Um jovem de 23 anos, morador de Ourinhos, foi vítima do conhecido golpe da falsa paquera, que terminou em extorsão praticada por um criminoso que se passou por delegado de polícia. O caso foi registrado no Plantão Policial e será investigado pela Polícia Civil.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima relatou que foi abordada por uma mulher por meio do Facebook. Durante a conversa, ela pediu seu número de WhatsApp para que os dois continuassem o contato de forma privada.
Segundo o jovem, em nenhum momento a mulher informou ser menor de idade. As conversas evoluíram e ambos passaram a trocar fotografias íntimas.
Falso delegado exigiu dinheiro
Pouco tempo depois, Ezequiel recebeu mensagens de outro número de telefone. O interlocutor se apresentou como delegado de polícia e afirmou que a mulher com quem ele conversava era, na verdade, uma adolescente.
O golpista passou então a exigir pagamentos via PIX, alegando que o dinheiro serviria para “resolver a situação” e evitar consequências legais. Assustado com a ameaça, o jovem realizou três transferências, nos valores de:
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima relatou que foi abordada por uma mulher por meio do Facebook. Durante a conversa, ela pediu seu número de WhatsApp para que os dois continuassem o contato de forma privada.
Segundo o jovem, em nenhum momento a mulher informou ser menor de idade. As conversas evoluíram e ambos passaram a trocar fotografias íntimas.
Falso delegado exigiu dinheiro
Pouco tempo depois, Ezequiel recebeu mensagens de outro número de telefone. O interlocutor se apresentou como delegado de polícia e afirmou que a mulher com quem ele conversava era, na verdade, uma adolescente.
O golpista passou então a exigir pagamentos via PIX, alegando que o dinheiro serviria para “resolver a situação” e evitar consequências legais. Assustado com a ameaça, o jovem realizou três transferências, nos valores de:
- R$ 200,00;
- R$ 300,00;
- R$ 600,00.
O prejuízo total foi de R$ 1.100,00.
Transferências e investigação
Conforme o registro policial, os dois primeiros PIX foram feitos pela conta da vítima no Banco Inter. Já a terceira transferência, de R$ 600, foi realizada pela conta de sua esposa, no Banco Itaú, porque o limite diário da conta da vítima havia sido atingido.
Os valores foram enviados para um CPF registrado em nome de Jennifer Beatrice Vitória Maciel.
A vítima também forneceu à polícia os números de telefone utilizados pelos criminosos:
Transferências e investigação
Conforme o registro policial, os dois primeiros PIX foram feitos pela conta da vítima no Banco Inter. Já a terceira transferência, de R$ 600, foi realizada pela conta de sua esposa, no Banco Itaú, porque o limite diário da conta da vítima havia sido atingido.
Os valores foram enviados para um CPF registrado em nome de Jennifer Beatrice Vitória Maciel.
A vítima também forneceu à polícia os números de telefone utilizados pelos criminosos:
- (53) 98106-6435 – utilizado pela suposta mulher;
- (16) 98224-6224 – utilizado pelo homem que se apresentou falsamente como delegado.
A vítima entregou ainda capturas das conversas e os comprovantes das transferências, documentos que foram anexados ao boletim de ocorrência e servirão de base para a investigação.
Alerta da Polícia
A Polícia orienta que delegados, policiais ou autoridades não exigem pagamentos por PIX para arquivar ocorrências ou evitar processos. Em casos semelhantes, a recomendação é interromper o contato imediatamente, preservar as conversas e procurar a Polícia Civil para registrar a ocorrência.
Alerta da Polícia
A Polícia orienta que delegados, policiais ou autoridades não exigem pagamentos por PIX para arquivar ocorrências ou evitar processos. Em casos semelhantes, a recomendação é interromper o contato imediatamente, preservar as conversas e procurar a Polícia Civil para registrar a ocorrência.
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