O líder do grupo terrorista Hamas, Ismail Haniyeh, foi morto em Teerã, no Irã, na madrugada desta quarta-feira (31), conforme confirmado pela Guarda Revolucionária do Irã e pelo próprio Hamas. A morte ocorreu após um ataque à sua residência, resultando também na morte de um de seus guarda-costas. Haniyeh estava no Irã para participar da cerimônia de posse do presidente Masoud Pezeshkian, que contou com a presença de diversas autoridades, incluindo o vice-presidente brasileiro, Geraldo Alckmin.
O incidente aconteceu por volta das 2h, horário local (20h de terça em Brasília), em uma residência de veteranos de guerra no norte da capital iraniana. Ainda não foram divulgados detalhes sobre a execução do ataque, e nenhuma entidade reivindicou a responsabilidade. Israel, que havia prometido retaliar líderes do Hamas após um ataque em outubro que resultou em 1.200 mortos e 250 reféns, não comentou oficialmente o caso.
Em resposta, o Hamas emitiu um comunicado chamando o ataque de "covarde" e prometeu que ele não ficará impune. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, afirmou que é dever do país vingar a morte de Haniyeh, que foi descrito como "martirizado em solo iraniano". O presidente palestino, Mahmoud Abbas, também condenou o assassinato.
Haniyeh, considerado um moderado em comparação com outros membros do Hamas, tinha um papel diplomático significativo, mantendo contatos com o Irã e outros países. Em 2017, foi nomeado para o cargo mais alto do grupo, após anos de liderança em Gaza, onde três de seus filhos foram mortos em um ataque aéreo israelense. Apesar de ser acusado por Israel de desviar ajuda humanitária para a ala militar do Hamas, ele era visto como um negociador pragmático em situações de conflito.
A morte de Haniyeh ocorre em um momento delicado, com a administração dos Estados Unidos tentando negociar um cessar-fogo entre Israel e Hamas. Até o momento, o governo de Joe Biden não se pronunciou sobre o ocorrido.
O incidente aconteceu por volta das 2h, horário local (20h de terça em Brasília), em uma residência de veteranos de guerra no norte da capital iraniana. Ainda não foram divulgados detalhes sobre a execução do ataque, e nenhuma entidade reivindicou a responsabilidade. Israel, que havia prometido retaliar líderes do Hamas após um ataque em outubro que resultou em 1.200 mortos e 250 reféns, não comentou oficialmente o caso.
Em resposta, o Hamas emitiu um comunicado chamando o ataque de "covarde" e prometeu que ele não ficará impune. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, afirmou que é dever do país vingar a morte de Haniyeh, que foi descrito como "martirizado em solo iraniano". O presidente palestino, Mahmoud Abbas, também condenou o assassinato.
Haniyeh, considerado um moderado em comparação com outros membros do Hamas, tinha um papel diplomático significativo, mantendo contatos com o Irã e outros países. Em 2017, foi nomeado para o cargo mais alto do grupo, após anos de liderança em Gaza, onde três de seus filhos foram mortos em um ataque aéreo israelense. Apesar de ser acusado por Israel de desviar ajuda humanitária para a ala militar do Hamas, ele era visto como um negociador pragmático em situações de conflito.
A morte de Haniyeh ocorre em um momento delicado, com a administração dos Estados Unidos tentando negociar um cessar-fogo entre Israel e Hamas. Até o momento, o governo de Joe Biden não se pronunciou sobre o ocorrido.
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