A Justiça manteve presos os três homens detidos nesta segunda-feira (14), suspeitos de sequestrar e espancar um jovem de 30 anos em Ourinhos. Durante audiência de custódia realizada nesta terça-feira (15), as prisões em flagrante de Danilo M. P. de M., de 37 anos, Guilherme A. de A. de S., de 26, e Leonardo C. M., de 19, foram convertidas em prisões preventivas
Com a decisão, os três, que são moradores de Salto Grande, continuarão presos enquanto o caso segue sob investigação.
Na decisão, a Justiça considerou presentes os requisitos legais para manutenção das prisões e fundamentou a medida na garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal, com base nos artigos 310, 312 e 313 do Código de Processo Penal.
Também foi determinada a expedição dos respectivos mandados de prisão preventiva e o encaminhamento dos investigados ao estabelecimento prisional competente.
Homem foi sequestrado e levado para canavial
O caso aconteceu na manhã de segunda-feira, quando a vítima foi abordada na Rua Manoel Vieira Pinto, no Jardim Ouro Fino, em Ourinhos.
Segundo a investigação da Polícia Civil, dois homens teriam abordado o rapaz e o colocado no porta-malas de um GM/Classic. Imagens analisadas pelos investigadores registraram parte da ação e também momentos em que a vítima aparece caída no chão sendo agredida.
Depois, o homem foi levado para uma região de canavial nos fundos do Nova Alcântara, nas proximidades do Parque Olavo Ferreira de Sá (FAPI), onde as agressões teriam continuado.
A vítima foi posteriormente encontrada pela Polícia Militar no canavial. Conforme o registro policial, estava consciente, mas apresentava diversos ferimentos, hipotermia, queda da pressão arterial, hemorragia no braço direito e suspeita de fratura, além de não conseguir caminhar.
O Samu foi acionado e, devido à dificuldade de acesso, policiais ajudaram a retirar o homem do canavial para que recebesse atendimento médico.
Polícia apura motivação
Em depoimento, a vítima afirmou que os homens a acusavam de ter “mexido” com uma menina meses antes, em Salto Grande. Ela negou a acusação e declarou não conhecer a criança ou adolescente mencionada.
Segundo os depoimentos prestados à Polícia Civil, Danilo, Guilherme e Leonardo admitiram diferentes níveis de participação nas agressões, embora existam divergências entre as versões sobre a atuação de cada um.
Durante as diligências, a Polícia Civil também apreendeu uma barra metálica com a palavra “respeito”, além de roupas que teriam sido utilizadas durante os fatos. Um facão mencionado pela vítima não havia sido localizado.

Trio segue preso
Os três foram autuados em flagrante pela Polícia Civil e, nesta fase da investigação, a ocorrência foi enquadrada no artigo 148, § 2º, do Código Penal, relacionado à privação da liberdade quando resulta grave sofrimento físico ou moral à vítima.
Agora, com a decisão tomada na audiência de custódia desta terça-feira, Danilo, Guilherme e Leonardo permanecem presos preventivamente.
A Polícia Civil de Ourinhos continua investigando o caso. A decisão judicial determinou ainda que seja aguardada a apresentação do relatório final da investigação para novas deliberações.
Com a decisão, os três, que são moradores de Salto Grande, continuarão presos enquanto o caso segue sob investigação.
Na decisão, a Justiça considerou presentes os requisitos legais para manutenção das prisões e fundamentou a medida na garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal, com base nos artigos 310, 312 e 313 do Código de Processo Penal.
Também foi determinada a expedição dos respectivos mandados de prisão preventiva e o encaminhamento dos investigados ao estabelecimento prisional competente.
Homem foi sequestrado e levado para canavial
O caso aconteceu na manhã de segunda-feira, quando a vítima foi abordada na Rua Manoel Vieira Pinto, no Jardim Ouro Fino, em Ourinhos.
Segundo a investigação da Polícia Civil, dois homens teriam abordado o rapaz e o colocado no porta-malas de um GM/Classic. Imagens analisadas pelos investigadores registraram parte da ação e também momentos em que a vítima aparece caída no chão sendo agredida.
Depois, o homem foi levado para uma região de canavial nos fundos do Nova Alcântara, nas proximidades do Parque Olavo Ferreira de Sá (FAPI), onde as agressões teriam continuado.
A vítima foi posteriormente encontrada pela Polícia Militar no canavial. Conforme o registro policial, estava consciente, mas apresentava diversos ferimentos, hipotermia, queda da pressão arterial, hemorragia no braço direito e suspeita de fratura, além de não conseguir caminhar.
O Samu foi acionado e, devido à dificuldade de acesso, policiais ajudaram a retirar o homem do canavial para que recebesse atendimento médico.
Polícia apura motivação
Em depoimento, a vítima afirmou que os homens a acusavam de ter “mexido” com uma menina meses antes, em Salto Grande. Ela negou a acusação e declarou não conhecer a criança ou adolescente mencionada.
Segundo os depoimentos prestados à Polícia Civil, Danilo, Guilherme e Leonardo admitiram diferentes níveis de participação nas agressões, embora existam divergências entre as versões sobre a atuação de cada um.
Durante as diligências, a Polícia Civil também apreendeu uma barra metálica com a palavra “respeito”, além de roupas que teriam sido utilizadas durante os fatos. Um facão mencionado pela vítima não havia sido localizado.

Trio segue preso
Os três foram autuados em flagrante pela Polícia Civil e, nesta fase da investigação, a ocorrência foi enquadrada no artigo 148, § 2º, do Código Penal, relacionado à privação da liberdade quando resulta grave sofrimento físico ou moral à vítima.
Agora, com a decisão tomada na audiência de custódia desta terça-feira, Danilo, Guilherme e Leonardo permanecem presos preventivamente.
A Polícia Civil de Ourinhos continua investigando o caso. A decisão judicial determinou ainda que seja aguardada a apresentação do relatório final da investigação para novas deliberações.
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