Inscrições para Etec e Fatec são prorrogadas em todo Estado

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As inscrições para cursos técnicos e de nível superior para o primeiro semestre de 2021 das Etecs e Fatecs no interior de São Paulo foram prorrogadas até o dia 17 de dezembro. Estudantes da região podem se inscrever pela internet.

Por causa da pandemia, não haverá prova online ou presencial para o vestibular e vestibulinho. As instituições vão analisar o histórico escolar dos candidatos.

Em Ourinhos, os interessados em se inscrever na Etec poderá solicitar um patrocinador

Como se inscrever

As inscrições para o vestibulinho das Escolas Técnicas (Etecs) devem ser feita pelo site oficial. O valor da inscrição é de R$ 19 e pode ser feita até 17 de dezembro, às 15h.

“Por favor, se tiverem algum aluno carente que queira fazer um dos cursos citados (que vá para o 1º ano do ensino médio em 2021), nos encaminhe o boleto bancário para que possamos passar aos nossos patrocinadores.

Favor entrar em contato pelo WhatsApp: (14) 99820-5507”

Em Ourinhos, são três unidades:

 

Já para concorrer a uma das vagas dos cursos de nível superior das Faculdades de Tecnologia (Fatecs), os interessados também devem se cadastrar pela internet. A inscrição custa R$ 39 e pode ser feita até 17 de dezembro.

(Clique aqui para conhecer os cursos da Fatec de Ourinhos)

 

Países devem redesenhar progresso e reduzir pressão sobre o planeta

(Foto: Christie's/ William Anders)

Países ricos e pobres devem redesenhar suas trajetórias de progresso e diminuir a pressão humana sobre o planeta, sinaliza relatório lançado nesta terça-feira (15) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

O documento inclui um novo índice experimental sobre o progresso humano. Ele reúne informações sobre as emissões de dióxido de carbono e a pegada material dos países (medida de extração de matéria-prima no mundo para atender à demanda nacional).

“O poder que nós, humanos, exercemos sobre o planeta não tem precedentes. Diante da covid-19, de temperaturas que quebram recordes históricos e de uma desigualdade que vem se reproduzindo, é chegado o momento de usar esse poder para redefinir o que entendemos como progresso, para que nossas pegadas de carbono e consumo não permaneçam ocultas”, disse Achim Steiner, chefe mundial do PNUD.

O 30º Relatório de Desenvolvimento Humano - A Próxima Fronteira: Desenvolvimento Humano e o Antropoceno, considera que as pessoas e o planeta estão entrando em uma era geológica inteiramente nova, o Antropoceno ou era dos humanos.

Saúde e educação

O documento apresenta uma variante experimental do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). De acordo com o Pnud, ao ajustar o IDH, que mede a saúde, a educação e o padrão de vida dos países, para incorporar dois outros elementos - emissões de dióxido de carbono e pegada material dos países -, o novo índice mostra a transformação que pode ocorrer no campo do desenvolvimento se o bem-estar das pessoas e a integridade do planeta forem considerados conjuntamente para definição do progresso humano.

O levantamento se refere ao ano de 2019 e, portanto, ainda não avalia os impactos da pandemia de covid-19 no desenvolvimento humano. Entretanto, já projeta uma quebra na curva ascendente dos países nas dimensões humanas para o próximo relatório, o que pode indicar que a atual pandemia é resultado do desequilíbrio ambiental.

Segundo a pesquisa, as novas estimativas preveem que, até o ano 2100, os países mais pobres poderão enfrentar até mais 100 dias de clima extremo por ano devido à mudança global do clima. Para o PNUD, esse número pode ser cortado pela metade se o Acordo de Paris for totalmente implementado.

Brasil

Segundo o novo índice ambiental, o Brasil sobe dez posições no ranking neste IDH específico. Segundo o relatório, o índice não significa um avanço do país ao considerar a pressão ao meio ambiente.

Atualmente, o Brasil está na 84ª posição no ranking do IDH entre 189 nações e se encontra no grupo dos considerados com alto desenvolvimento humano. O Brasil caiu cinco posições em relação ao índice medido em 2019.

Enfrentamento

O relatório indica, ainda, que essas desigualdades poderiam ser enfrentadas com ações do setor público e oferece exemplos que vão desde a aplicação de regimes fiscais mais progressivos à proteção das comunidades costeiras por meio de investimentos preventivos e mecanismos de seguro, medidas que poderiam proteger até 840 milhões de pessoas nas regiões costeiras do mundo.

Para o Pnud, no entanto, esforços devem ser feitos de forma articulada para que as medidas adotadas não contribuam ainda mais para o confronto das pessoas com o planeta.

Fonte: Agência Brasil

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