Já fiz tanta coisa na vida que, pelos quilômetros rodados, já nem me lembro mais: engraxate, coxinheiro, guia de cego, empacotador, balconista, serralheiro, supervisor censitário, bancário e eletricitário.
Hoje, aposentado, sou artista plástico, cronista e escritor!
Ainda ontem estava lembrando de uma ilusão que tive, quando iniciei tentativa para atuar na área de dramaturgia, especificamente, ator de faroeste. Nem sei se eu tinha talento para tal, é que minha mãe, sempre que estava estressada comigo, dizia que eu era dramático e fingido!
Então...

Em 99, quando me desliguei do Banestado - Banco do Estado do Paraná, entre outras opções pra recolocação no mercado, tentei o cinema... Tirei uma foto, escrevi uma carta e enviei, via Correios, para a Paramount Pictures Corporation, em Los Angeles, pedindo uma chance...
Eu queria protagonizar um bang-bang... Queria ser igual aos atores que assistia nas matinês do Cine Ourinhos, feito John Wayne, Giulianno Gema, Clint Eastwood ou Gregory Peck.
Acreditava que minha descendência italiana, misturada com meu jeito caipira, seduzisse os produtores!
Depois de longo tempo, eu até estava esquecendo do pedido quando, meses depois, recebo um taxativo telegrama da Paramount:
"Só serve pra bandido!"
Minha carreira de mocinho de faroeste terminou naquele instante!
Penso que Raul Seixas escreveu "Cowboy Fora da Lei" inspirado em mim!
Hoje, aposentado, sou artista plástico, cronista e escritor!
Ainda ontem estava lembrando de uma ilusão que tive, quando iniciei tentativa para atuar na área de dramaturgia, especificamente, ator de faroeste. Nem sei se eu tinha talento para tal, é que minha mãe, sempre que estava estressada comigo, dizia que eu era dramático e fingido!
Então...

Em 99, quando me desliguei do Banestado - Banco do Estado do Paraná, entre outras opções pra recolocação no mercado, tentei o cinema... Tirei uma foto, escrevi uma carta e enviei, via Correios, para a Paramount Pictures Corporation, em Los Angeles, pedindo uma chance...
Eu queria protagonizar um bang-bang... Queria ser igual aos atores que assistia nas matinês do Cine Ourinhos, feito John Wayne, Giulianno Gema, Clint Eastwood ou Gregory Peck.
Acreditava que minha descendência italiana, misturada com meu jeito caipira, seduzisse os produtores!
Depois de longo tempo, eu até estava esquecendo do pedido quando, meses depois, recebo um taxativo telegrama da Paramount:
"Só serve pra bandido!"
Minha carreira de mocinho de faroeste terminou naquele instante!
Penso que Raul Seixas escreveu "Cowboy Fora da Lei" inspirado em mim!



