Dois irmãos foram presos em flagrante na madrugada deste domingo (6), em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), durante uma ocorrência que começou com uma tentativa de captura de um homem procurado pela Justiça e terminou com a apreensão de drogas e a prisão dos dois irmãos por tráfico, associação para o tráfico, resistência e desobediência.
Os presos foram identificados como Moisés da S. M., de 21 anos, que completou aniversário neste sábado (5), e Wesley da S. M., de 23 anos. A ocorrência teve início durante patrulhamento tático realizado pela Polícia Militar pelo Bairro das Nações.
Segundo o registro policial, os militares receberam uma denúncia anônima informando que Edson, contra quem haveria um mandado de prisão relacionado aos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, estaria escondido em uma residência localizada na Avenida Itália.
As equipes foram até o endereço e fizeram contato com familiares do procurado, que inicialmente negaram que ele estivesse no imóvel. No entanto, durante a averiguação, os policiais teriam visualizado Edson saindo pela porta da cozinha e entrando no corredor da residência, confirmando sua presença.
Diante da ordem judicial existente contra ele, os policiais entraram no imóvel para realizar a captura. Edson, porém, teria fugido pelos fundos da casa, pulando o muro lateral, e não foi localizado.
Irmãos teriam entrado em confronto com policiais
Ainda segundo o boletim de ocorrência, durante a tentativa de captura, Moisés e Wesley, irmãos de Edson, teriam reagido fisicamente à ação policial, desferindo socos e chutes contra os militares.
O registro também aponta que os irmãos quebraram os vidros da porta da cozinha e arremessaram fragmentos de vidro, que atingiram policiais. Diante da resistência, os militares utilizaram força moderada e proporcional para conseguir contê-los.
Após a contenção dos irmãos, os policiais visualizaram, sobre um móvel localizado entre a cozinha e o corredor, uma porção de substância vegetal esverdeada com características semelhantes à maconha.
De acordo com o registro, a droga pôde ser visualizada porque a contenção de Moisés ocorreu dentro da residência. A partir disso, foi realizada uma busca domiciliar, acompanhada pela mãe dos dois.
Drogas estavam em quarto utilizado pelos irmãos
Durante as buscas no quarto utilizado por Moisés e Wesley, os policiais localizaram, embaixo de uma cômoda que continha objetos pessoais dos dois, um invólucro plástico amarelo com nove pedras de crack embaladas e prontas para comercialização, além de uma porção maior de crack em estado bruto, que seria destinada ao fracionamento.
Também foram encontrados seis invólucros contendo cocaína, além de três lâminas de gilete, que, segundo o registro policial, seriam utilizadas para o fracionamento das drogas. Os celulares dos dois irmãos também foram apreendidos.
Questionados inicialmente sobre os entorpecentes encontrados no quarto, os dois teriam assumido a propriedade das drogas. Posteriormente, porém, exerceram o direito constitucional ao silêncio e informaram que prestariam esclarecimentos somente em juízo.
Em relação à porção de maconha localizada no imóvel, Moisés teria assumido a propriedade.
Laudo confirmou presença de drogas
As substâncias apreendidas foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística para exame de constatação e pesagem.
O Laudo Pericial nº 341.698/2026 confirmou a presença de THC (tetrahidrocanabinol) em um dos itens, com peso líquido de 36,13 gramas.
Nos demais materiais, o exame identificou cocaína, com pesos líquidos de 11,27 gramas e 3,75 gramas, respectivamente.
Policiais e um dos presos ficaram feridos
Após a resistência durante a abordagem, Moisés e Wesley foram encaminhados à UPA de Santa Cruz do Rio Pardo para atendimento médico.
Moisés apresentou lesão no pé direito e no cotovelo direito, esta última provocada por estilhaços de vidro. Um dos policiais, o soldado PM Godoi, também sofreu uma lesão na face causada pelos fragmentos.
As lesões foram constatadas pela médica Dra. Paula Franco, conforme fichas de atendimento anexadas à ocorrência. Os demais policiais envolvidos não relataram ferimentos.
Segundo o boletim, não foi solicitada perícia para avaliar os danos provocados na porta da residência, uma vez que o local havia sido prejudicado durante a ocorrência.
Prisão foi ratificada pela autoridade policial
Após a apresentação dos envolvidos no Plantão Policial de Ourinhos, juntamente com as drogas e demais materiais apreendidos, a autoridade policial analisou os fatos e ratificou as prisões realizadas pelos policiais militares.
Moisés e Wesley foram autuados, em tese, pelos crimes previstos nos artigos 329 e 330 do Código Penal, referentes a resistência e desobediência, além dos artigos 33 e 35 da Lei 11.343/2006, relacionados ao tráfico de drogas e associação para o tráfico.
O uso de algemas foi registrado com base na Súmula Vinculante nº 11 do Supremo Tribunal Federal e no Decreto Federal nº 8.858/2016, diante do fundado receio de fuga e da resistência apresentada durante a ocorrência.
Os dois foram acompanhados pelo advogado e a mãe dos presos também compareceu ao plantão policial.
Após os procedimentos de praxe e a expedição de requisição para exame cautelar no IML, os irmãos permaneceram nas dependências do Plantão Policial, à disposição do Poder Judiciário e aguardando a audiência de custódia.
