No final da noite desta sexta-feira, 29, um jovem desempregado de 22 anos foi detido sob acusação de tráfico de drogas em Ourinhos (SP). O suspeito, identificado como Winderson C. da S., foi abordado por policiais militares durante um patrulhamento tático na região da Vila Musa, próximo à Praça Raul Peres Netto, conhecida como praça da Vila Musa, na Avenida Domingos Carmelingo Caló.
Segundo informações dos policiais envolvidos na operação, o jovem, já conhecido no meio policial por suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas, demonstrou nervosismo ao avistar a viatura, tentando evitar ser identificado. Diante da atitude suspeita, Winderson foi prontamente abordado pelos agentes, que durante a revista pessoal encontraram em um dos bolsos de sua calça um invólucro plástico contendo 28 pedras brutas de crack, além de resquícios da substância. No outro bolso, foi localizada uma nota de cinco reais.
Ao ser questionado pelos policiais, o suspeito confessou estar envolvido com o tráfico de drogas. Acompanhando Winderson, os policiais também abordaram T. S. de C., de 20 anos, encontrando com ele uma porção de cocaína e uma pedra de crack. T. afirmou ser usuário de drogas, sendo registrado um boletim de ocorrência de natureza de Porte de Entorpecente.
Diante das evidências e das confissões dos envolvidos, tanto Winderson quanto T. foram conduzidos até a delegacia para as devidas providências legais. Após análise dos fatos, a autoridade policial decidiu pela prisão em flagrante de Winderson pelo crime previsto no artigo 33 da Lei 11.343/06, que trata do tráfico de drogas. O celular do suspeito, a quantia de cinco reais e as substâncias entorpecentes foram apreendidos e encaminhados ao Instituto de Criminalística de Ourinhos para perícia.
O laudo pericial revelou que as substâncias encontradas com os suspeitos eram cocaína, com um peso líquido de 1,1 gramas e 7 gramas, respectivamente. Por se tratar de um crime inafiançável, Winderson foi conduzido a uma cela na delegacia, onde aguardará a realização da audiência de custódia. A companheira do acusado foi informada da prisão através de contato telefônico.
Durante o processo um advogado compareceu à delegacia e teve uma conversa com Winderson, mas não acompanhou o interrogatório oficial.





