Um jovem de 20 anos foi abordado pela Polícia Militar nesta quinta-feira (24), em Ourinhos, enquanto conduzia uma Honda CG Titan 125 que apresentava apontamento de furto no sistema utilizado pela PM. O caso, porém, ganhou novos contornos no Plantão Policial após o proprietário da motocicleta afirmar que havia negociado voluntariamente o veículo.
Segundo o registro, a motocicleta passou por um radar no trevo da Rodovia Mello Peixoto, nas proximidades do Ville de France, seguindo em direção a Ipaussu. Os policiais iniciaram buscas e localizaram o veículo no km 374 da Rodovia Raposo Tavares. O condutor, identificado como C. A. V. C., obedeceu à ordem de parada e não tentou fugir.
O proprietário registral da moto, identificado como N., inicialmente disse que o veículo havia desaparecido enquanto estava estacionado no bairro CDHU. Posteriormente, na delegacia, mudou sua versão e afirmou que teria entregue voluntariamente a motocicleta durante uma negociação, recebendo R$ 1 mil e entre 5 e 10 gramas de cocaína.
C. apresentou uma versão diferente. Ele declarou ter comprado a moto diretamente de N. por R$ 3 mil em dinheiro e negou ter fornecido cocaína como parte do pagamento. Uma testemunha afirmou ter presenciado a negociação e disse que viu pagamento em dinheiro, sem entrega de drogas.
Ninguém foi preso
Diante das versões conflitantes, a autoridade policial entendeu que não havia elementos suficientes para uma prisão em flagrante. A motocicleta foi apreendida para esclarecimento de sua situação e da origem do apontamento de furto.
A Polícia Civil também considerou que, naquele momento, não havia elementos suficientes para caracterizar receptação, já que o próprio proprietário afirmou posteriormente ter negociado e entregue voluntariamente o veículo.
Por outro lado, diante da alegação de que cocaína teria sido utilizada como parte do pagamento, foi determinada a abertura de procedimento investigativo para apurar possível crime previsto no artigo 33 da Lei de Drogas, figurando inicialmente C. como investigado. A própria autoridade ressaltou que nenhuma droga foi encontrada com ele na abordagem e que existem versões conflitantes sobre a negociação.
O registro também menciona uma suposta ameaça ocorrida dentro da delegacia, que deverá ser apurada separadamente, além da necessidade de esclarecer como surgiu o apontamento de furto da motocicleta.
Segundo o registro, a motocicleta passou por um radar no trevo da Rodovia Mello Peixoto, nas proximidades do Ville de France, seguindo em direção a Ipaussu. Os policiais iniciaram buscas e localizaram o veículo no km 374 da Rodovia Raposo Tavares. O condutor, identificado como C. A. V. C., obedeceu à ordem de parada e não tentou fugir.
O proprietário registral da moto, identificado como N., inicialmente disse que o veículo havia desaparecido enquanto estava estacionado no bairro CDHU. Posteriormente, na delegacia, mudou sua versão e afirmou que teria entregue voluntariamente a motocicleta durante uma negociação, recebendo R$ 1 mil e entre 5 e 10 gramas de cocaína.
C. apresentou uma versão diferente. Ele declarou ter comprado a moto diretamente de N. por R$ 3 mil em dinheiro e negou ter fornecido cocaína como parte do pagamento. Uma testemunha afirmou ter presenciado a negociação e disse que viu pagamento em dinheiro, sem entrega de drogas.
Ninguém foi preso
Diante das versões conflitantes, a autoridade policial entendeu que não havia elementos suficientes para uma prisão em flagrante. A motocicleta foi apreendida para esclarecimento de sua situação e da origem do apontamento de furto.
A Polícia Civil também considerou que, naquele momento, não havia elementos suficientes para caracterizar receptação, já que o próprio proprietário afirmou posteriormente ter negociado e entregue voluntariamente o veículo.
Por outro lado, diante da alegação de que cocaína teria sido utilizada como parte do pagamento, foi determinada a abertura de procedimento investigativo para apurar possível crime previsto no artigo 33 da Lei de Drogas, figurando inicialmente C. como investigado. A própria autoridade ressaltou que nenhuma droga foi encontrada com ele na abordagem e que existem versões conflitantes sobre a negociação.
O registro também menciona uma suposta ameaça ocorrida dentro da delegacia, que deverá ser apurada separadamente, além da necessidade de esclarecer como surgiu o apontamento de furto da motocicleta.
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