reclusão, o réu também foi condenado a cinco meses de detenção e ao pagamento de multa.
A defesa informou que ele está ciente da condenação e optou por não recorrer da decisão. O caso teve grande repercussão na região e gerou forte comoção popular.
O crime ocorreu em 22 de março de 2025. As vítimas foram encontradas mortas dentro de casa, deitadas na cama, com sinais de violência e lenços amarrados no pescoço. Um pedido de desculpas escrito com sangue também foi localizado na parede.
"Deculpa mae" [sic], dizia o recado.
De acordo com a investigação da Polícia Civil, o réu invadiu a residência durante a madrugada, furtou dinheiro e, ao encontrar as vítimas dormindo, as amarrou e assassinou com golpes de faca. Após o crime, ele limpou o local para eliminar vestígios e fugiu levando o dinheiro e a arma utilizada.
"Já em posse do dinheiro subtraído, João foi até o quarto onde as vítimas dormiam, sem que estas esperassem, dificultando a defesa delas, impossibilitando qualquer resistência, colocou a mão na boca da vítima Marley, advertindo-a para ficar quieta e não gritar, para evitar que acontecesse algo pior, momento em que a criança despertou, tendo o denunciado amarrado as duas vítimas juntas de costas", consta na sentença.
João Vitor foi preso em maio de 2025, após confessar o crime à própria mãe, que o denunciou à polícia. Ele também admitiu formalmente a autoria em depoimento. Na época, ele cumpria pena por tráfico de drogas e estava em saída temporária.
A sentença foi proferida no dia 31 de janeiro deste ano, pela Justiça, e divulgada posteriormente. Além da pena de reclusão, o réu também foi condenado a cinco meses de detenção e ao pagamento de multa.
A defesa informou que ele está ciente da condenação e optou por não recorrer da decisão. O caso teve grande repercussão na região e gerou forte comoção popular.





