Um jovem de 20 anos foi preso na noite desta segunda-feira (20), acusado de furtar uma scooter elétrica de uma loja localizada na área central de Ourinhos (SP). O veículo foi recuperado pela Polícia Militar poucas horas após o crime e devolvido ao proprietário da empresa.
De acordo com o boletim de ocorrência, o furto aconteceu por volta das 15h30 em frente à loja Super Motos, onde a scooter elétrica da marca IRUN, nas cores cinza e amarela, estava estacionada na calçada do estabelecimento.

O proprietário informou à Polícia Civil que percebeu o desaparecimento do veículo cerca de 30 minutos depois, já que a scooter estava fora de seu campo de visão. Ao analisar as imagens do sistema de monitoramento, constatou que um jovem de compleição magra, com cabelo raspado, vestindo camiseta cinza clara com a estampa de um carro em chamas, bermuda clara e chinelos, havia cometido o furto. Veja o vídeo abaixo.
As imagens ainda mostram que o suspeito tentou inicialmente levar uma scooter vermelha, mas desistiu por falta de carga na bateria. Em seguida, retornou e fugiu com a scooter cinza e amarela. As gravações foram entregues à polícia e anexadas ao inquérito.
Após tomarem conhecimento do crime, policiais militares analisaram as imagens e reconheceram o suspeito como G. V. C. de O., já conhecido nos meios policiais por envolvimento em outro furto de bicicleta.
A equipe iniciou diligências e foi até a residência do suspeito, mas ele não foi encontrado. No local, os policiais conversaram com a tia de G., que relatou que ele havia chegado conduzindo a scooter furtada, porém já havia deixado a chácara. Segundo ela, familiares tentavam convencê-lo a devolver o veículo ao proprietário e chegaram a localizá-lo na Rua Bernardino Landulfo, na Vila Vilar. Ao perceber a aproximação dos parentes, o jovem abandonou a scooter e fugiu a pé.
Os policiais foram até o endereço indicado, recuperaram o veículo e o encaminharam ao Plantão Policial. A mãe do suspeito acompanhou a apresentação da scooter, que posteriormente foi restituída ao proprietário da loja, conforme determinação da autoridade policial.
Mesmo após a recuperação do veículo, a Polícia Militar prosseguiu com as buscas pelo suspeito. Já durante a noite, em patrulhamento pela esquina das ruas Rio de Janeiro e Lopes Trovão, os policiais avistaram um homem com o rosto e a cabeça completamente cobertos, deixando apenas os olhos à mostra. Como a vestimenta chamou a atenção por ser incompatível com a temperatura, foi realizada a abordagem.
Ao retirar o capuz, os policiais confirmaram que se tratava de G., que já era procurado em razão do furto ocorrido horas antes. Durante a revista pessoal, foi encontrada com ele a chave da scooter elétrica furtada, elemento que reforçou os indícios de autoria.
Conduzido ao Plantão Policial, o suspeito optou por permanecer em silêncio durante o interrogatório. Segundo o registro policial, foi necessário o uso de algemas devido ao fundado receio de fuga e para garantir a segurança dos envolvidos. Também foram anexadas ao procedimento receitas médicas apresentadas pela mãe do investigado, além dos vídeos que registraram o furto.
Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial decretou a prisão em flagrante de G. pelo crime de furto, previsto no artigo 155 do Código Penal. O delegado considerou caracterizada a situação de flagrante, destacando que o investigado foi localizado ainda na posse da chave do veículo subtraído e que sua própria mãe o reconheceu como autor do crime.
Durante o procedimento, a mãe do jovem relatou que ele possui histórico de transtornos psicológicos e psiquiátricos, faz uso de medicamentos controlados e, recentemente, estaria associando os remédios ao consumo de bebidas alcoólicas e entorpecentes. Segundo ela, o filho passou a apresentar episódios de confusão mental, comportamento desorganizado, medo constante de ser morto e afastamento do convívio familiar.

