Um trágico homicídio foi registrado, na noite desta terça-feira, 29, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), quando um jovem de 20 anos, identificado como Marcos Antônio Telles da Silva, foi morto com um golpe de faca no tórax. O crime ocorreu por volta das 19h20 no bairro Cidade Jardim, nos altos da Estação.
Segundo informações divulgadas pelo jornalista Doni Oliveira, da página IBTV, a polícia militar foi acionada às 19h30 para atender a uma ocorrência de agressão envolvendo um rapaz esfaqueado no bairro Cidade Jardim. A família da vítima tentou prestar socorro levando-o até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Durante o trajeto, eles encontraram a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que já estava a caminho da ocorrência. No entanto, o médico do SAMU constatou o óbito do jovem.
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A vítima Marcos Antônio Telles da Silva (Foto:Reprodução/ Doni IBTV)

O autor Matheus Messias Bertacci foi preso (Foto:Reprodução/ Doni IBTV)
O suspeito do crime, um jovem de 20 anos identificado como Matheus Messias Bertacci, foi localizado no Jardim Paraíso, na Rua Durval Gonçalves. No local, ele também feriu seu ex-sogro, Roberto Godoy da Rocha, de 57 anos e sua ex-namorada de 23 anos, filha de Roberto, que recebeu atendimento médico e foi encaminhado para a Santa Casa de Misericórdia da cidade. O acusado resistiu à prisão, mas foi detido pela polícia militar.
Mateus Messias Bertacci já é conhecido das autoridades policiais na região, tendo histórico de furtos e roubos em Santa Cruz do Rio Pardo. Após passar por avaliação médica na UPA, ele foi encaminhado à Central Judiciária de Ourinhos, onde ficou preso, aguardando a audiência de custódia. A delegada de plantão pediu a prisão preventiva para assegurar a aplicação da lei penal e, considerando o perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado.
Na Santa Casa de Misericórdia, em contato com a equipe plantonista, foi informou que o estado de saúde da vítima Roberto é estável, contudo, em razão das lesões, permanecerá em observação. Em razão do grau de confusão mental apresentado, não foi possível formalizar a oitiva da vítima.





