Após duas remarcações, o júri popular do ex-subtenente da Polícia Militar Alexandre David Zanete, acusado de assassinato de Murilo Henrique Junqueira, está agendado para esta quinta-feira (16) às 13h, no Fórum de Ourinhos (SP).
O caso remonta a setembro de 2021, quando Murilo foi morto durante uma abordagem policial conduzida por Alexandre e por outro policial. Imagens de uma câmera de segurança registraram o incidente, no qual Murilo, desarmado e com as mãos para cima, foi baleado por Zanete.
Embora ambos os policiais tenham sido expulsos da corporação em maio de 2022, apenas Alexandre foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio qualificado. J. P. H., embora não acusado de homicídio, enfrenta suspeitas de fraude processual por supostamente alterar a cena do crime.
Para o júri, foram intimadas três testemunhas de acusação, duas de defesa e outras duas pessoas. O vídeo do incidente mostra Murilo sendo atingido pelos disparos enquanto se entregava sem resistência. As imagens sugerem que os tiros foram efetuados à queima-roupa, mesmo após a vítima ter sido derrubada pelo primeiro disparo.
Após sua prisão durante o inquérito, Alexandre teve a liberdade provisória concedida em março de 2022, devido ao encerramento da instrução processual e seus antecedentes criminais. Condições foram impostas, incluindo comparecimento periódico ao tribunal e proibição de contato com testemunhas. O outro policial, igualmente preso inicialmente, teve sua prisão revogada pela Justiça, que considerou desnecessário mantê-lo detido.
O caso remonta a setembro de 2021, quando Murilo foi morto durante uma abordagem policial conduzida por Alexandre e por outro policial. Imagens de uma câmera de segurança registraram o incidente, no qual Murilo, desarmado e com as mãos para cima, foi baleado por Zanete.
Embora ambos os policiais tenham sido expulsos da corporação em maio de 2022, apenas Alexandre foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio qualificado. J. P. H., embora não acusado de homicídio, enfrenta suspeitas de fraude processual por supostamente alterar a cena do crime.
Para o júri, foram intimadas três testemunhas de acusação, duas de defesa e outras duas pessoas. O vídeo do incidente mostra Murilo sendo atingido pelos disparos enquanto se entregava sem resistência. As imagens sugerem que os tiros foram efetuados à queima-roupa, mesmo após a vítima ter sido derrubada pelo primeiro disparo.
Após sua prisão durante o inquérito, Alexandre teve a liberdade provisória concedida em março de 2022, devido ao encerramento da instrução processual e seus antecedentes criminais. Condições foram impostas, incluindo comparecimento periódico ao tribunal e proibição de contato com testemunhas. O outro policial, igualmente preso inicialmente, teve sua prisão revogada pela Justiça, que considerou desnecessário mantê-lo detido.