Diante dessas informações, a autoridade policial registrou o pedido formulado pelos familiares para que seja avaliada judicialmente a possibilidade de internação compulsória ou outra medida terapêutica adequada ao tratamento da condição de saúde do investigado.
Após os procedimentos de praxe, G. permaneceu preso à disposição da Justiça e deverá passar por audiência de custódia. A Polícia Civil dará continuidade às investigações.
De acordo com o boletim de ocorrência, o furto aconteceu por volta das 15h30 em frente à loja Super Motos, onde a scooter elétrica da marca IRUN, nas cores cinza e amarela, estava estacionada na calçada do estabelecimento.

O proprietário informou à Polícia Civil que percebeu o desaparecimento do veículo cerca de 30 minutos depois, já que a scooter estava fora de seu campo de visão. Ao analisar as imagens do sistema de monitoramento, constatou que um jovem de compleição magra, com cabelo raspado, vestindo camiseta cinza clara com a estampa de um carro em chamas, bermuda clara e chinelos, havia cometido o furto. Veja o vídeo abaixo.
As imagens ainda mostram que o suspeito tentou inicialmente levar uma scooter vermelha, mas desistiu por falta de carga na bateria. Em seguida, retornou e fugiu com a scooter cinza e amarela. As gravações foram entregues à polícia e anexadas ao inquérito.
Após tomarem conhecimento do crime, policiais militares analisaram as imagens e reconheceram o suspeito como G. V. C. de O., já conhecido nos meios policiais por envolvimento em outro furto de bicicleta.
A equipe iniciou diligências e foi até a residência do suspeito, mas ele não foi encontrado. No local, os policiais conversaram com a tia de G., que relatou que ele havia chegado conduzindo a scooter furtada, porém já havia deixado a chácara. Segundo ela, familiares tentavam convencê-lo a devolver o veículo ao proprietário e chegaram a localizá-lo na Rua Bernardino Landulfo, na Vila Vilar. Ao perceber a aproximação dos parentes, o jovem abandonou a scooter e fugiu a pé.
Os policiais foram até o endereço indicado, recuperaram o veículo e o encaminharam ao Plantão Policial. A mãe do suspeito acompanhou a apresentação da scooter, que posteriormente foi restituída ao proprietário da loja, conforme determinação da autoridade policial.
Mesmo após a recuperação do veículo, a Polícia Militar prosseguiu com as buscas pelo suspeito. Já durante a noite, em patrulhamento pela esquina das ruas Rio de Janeiro e Lopes Trovão, os policiais avistaram um homem com o rosto e a cabeça completamente cobertos, deixando apenas os olhos à mostra. Como a vestimenta chamou a atenção por ser incompatível com a temperatura, foi realizada a abordagem.
Ao retirar o capuz, os policiais confirmaram que se tratava de G., que já era procurado em razão do furto ocorrido horas antes. Durante a revista pessoal, foi encontrada com ele a chave da scooter elétrica furtada, elemento que reforçou os indícios de autoria.
Conduzido ao Plantão Policial, o suspeito optou por permanecer em silêncio durante o interrogatório. Segundo o registro policial, foi necessário o uso de algemas devido ao fundado receio de fuga e para garantir a segurança dos envolvidos. Também foram anexadas ao procedimento receitas médicas apresentadas pela mãe do investigado, além dos vídeos que registraram o furto.
Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial decretou a prisão em flagrante de G. pelo crime de furto, previsto no artigo 155 do Código Penal. O delegado considerou caracterizada a situação de flagrante, destacando que o investigado foi localizado ainda na posse da chave do veículo subtraído e que sua própria mãe o reconheceu como autor do crime.
Durante o procedimento, a mãe do jovem relatou que ele possui histórico de transtornos psicológicos e psiquiátricos, faz uso de medicamentos controlados e, recentemente, estaria associando os remédios ao consumo de bebidas alcoólicas e entorpecentes. Segundo ela, o filho passou a apresentar episódios de confusão mental, comportamento desorganizado, medo constante de ser morto e afastamento do convívio familiar.

Diante dessas informações, a autoridade policial registrou o pedido formulado pelos familiares para que seja avaliada judicialmente a possibilidade de internação compulsória ou outra medida terapêutica adequada ao tratamento da condição de saúde do investigado.
Após os procedimentos de praxe, G. permaneceu preso à disposição da Justiça e deverá passar por audiência de custódia. A Polícia Civil dará continuidade às investigações.
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