Um jovem de 23 anos foi preso na noite do último sábado, 28, na Rua São José, na Vila São Francisco, em Ourinhos, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Ele é investigado por participação em um caso de tentativa de homicídio e lesão corporal ocorrido em 2025.
De acordo com informações registradas no plantão policial, policiais militares conduziram Pedro R. R. P. C. após confirmarem, por meio de consulta ao sistema do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), a existência de ordem judicial contra ele. O mandado foi expedido pelo 2º Juízo Criminal da Comarca de Ourinhos, no âmbito do processo com validade até março de 2046.
Segundo a polícia, o jovem foi localizado e detido sem apresentar resistência. No momento da prisão, ele não possuía lesões aparentes e teve garantidos seus direitos constitucionais. Após a formalização da captura, foi expedida requisição para exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). O preso permaneceu em cela do plantão policial e ficou à disposição do Poder Judiciário para a realização da audiência de custódia.
Durante o procedimento, a esposa do suspeito compareceu à delegacia e foi informada oficialmente sobre a prisão. O detido não indicou advogado para acompanhar o procedimento naquele momento.
Caso envolve tentativa de homicídio em 2025
Pedro é um dos três denunciados pelo Ministério Público por participação em uma violenta agressão ocorrida em 2 de março de 2025, na Rua João Maria Camargo, na Vila Musa, também em Ourinhos. Além dele, respondem ao processo Jeferson L. A. de O. e Rafael D. P..
De acordo com a denúncia, os três teriam tentado matar Antonio M. F., motivados por um desentendimento ocorrido no dia anterior envolvendo o filho de um dos acusados. O ataque teria sido cometido com extrema violência, incluindo chutes e socos, principalmente na região da cabeça da vítima.
Ainda conforme os autos, a agressão ocorreu dentro da residência de Antônio, após os suspeitos pularem o muro da casa. Durante o episódio, a esposa da vítima também teria sido agredida ao tentar intervir.
A vítima sofreu traumatismo craniano grave, ficou cerca de 20 dias em coma e permaneceu hospitalizada por mais de dois meses. Após receber alta, passou a apresentar sequelas neurológicas e dificuldades de memória, além de limitações físicas que o impediram de retornar ao trabalho.
Versões divergentes
Durante o processo, os acusados apresentaram versões diferentes para os fatos. Um dos réus afirmou que teria ido até a casa da vítima apenas para conversar sobre uma suposta agressão sofrida por seu filho no dia anterior e que acabou reagindo após ser atacado com um facão.
Por outro lado, testemunhas e familiares da vítima relataram que os três homens invadiram a residência e passaram a agredir Antônio violentamente, mesmo após ele cair no chão, além de também atacarem a esposa dele.
Caso irá a júri popular
Após a fase de instrução do processo, a Justiça decidiu pronunciar os três acusados para julgamento pelo Tribunal do Júri, por tentativa de homicídio qualificado — com motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima — além do crime de lesão corporal.
Na decisão, o magistrado entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade para que o caso seja analisado pelos jurados, conforme previsto no artigo 5º da Constituição Federal, que atribui ao Tribunal do Júri a competência para julgar crimes dolosos contra a vida.
Com a prisão cumprida no último sábado, Pedro permanece à disposição da Justiça, aguardando os próximos desdobramentos do processo.
De acordo com informações registradas no plantão policial, policiais militares conduziram Pedro R. R. P. C. após confirmarem, por meio de consulta ao sistema do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), a existência de ordem judicial contra ele. O mandado foi expedido pelo 2º Juízo Criminal da Comarca de Ourinhos, no âmbito do processo com validade até março de 2046.
Segundo a polícia, o jovem foi localizado e detido sem apresentar resistência. No momento da prisão, ele não possuía lesões aparentes e teve garantidos seus direitos constitucionais. Após a formalização da captura, foi expedida requisição para exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). O preso permaneceu em cela do plantão policial e ficou à disposição do Poder Judiciário para a realização da audiência de custódia.
Durante o procedimento, a esposa do suspeito compareceu à delegacia e foi informada oficialmente sobre a prisão. O detido não indicou advogado para acompanhar o procedimento naquele momento.
Caso envolve tentativa de homicídio em 2025
Pedro é um dos três denunciados pelo Ministério Público por participação em uma violenta agressão ocorrida em 2 de março de 2025, na Rua João Maria Camargo, na Vila Musa, também em Ourinhos. Além dele, respondem ao processo Jeferson L. A. de O. e Rafael D. P..
De acordo com a denúncia, os três teriam tentado matar Antonio M. F., motivados por um desentendimento ocorrido no dia anterior envolvendo o filho de um dos acusados. O ataque teria sido cometido com extrema violência, incluindo chutes e socos, principalmente na região da cabeça da vítima.
Ainda conforme os autos, a agressão ocorreu dentro da residência de Antônio, após os suspeitos pularem o muro da casa. Durante o episódio, a esposa da vítima também teria sido agredida ao tentar intervir.
A vítima sofreu traumatismo craniano grave, ficou cerca de 20 dias em coma e permaneceu hospitalizada por mais de dois meses. Após receber alta, passou a apresentar sequelas neurológicas e dificuldades de memória, além de limitações físicas que o impediram de retornar ao trabalho.
Versões divergentes
Durante o processo, os acusados apresentaram versões diferentes para os fatos. Um dos réus afirmou que teria ido até a casa da vítima apenas para conversar sobre uma suposta agressão sofrida por seu filho no dia anterior e que acabou reagindo após ser atacado com um facão.
Por outro lado, testemunhas e familiares da vítima relataram que os três homens invadiram a residência e passaram a agredir Antônio violentamente, mesmo após ele cair no chão, além de também atacarem a esposa dele.
Caso irá a júri popular
Após a fase de instrução do processo, a Justiça decidiu pronunciar os três acusados para julgamento pelo Tribunal do Júri, por tentativa de homicídio qualificado — com motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima — além do crime de lesão corporal.
Na decisão, o magistrado entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade para que o caso seja analisado pelos jurados, conforme previsto no artigo 5º da Constituição Federal, que atribui ao Tribunal do Júri a competência para julgar crimes dolosos contra a vida.
Com a prisão cumprida no último sábado, Pedro permanece à disposição da Justiça, aguardando os próximos desdobramentos do processo.