O homem que era inicialmente procurado pela Polícia Militar, Edson, conseguiu fugir durante a ação e não foi localizado naquele momento.
Os presos foram identificados como Moisés da S. M., de 21 anos, que completou aniversário neste sábado (5), e Wesley da S. M., de 23 anos. A ocorrência teve início durante patrulhamento tático realizado pela Polícia Militar pelo Bairro das Nações.
Segundo o registro policial, os militares receberam uma denúncia anônima informando que Edson, contra quem haveria um mandado de prisão relacionado aos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, estaria escondido em uma residência localizada na Avenida Itália.
As equipes foram até o endereço e fizeram contato com familiares do procurado, que inicialmente negaram que ele estivesse no imóvel. No entanto, durante a averiguação, os policiais teriam visualizado Edson saindo pela porta da cozinha e entrando no corredor da residência, confirmando sua presença.
Diante da ordem judicial existente contra ele, os policiais entraram no imóvel para realizar a captura. Edson, porém, teria fugido pelos fundos da casa, pulando o muro lateral, e não foi localizado.
Irmãos teriam entrado em confronto com policiais
Ainda segundo o boletim de ocorrência, durante a tentativa de captura, Moisés e Wesley, irmãos de Edson, teriam reagido fisicamente à ação policial, desferindo socos e chutes contra os militares.
O registro também aponta que os irmãos quebraram os vidros da porta da cozinha e arremessaram fragmentos de vidro, que atingiram policiais. Diante da resistência, os militares utilizaram força moderada e proporcional para conseguir contê-los.
Após a contenção dos irmãos, os policiais visualizaram, sobre um móvel localizado entre a cozinha e o corredor, uma porção de substância vegetal esverdeada com características semelhantes à maconha.
De acordo com o registro, a droga pôde ser visualizada porque a contenção de Moisés ocorreu dentro da residência. A partir disso, foi realizada uma busca domiciliar, acompanhada pela mãe dos dois.
Drogas estavam em quarto utilizado pelos irmãos
Durante as buscas no quarto utilizado por Moisés e Wesley, os policiais localizaram, embaixo de uma cômoda que continha objetos pessoais dos dois, um invólucro plástico amarelo com nove pedras de crack embaladas e prontas para comercialização, além de uma porção maior de crack em estado bruto, que seria destinada ao fracionamento.
Também foram encontrados seis invólucros contendo cocaína, além de três lâminas de gilete, que, segundo o registro policial, seriam utilizadas para o fracionamento das drogas. Os celulares dos dois irmãos também foram apreendidos.
Questionados inicialmente sobre os entorpecentes encontrados no quarto, os dois teriam assumido a propriedade das drogas. Posteriormente, porém, exerceram o direito constitucional ao silêncio e informaram que prestariam esclarecimentos somente em juízo.
Em relação à porção de maconha localizada no imóvel, Moisés teria assumido a propriedade.
Laudo confirmou presença de drogas
As substâncias apreendidas foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística para exame de constatação e pesagem.
O Laudo Pericial nº 341.698/2026 confirmou a presença de THC (tetrahidrocanabinol) em um dos itens, com peso líquido de 36,13 gramas.
Nos demais materiais, o exame identificou cocaína, com pesos líquidos de 11,27 gramas e 3,75 gramas, respectivamente.
Policiais e um dos presos ficaram feridos
Após a resistência durante a abordagem, Moisés e Wesley foram encaminhados à UPA de Santa Cruz do Rio Pardo para atendimento médico.
Moisés apresentou lesão no pé direito e no cotovelo direito, esta última provocada por estilhaços de vidro. Um dos policiais, o soldado PM Godoi, também sofreu uma lesão na face causada pelos fragmentos.
As lesões foram constatadas pela médica Dra. Paula Franco, conforme fichas de atendimento anexadas à ocorrência. Os demais policiais envolvidos não relataram ferimentos.
Segundo o boletim, não foi solicitada perícia para avaliar os danos provocados na porta da residência, uma vez que o local havia sido prejudicado durante a ocorrência.
Prisão foi ratificada pela autoridade policial
Após a apresentação dos envolvidos no Plantão Policial de Ourinhos, juntamente com as drogas e demais materiais apreendidos, a autoridade policial analisou os fatos e ratificou as prisões realizadas pelos policiais militares.
Moisés e Wesley foram autuados, em tese, pelos crimes previstos nos artigos 329 e 330 do Código Penal, referentes a resistência e desobediência, além dos artigos 33 e 35 da Lei 11.343/2006, relacionados ao tráfico de drogas e associação para o tráfico.
O uso de algemas foi registrado com base na Súmula Vinculante nº 11 do Supremo Tribunal Federal e no Decreto Federal nº 8.858/2016, diante do fundado receio de fuga e da resistência apresentada durante a ocorrência.
Os dois foram acompanhados pelo advogado e a mãe dos presos também compareceu ao plantão policial.
Após os procedimentos de praxe e a expedição de requisição para exame cautelar no IML, os irmãos permaneceram nas dependências do Plantão Policial, à disposição do Poder Judiciário e aguardando a audiência de custódia.
O homem que era inicialmente procurado pela Polícia Militar, Edson, conseguiu fugir durante a ação e não foi localizado naquele momento.
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