A Justiça converteu em prisão preventiva a prisão em flagrante de Angélica Cristina Lázaro, de 47 anos, acusada de matar o companheiro, Samuel José de Souza, de 43 anos, com uma facada no tórax durante uma discussão em Ipaussu (SP).
A decisão foi tomada durante a audiência de custódia nesta sexta-feira, 7. Ao analisar o caso, a Justiça entendeu estarem presentes os pressupostos e requisitos previstos nos artigos 310, 312 e 313 do Código de Processo Penal e determinou a manutenção da prisão para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e correta aplicação da lei penal.
Com a decisão, foi determinada a expedição do mandado de prisão preventiva e o encaminhamento de Angélica ao estabelecimento prisional competente. O processo deverá seguir para uma das Varas Criminais da comarca de origem.
Crime aconteceu durante discussão
O homicídio aconteceu na tarde de quinta-feira (6), por volta das 15h15, em uma residência localizada na Rua Valdemar Giraldino, no Parque Brilhante, em Ipaussu.
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para apoiar uma equipe do SAMU e encontrou Angélica nas proximidades da residência. Ela teria confessado aos policiais que desferiu um golpe de faca contra Samuel.
Em depoimento, a mulher afirmou que o casal consumia bebidas alcoólicas e maconha quando iniciou uma discussão motivada por ciúmes. Segundo a versão apresentada por ela, Samuel teria puxado seus cabelos e atingido seu rosto durante o desentendimento. Na sequência, Angélica pegou uma faca e atingiu o companheiro no tórax.
Ferido, Samuel ainda conseguiu sair da residência, mas caiu na calçada. Ele foi socorrido pelo SAMU e levado à Santa Casa de Ipaussu, onde morreu em razão dos ferimentos.
A própria Angélica teria acionado o serviço de emergência e permaneceu no local até a chegada das equipes policiais.
A Polícia Científica realizou a perícia na residência, onde foram encontrados vestígios de sangue e a faca que teria sido utilizada no crime. Inicialmente, a ocorrência foi registrada como tentativa de homicídio, mas passou a ser tratada como homicídio após a confirmação da morte da vítima.
O delegado de plantão, Renato Caldeira Mardegan, informou ao jornalista Dário Miguel que a investigada colaborou com as autoridades, confessou a dinâmica apresentada e demonstrou arrependimento após o ocorrido. Ainda segundo o delegado, o consumo de bebidas alcoólicas pode ter contribuído para a tragédia. A mulher também possui antecedentes criminais, incluindo informação sobre um possível envolvimento anterior em uma ocorrência com uso de faca, situação que será apurada.
Samuel foi sepultado nesta sexta-feira
O corpo de Samuel José de Souza foi velado no Velório Municipal de Ipaussu e sepultado às 13h desta sexta-feira (7), no Cemitério Municipal de Ipaussu.
Samuel deixa a mãe, Maria Aparecida, e os irmãos Adevilson, Adão, Elizabeth Bel, Daiane, Clemil e Fabiano.
Com a conversão da prisão em flagrante para preventiva, Angélica permanece presa enquanto o caso segue para as próximas etapas do processo criminal.
A decisão foi tomada durante a audiência de custódia nesta sexta-feira, 7. Ao analisar o caso, a Justiça entendeu estarem presentes os pressupostos e requisitos previstos nos artigos 310, 312 e 313 do Código de Processo Penal e determinou a manutenção da prisão para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e correta aplicação da lei penal.
Com a decisão, foi determinada a expedição do mandado de prisão preventiva e o encaminhamento de Angélica ao estabelecimento prisional competente. O processo deverá seguir para uma das Varas Criminais da comarca de origem.
Crime aconteceu durante discussão
O homicídio aconteceu na tarde de quinta-feira (6), por volta das 15h15, em uma residência localizada na Rua Valdemar Giraldino, no Parque Brilhante, em Ipaussu.
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para apoiar uma equipe do SAMU e encontrou Angélica nas proximidades da residência. Ela teria confessado aos policiais que desferiu um golpe de faca contra Samuel.
Em depoimento, a mulher afirmou que o casal consumia bebidas alcoólicas e maconha quando iniciou uma discussão motivada por ciúmes. Segundo a versão apresentada por ela, Samuel teria puxado seus cabelos e atingido seu rosto durante o desentendimento. Na sequência, Angélica pegou uma faca e atingiu o companheiro no tórax.
Ferido, Samuel ainda conseguiu sair da residência, mas caiu na calçada. Ele foi socorrido pelo SAMU e levado à Santa Casa de Ipaussu, onde morreu em razão dos ferimentos.
A própria Angélica teria acionado o serviço de emergência e permaneceu no local até a chegada das equipes policiais.
A Polícia Científica realizou a perícia na residência, onde foram encontrados vestígios de sangue e a faca que teria sido utilizada no crime. Inicialmente, a ocorrência foi registrada como tentativa de homicídio, mas passou a ser tratada como homicídio após a confirmação da morte da vítima.
O delegado de plantão, Renato Caldeira Mardegan, informou ao jornalista Dário Miguel que a investigada colaborou com as autoridades, confessou a dinâmica apresentada e demonstrou arrependimento após o ocorrido. Ainda segundo o delegado, o consumo de bebidas alcoólicas pode ter contribuído para a tragédia. A mulher também possui antecedentes criminais, incluindo informação sobre um possível envolvimento anterior em uma ocorrência com uso de faca, situação que será apurada.
Samuel foi sepultado nesta sexta-feira
O corpo de Samuel José de Souza foi velado no Velório Municipal de Ipaussu e sepultado às 13h desta sexta-feira (7), no Cemitério Municipal de Ipaussu.
Samuel deixa a mãe, Maria Aparecida, e os irmãos Adevilson, Adão, Elizabeth Bel, Daiane, Clemil e Fabiano.
Com a conversão da prisão em flagrante para preventiva, Angélica permanece presa enquanto o caso segue para as próximas etapas do processo criminal.
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