Aquela rua era nosso caminho natural, naquelas primaveras de chão batido... Talvez a única rua de Ourinhos que contemplava três escolas: SESI, Caló e Virgínia Ramalho (Grupinho), sim ela delimitava lateralmente Caló e Grupinho e era endereço domiciliar do SESI.
Nossa rua "ramalhete" era a Barão do Rio Branco, uma via ou veia, que pulsava desde a linha do trem, na Barra Funda até dar de frente com a Raposo Tavares, na Vila Perino!
Mas não é sobre escolas, ferrovia e estrada estadual... é sobre as flores que enfeitavam as varandas da nossa felicidade!
As casas construídas num padrão que respeitava o bolso dos moradores: todas de madeira, varandinha na frente, porta da sala, muro baixo e uma variedade absurda de flores nos jardins, evidentemente que se destacavam as rosas vermelhas!
Por essas e outras eu chamava a Barão do Rio Branco de "caminho encantado".
Nossas vidas pobrezinhas foram moldadas ali, entre flores, vizinhança compatível, avós na janela, postes de iluminação deficiente e um céu azul que era só nosso!
Tempos depois chegou o asfalto, a rua se modernizou, a iluminação pública virou luz de led e as casinhas de madeira rarearam.
Sem querer, ouvindo Tavito cantando sua "Rua Ramalhete", me bateu uma grande nostalgia, entrei no Google Maps e caminhei com o dedo no mouse por toda nossa rua encantada, confesso que senti saudades!











Nossa rua "ramalhete" era a Barão do Rio Branco, uma via ou veia, que pulsava desde a linha do trem, na Barra Funda até dar de frente com a Raposo Tavares, na Vila Perino!
Mas não é sobre escolas, ferrovia e estrada estadual... é sobre as flores que enfeitavam as varandas da nossa felicidade!
As casas construídas num padrão que respeitava o bolso dos moradores: todas de madeira, varandinha na frente, porta da sala, muro baixo e uma variedade absurda de flores nos jardins, evidentemente que se destacavam as rosas vermelhas!
Por essas e outras eu chamava a Barão do Rio Branco de "caminho encantado".
Nossas vidas pobrezinhas foram moldadas ali, entre flores, vizinhança compatível, avós na janela, postes de iluminação deficiente e um céu azul que era só nosso!
Tempos depois chegou o asfalto, a rua se modernizou, a iluminação pública virou luz de led e as casinhas de madeira rarearam.
Sem querer, ouvindo Tavito cantando sua "Rua Ramalhete", me bateu uma grande nostalgia, entrei no Google Maps e caminhei com o dedo no mouse por toda nossa rua encantada, confesso que senti saudades!















