Anteontem, uma ensolarada quarta-feira de cinzas, me lembrei que acabou o Carnaval (hoje em dia tenho aversão ao Carnaval), começou o período penitencial da Quaresma, período em que, anos 70, minha mãe nos fazia cumprir certas regras, uma delas: não comer carne... penso até que ela aproveitava a ocasião para justificar a falta de carne no prato, mesmo assim, entendo seus malabarismos com os poucos recursos disponíveis, ela era expert em economia doméstica!
Bem... voltando ao Carnaval, lembro-me bem de 1974, com 14 anos, fui convidado por um amigo do Grupinho (Virgínia Ramalho) para pular o Carnaval no Palmeiras da Vila Margarida.
Evidente que nossa idade só permitia entrar na matinê.
Putz... Que emoção, meu primeiro baile de carnaval.
Lá conheci uma menina toda produzida, vestida de "palhaçinha", dizia ser de Sorocaba, acho que não disse o nome, se disse eu não a ouvi, tomado pela emoção.
Eu, "simprão" de tudo, fui de camiseta regata, shorts e kichute. Ah, o perfume, Styletto, peguei escondido do meu irmão.
Inesquecível aquele momento, havia uma banda toda animada, tocando as grandes marchinhas de carnaval, "Aurora", "Cabeleira do Zezé", "Se Você Pensa Que Cachaça é Água ".
Eu rodopiei naquele salão inteiro, de mãos dadas com a palhaçinha, até anoitecer... No fim do baile, ali na saída do salão, rolou um amasso de tirar o fôlego.
Voltei na matinê do dia seguinte, bem mais solto e apaixonado pela menina vestida de palhaçinha que, não apareceu naquele domingo à tarde, nem na segunda-feira, na terça, enfim, infelizmente nunca mais vi! Um sonho que passou!
Ficou a lembrança! Reflito e ligo o mp3, coincidência ou não, o Benito di Paula segue cantando seu "Retalhos de Cetim"!
Bem... voltando ao Carnaval, lembro-me bem de 1974, com 14 anos, fui convidado por um amigo do Grupinho (Virgínia Ramalho) para pular o Carnaval no Palmeiras da Vila Margarida.
Evidente que nossa idade só permitia entrar na matinê.
Putz... Que emoção, meu primeiro baile de carnaval.
Lá conheci uma menina toda produzida, vestida de "palhaçinha", dizia ser de Sorocaba, acho que não disse o nome, se disse eu não a ouvi, tomado pela emoção.
Eu, "simprão" de tudo, fui de camiseta regata, shorts e kichute. Ah, o perfume, Styletto, peguei escondido do meu irmão.
Inesquecível aquele momento, havia uma banda toda animada, tocando as grandes marchinhas de carnaval, "Aurora", "Cabeleira do Zezé", "Se Você Pensa Que Cachaça é Água ".
Eu rodopiei naquele salão inteiro, de mãos dadas com a palhaçinha, até anoitecer... No fim do baile, ali na saída do salão, rolou um amasso de tirar o fôlego.
Voltei na matinê do dia seguinte, bem mais solto e apaixonado pela menina vestida de palhaçinha que, não apareceu naquele domingo à tarde, nem na segunda-feira, na terça, enfim, infelizmente nunca mais vi! Um sonho que passou!
Ficou a lembrança! Reflito e ligo o mp3, coincidência ou não, o Benito di Paula segue cantando seu "Retalhos de Cetim"!



