O advogado-geral da União, Jorge Messias, participa nesta quarta-feira (29) de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, etapa fundamental no processo de indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.
Em sua fala inicial, antes de responder aos questionamentos dos senadores, Messias destacou sua formação religiosa, afirmando ter “identidade evangélica”, mas ressaltou o compromisso com o caráter laico do Estado brasileiro. Segundo ele, a laicidade deve ser “clara, mas colaborativa”, permitindo o diálogo entre o poder público e diferentes religiões em favor da fraternidade.
Durante a apresentação, o indicado também abordou temas ligados a valores e direitos constitucionais, como a proteção da família, das crianças e adolescentes, além da inviolabilidade do direito à vida, prevista no artigo 5º da Constituição.
Aos 45 anos, natural de Pernambuco, Messias ocupa o comando da Advocacia-Geral da União (AGU) desde o início do atual governo, em 2023, sendo considerado um nome de confiança de Lula. Ao longo de sua trajetória, atuou em órgãos estratégicos do Executivo, como Banco Central e BNDES, além de ter exercido funções jurídicas na Presidência da República e em ministérios.
À frente da AGU, teve papel central em ações relevantes para o governo, como disputas no STF envolvendo medidas econômicas e a defesa institucional diante de tensões entre os poderes. Também se destacou na articulação de propostas para regulamentação das redes sociais e no enfrentamento à desinformação.
A sabatina segue com questionamentos dos parlamentares, etapa que antecede a votação no Senado que decidirá sobre a aprovação ou não do nome indicado para a Suprema Corte.
Em sua fala inicial, antes de responder aos questionamentos dos senadores, Messias destacou sua formação religiosa, afirmando ter “identidade evangélica”, mas ressaltou o compromisso com o caráter laico do Estado brasileiro. Segundo ele, a laicidade deve ser “clara, mas colaborativa”, permitindo o diálogo entre o poder público e diferentes religiões em favor da fraternidade.
Durante a apresentação, o indicado também abordou temas ligados a valores e direitos constitucionais, como a proteção da família, das crianças e adolescentes, além da inviolabilidade do direito à vida, prevista no artigo 5º da Constituição.
Aos 45 anos, natural de Pernambuco, Messias ocupa o comando da Advocacia-Geral da União (AGU) desde o início do atual governo, em 2023, sendo considerado um nome de confiança de Lula. Ao longo de sua trajetória, atuou em órgãos estratégicos do Executivo, como Banco Central e BNDES, além de ter exercido funções jurídicas na Presidência da República e em ministérios.
À frente da AGU, teve papel central em ações relevantes para o governo, como disputas no STF envolvendo medidas econômicas e a defesa institucional diante de tensões entre os poderes. Também se destacou na articulação de propostas para regulamentação das redes sociais e no enfrentamento à desinformação.
A sabatina segue com questionamentos dos parlamentares, etapa que antecede a votação no Senado que decidirá sobre a aprovação ou não do nome indicado para a Suprema Corte.





