Quase dois anos após o crime, Giovane Daniel da Silva Stevani, de 26 anos, e Eliel Davi da Silva Vaz, de 33, serão julgados pelo Tribunal do Júri de Ourinhos na próxima quinta-feira, 3 de setembro. Os dois são acusados da morte do servente Cleverson Silva Batista, de 35 anos, assassinado a facadas na noite de 28 de setembro de 2024, no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), no Residencial Vandelena Moraes Freire.
De acordo com o processo, os dois réus foram denunciados por homicídio qualificado, com três qualificadoras: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. A acusação sustenta que eles teriam agido em conjunto na execução do crime.
Segundo a denúncia, após uma discussão com Cleverson, Eliel teria aplicado um golpe conhecido como “mata-leão” na vítima. Cleverson teria sido derrubado e agredido por Eliel, Giovane e outras pessoas ainda não identificadas. Na sequência, conforme consta no processo, Eliel teria desferido golpes de faca contra a vítima, enquanto Giovane teria dado diversos chutes. Confira o vídeo abaixo.
Crime foi registrado por câmeras
Na época, imagens de câmeras de segurança foram consideradas importantes para a investigação. Os registros mostraram a discussão entre a vítima e os suspeitos e a sequência das agressões.
Após ser atacado, Cleverson ainda teria tentado fugir, mas caiu na Rua Milton de Abreu, nas proximidades do CEU. Equipes de emergência foram acionadas, mas o médico do Samu constatou a morte.
A perícia foi realizada no local e uma faca com vestígios de sangue foi encontrada dentro de uma lata de lixo nas proximidades.
Na época, Giovane e Eliel foram presos em flagrante pela Polícia Militar. Eliel teria sido localizado quando tentava fugir a pé em direção ao Paraná. Aos policiais, segundo o relato registrado na época, ele admitiu ter atacado Cleverson, mas alegou que teria agido em legítima defesa.
A defesa de Eliel posteriormente sustentou no processo a tese de legítima defesa e pediu sua absolvição. Já a defesa de Giovane também alegou legítima defesa e, de forma alternativa, questionou a existência de provas de que os dois teriam agido em conjunto. Também foi solicitada, subsidiariamente, a desclassificação da acusação para o crime de rixa.

Cléverson não resistiu
Réus foram pronunciados para o júri
Após a fase de instrução, na qual foram ouvidas testemunhas e os acusados foram interrogados, a Justiça decidiu, em 30 de abril de 2025, pronunciar Giovane e Eliel pelo crime de homicídio qualificado.
A decisão significa que, segundo o entendimento judicial nessa etapa, existem elementos suficientes para que a acusação seja levada à apreciação do Tribunal do Júri. Cabe aos jurados, durante a sessão, decidir se os réus são culpados ou inocentes.
Inicialmente, o julgamento havia sido designado para 11 de junho de 2026, mas a sessão não ocorreu naquela data e o processo foi posteriormente preparado para novo julgamento.
Julgamento será na próxima quinta-feira
A nova sessão do Tribunal do Júri está marcada para quinta-feira, 3 de setembro, no Fórum de Ourinhos.
Os dois acusados permanecem presos preventivamente. Em decisão recente, a Justiça manteve a prisão cautelar, considerando que os fundamentos utilizados anteriormente permanecem válidos.
O julgamento deverá analisar a participação de cada um dos réus na morte de Cleverson e as três qualificadoras atribuídas ao crime: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
O resultado do julgamento será definido pelos jurados durante a sessão do Tribunal do Júri.
De acordo com o processo, os dois réus foram denunciados por homicídio qualificado, com três qualificadoras: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. A acusação sustenta que eles teriam agido em conjunto na execução do crime.
Segundo a denúncia, após uma discussão com Cleverson, Eliel teria aplicado um golpe conhecido como “mata-leão” na vítima. Cleverson teria sido derrubado e agredido por Eliel, Giovane e outras pessoas ainda não identificadas. Na sequência, conforme consta no processo, Eliel teria desferido golpes de faca contra a vítima, enquanto Giovane teria dado diversos chutes. Confira o vídeo abaixo.
Crime foi registrado por câmeras
Na época, imagens de câmeras de segurança foram consideradas importantes para a investigação. Os registros mostraram a discussão entre a vítima e os suspeitos e a sequência das agressões.
Após ser atacado, Cleverson ainda teria tentado fugir, mas caiu na Rua Milton de Abreu, nas proximidades do CEU. Equipes de emergência foram acionadas, mas o médico do Samu constatou a morte.
A perícia foi realizada no local e uma faca com vestígios de sangue foi encontrada dentro de uma lata de lixo nas proximidades.
Na época, Giovane e Eliel foram presos em flagrante pela Polícia Militar. Eliel teria sido localizado quando tentava fugir a pé em direção ao Paraná. Aos policiais, segundo o relato registrado na época, ele admitiu ter atacado Cleverson, mas alegou que teria agido em legítima defesa.
A defesa de Eliel posteriormente sustentou no processo a tese de legítima defesa e pediu sua absolvição. Já a defesa de Giovane também alegou legítima defesa e, de forma alternativa, questionou a existência de provas de que os dois teriam agido em conjunto. Também foi solicitada, subsidiariamente, a desclassificação da acusação para o crime de rixa.

Cléverson não resistiu
Réus foram pronunciados para o júri
Após a fase de instrução, na qual foram ouvidas testemunhas e os acusados foram interrogados, a Justiça decidiu, em 30 de abril de 2025, pronunciar Giovane e Eliel pelo crime de homicídio qualificado.
A decisão significa que, segundo o entendimento judicial nessa etapa, existem elementos suficientes para que a acusação seja levada à apreciação do Tribunal do Júri. Cabe aos jurados, durante a sessão, decidir se os réus são culpados ou inocentes.
Inicialmente, o julgamento havia sido designado para 11 de junho de 2026, mas a sessão não ocorreu naquela data e o processo foi posteriormente preparado para novo julgamento.
Julgamento será na próxima quinta-feira
A nova sessão do Tribunal do Júri está marcada para quinta-feira, 3 de setembro, no Fórum de Ourinhos.
Os dois acusados permanecem presos preventivamente. Em decisão recente, a Justiça manteve a prisão cautelar, considerando que os fundamentos utilizados anteriormente permanecem válidos.
O julgamento deverá analisar a participação de cada um dos réus na morte de Cleverson e as três qualificadoras atribuídas ao crime: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
O resultado do julgamento será definido pelos jurados durante a sessão do Tribunal do Júri.
⚠️ AVISO SOBRE DIREITOS AUTORAIS
Todo o conteúdo publicado no site, incluindo textos, fotografias, vídeos, artes, logotipos e demais materiais jornalísticos, é protegido pela Lei de Direitos Autorais (Lei Federal nº 9.610/98).
É expressamente proibida a reprodução, cópia, distribuição, retransmissão ou utilização total ou parcial de qualquer conteúdo deste portal sem autorização prévia e formal do site Passando a Régua.
A utilização indevida de material protegido poderá resultar em responsabilização civil e criminal, conforme previsto na legislação brasileira.
O compartilhamento de links das matérias é permitido, desde que preservada a autoria e a integridade do conteúdo.





