Uma jovem de 21 anos morreu afogada no início da tarde desta quinta-feira (25) na lagoa da Quinta da Bela Olinda, em Bauru (SP). O local possui placas que proíbem o nado, mas, ainda assim, é frequentemente utilizado por banhistas.
De acordo com informações apuradas pela TV TEM, a vítima, identificada como Giovana de Araujo Lima, foi até a represa por volta das 13h acompanhada de um amigo, em uma motocicleta. Pouco tempo depois de chegarem ao local, a jovem teria pulado na água e não foi mais vista.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou as buscas, localizando o corpo da jovem a cerca de 4,5 metros de profundidade. A perícia técnica também esteve no local para os procedimentos necessários. Após a conclusão dos trabalhos, o corpo foi retirado por uma funerária e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Mesmo após o ocorrido e apesar da proibição de banho na lagoa, a equipe da TV TEM flagrou dezenas de pessoas nadando no local no fim da tarde desta quinta-feira, poucas horas depois do afogamento.
Um levantamento realizado pela Defesa Civil em 2022, com base em relatos de moradores da região, aponta que mais de 100 pessoas já morreram na lagoa, reforçando o histórico de risco do local e a importância do respeito às normas de segurança.
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De acordo com informações apuradas pela TV TEM, a vítima, identificada como Giovana de Araujo Lima, foi até a represa por volta das 13h acompanhada de um amigo, em uma motocicleta. Pouco tempo depois de chegarem ao local, a jovem teria pulado na água e não foi mais vista.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou as buscas, localizando o corpo da jovem a cerca de 4,5 metros de profundidade. A perícia técnica também esteve no local para os procedimentos necessários. Após a conclusão dos trabalhos, o corpo foi retirado por uma funerária e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Mesmo após o ocorrido e apesar da proibição de banho na lagoa, a equipe da TV TEM flagrou dezenas de pessoas nadando no local no fim da tarde desta quinta-feira, poucas horas depois do afogamento.
Um levantamento realizado pela Defesa Civil em 2022, com base em relatos de moradores da região, aponta que mais de 100 pessoas já morreram na lagoa, reforçando o histórico de risco do local e a importância do respeito às normas de segurança.
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