Um jovem de 27 anos, morador do Parque Minas Gerais, em Ourinhos (SP), procurou o Plantão Policial nesta quarta-feira (7) para denunciar que foi vítima de um golpe aplicado por meio das redes sociais, com características de uma falsa pirâmide financeira.
Segundo o relato, a vítima acessava sua conta no Facebook quando visualizou uma publicação feita por um indivíduo identificado como Rafael B., na qual ele afirmava ter realizado um investimento com retorno financeiro positivo. A postagem continha, inclusive, comprovantes de transferências via Pix, além de comentários sugerindo que outras pessoas também teriam obtido lucro, o que transmitia uma falsa sensação de segurança.
Interessado, o jovem entrou em contato com Rafael B., que confirmou a suposta veracidade do investimento e forneceu o contato de um terceiro, identificado como Marcos, apontado como o responsável pela operação financeira. Em conversa com Marcos, o declarante recebeu novas garantias de que o investimento era seguro e que diversas pessoas já haviam obtido ganhos.
Convencido, o jovem realizou uma transferência via Pix no valor de R$ 500. Após o envio, Marcos solicitou que a vítima gravasse um vídeo confirmando a transação, alegando que esse procedimento seria necessário para liberar o estorno do valor investido acrescido de mais R$ 500, totalizando R$ 1.000. A promessa era de que o dinheiro retornaria de forma imediata.
Na sequência, Marcos realizou uma chamada de vídeo, na qual não exibiu sua própria imagem, aparecendo apenas a imagem da vítima. Durante a ligação, orientou o jovem a acessar sua conta bancária para verificar o saldo. Pouco depois, a chamada foi encerrada e o suposto investidor deixou de responder às mensagens e tentativas de contato.
Ao verificar sua conta, a vítima constatou que nenhum valor havia sido estornado. Ao tentar novo contato via WhatsApp, percebeu que o interlocutor passou a solicitar um código PIN, levantando a suspeita de uma possível tentativa de invasão de conta.
O caso foi registrado e será analisado pela autoridade policial, que deverá apurar os fatos. A polícia reforça o alerta para que a população desconfie de promessas de retorno financeiro rápido e garantido, especialmente aquelas divulgadas em redes sociais, prática comum em golpes do tipo pirâmide financeira.
Segundo o relato, a vítima acessava sua conta no Facebook quando visualizou uma publicação feita por um indivíduo identificado como Rafael B., na qual ele afirmava ter realizado um investimento com retorno financeiro positivo. A postagem continha, inclusive, comprovantes de transferências via Pix, além de comentários sugerindo que outras pessoas também teriam obtido lucro, o que transmitia uma falsa sensação de segurança.
Interessado, o jovem entrou em contato com Rafael B., que confirmou a suposta veracidade do investimento e forneceu o contato de um terceiro, identificado como Marcos, apontado como o responsável pela operação financeira. Em conversa com Marcos, o declarante recebeu novas garantias de que o investimento era seguro e que diversas pessoas já haviam obtido ganhos.
Convencido, o jovem realizou uma transferência via Pix no valor de R$ 500. Após o envio, Marcos solicitou que a vítima gravasse um vídeo confirmando a transação, alegando que esse procedimento seria necessário para liberar o estorno do valor investido acrescido de mais R$ 500, totalizando R$ 1.000. A promessa era de que o dinheiro retornaria de forma imediata.
Na sequência, Marcos realizou uma chamada de vídeo, na qual não exibiu sua própria imagem, aparecendo apenas a imagem da vítima. Durante a ligação, orientou o jovem a acessar sua conta bancária para verificar o saldo. Pouco depois, a chamada foi encerrada e o suposto investidor deixou de responder às mensagens e tentativas de contato.
Ao verificar sua conta, a vítima constatou que nenhum valor havia sido estornado. Ao tentar novo contato via WhatsApp, percebeu que o interlocutor passou a solicitar um código PIN, levantando a suspeita de uma possível tentativa de invasão de conta.
O caso foi registrado e será analisado pela autoridade policial, que deverá apurar os fatos. A polícia reforça o alerta para que a população desconfie de promessas de retorno financeiro rápido e garantido, especialmente aquelas divulgadas em redes sociais, prática comum em golpes do tipo pirâmide financeira.





