A Polícia Civil prendeu na tarde de sexta-feira (23) João Manoel Borges, conhecido como João Dico, de 60 anos, suspeito de manter a própria esposa, Alzira Miranda Rosa Borges, de 78 anos, em cárcere privado e submetê-la a maus-tratos, na cidade de Ibirarema (SP). O homem chegou a figurar inicialmente como vítima de desaparecimento, mas acabou detido após a apuração dos fatos.
A prisão ocorreu no âmbito de uma investigação que apurava o desaparecimento do casal, comunicado oficialmente à polícia no dia 19 de janeiro, após familiares relatarem que eles não mantinham contato desde o sábado anterior (17/01). Segundo a Polícia Civil, diligências apontaram inconsistências nos relatos apresentados por João Manoel, o que levantou suspeitas sobre a real dinâmica do caso.
Na tarde do dia 23, o casal foi localizado por familiares em uma propriedade rural da família, na zona rural de Ibirarema. Alzira foi encontrada em estado de extrema debilidade física, em condições consideradas indignas, sendo imediatamente encaminhada para atendimento hospitalar, onde permaneceu internada. Diante das circunstâncias, policiais da Delegacia de Polícia de Ibirarema, com apoio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Assis, reuniram elementos que fundamentaram a prisão em flagrante do investigado.
De acordo com a Polícia Civil, João Manoel confessou ter levado a esposa para uma área de mata, onde a manteve escondida por vários dias, restringindo sua liberdade de locomoção e privando-a de cuidados básicos. Ainda segundo o depoimento, a idosa era alimentada apenas com “água e bolacha”, permanecendo em situação degradante.
Com isso, o boletim de ocorrência inicialmente registrado como desaparecimento de pessoas foi reclassificado para encontro de pessoa e prisão em flagrante. O homem foi autuado pelos crimes de cárcere privado qualificado, previsto no artigo 148, §1º, inciso I, do Código Penal, e por maus-tratos e exposição da pessoa idosa a perigo, conforme o artigo 99 do Estatuto do Idoso.
Após a formalização do Auto de Prisão em Flagrante, João Manoel Borges foi encaminhado a uma unidade prisional da região, onde permanece à disposição da Justiça, aguardando a audiência de custódia. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação para o completo esclarecimento das circunstâncias e reafirmou o compromisso com a proteção dos direitos da pessoa idosa e a responsabilização dos autores de crimes dessa natureza.
A prisão ocorreu no âmbito de uma investigação que apurava o desaparecimento do casal, comunicado oficialmente à polícia no dia 19 de janeiro, após familiares relatarem que eles não mantinham contato desde o sábado anterior (17/01). Segundo a Polícia Civil, diligências apontaram inconsistências nos relatos apresentados por João Manoel, o que levantou suspeitas sobre a real dinâmica do caso.
Na tarde do dia 23, o casal foi localizado por familiares em uma propriedade rural da família, na zona rural de Ibirarema. Alzira foi encontrada em estado de extrema debilidade física, em condições consideradas indignas, sendo imediatamente encaminhada para atendimento hospitalar, onde permaneceu internada. Diante das circunstâncias, policiais da Delegacia de Polícia de Ibirarema, com apoio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Assis, reuniram elementos que fundamentaram a prisão em flagrante do investigado.
De acordo com a Polícia Civil, João Manoel confessou ter levado a esposa para uma área de mata, onde a manteve escondida por vários dias, restringindo sua liberdade de locomoção e privando-a de cuidados básicos. Ainda segundo o depoimento, a idosa era alimentada apenas com “água e bolacha”, permanecendo em situação degradante.
Com isso, o boletim de ocorrência inicialmente registrado como desaparecimento de pessoas foi reclassificado para encontro de pessoa e prisão em flagrante. O homem foi autuado pelos crimes de cárcere privado qualificado, previsto no artigo 148, §1º, inciso I, do Código Penal, e por maus-tratos e exposição da pessoa idosa a perigo, conforme o artigo 99 do Estatuto do Idoso.
Após a formalização do Auto de Prisão em Flagrante, João Manoel Borges foi encaminhado a uma unidade prisional da região, onde permanece à disposição da Justiça, aguardando a audiência de custódia. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação para o completo esclarecimento das circunstâncias e reafirmou o compromisso com a proteção dos direitos da pessoa idosa e a responsabilização dos autores de crimes dessa natureza.



