O ex-delegado Vinícius Martinez, que atuou em Ourinhos, acusado de matar a adolescente Katrina Bormio Silva Martins, de 16 anos, com um tiro durante uma festa do peão em Promissão (SP), teve a apreensão do passaporte e da arma de fogo determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
A decisão atendeu a pedidos do Ministério Público. Conforme o despacho assinado na última quarta-feira (16), durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do investigado, a polícia localizou um revólver. O documento do TJ-SP não detalha a destinação de outras armas registradas em nome de Martinez.
Ainda na decisão, a Justiça informou que aguarda a comprovação formal da entrega do passaporte do acusado. O processo segue em andamento para o cumprimento das determinações judiciais.
Em junho, o ex-delegado foi demitido da Polícia Civil de Ourinhos (SP). A exoneração foi assinada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e publicada no Diário Oficial do Estado na edição de 8 de junho.
Julgamento por homicídio duplamente qualificado
Em 2 de julho de 2025, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) definiu que Vinícius fosse a júri popular em decisão publicada e confirmada pelo órgão. A defesa de Martinez pediu recurso e ele responde ao processo em liberdade.
A Justiça determinou que o delegado fosse julgado por homicídio duplamente qualificado, com dolo eventual, quando se assume o risco de matar, além de responder por disparos de arma de fogo em local habitado.
O TJ-SP informou que julgamento só será marcado quando a fase de recurso terminar.
Relembre o caso
O caso aconteceu no dia 4 de agosto de 2024, durante o evento que reuniu centenas de pessoas. De acordo com o boletim de ocorrência, o delegado teria atirado quatro vezes na tentativa de conter um homem que tentava entrar no recinto com bebida alcoólica, o que não era permitido.
Katrina estava na festa na companhia de amigos e também de pais desses jovens, mas foi embora mais cedo e aguardava o pai para buscá-la no momento em que foi atingida.
Ainda segundo os relatos, enquanto os colegas conseguiram sair do local, Katrina ficou para trás por já ter sido baleada.
Na época, Vinícius passou por audiência de custódia, pagou uma fiança equivalente a cerca de 20 salários mínimos e passou a responder em liberdade.
A decisão atendeu a pedidos do Ministério Público. Conforme o despacho assinado na última quarta-feira (16), durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do investigado, a polícia localizou um revólver. O documento do TJ-SP não detalha a destinação de outras armas registradas em nome de Martinez.
Ainda na decisão, a Justiça informou que aguarda a comprovação formal da entrega do passaporte do acusado. O processo segue em andamento para o cumprimento das determinações judiciais.
Em junho, o ex-delegado foi demitido da Polícia Civil de Ourinhos (SP). A exoneração foi assinada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e publicada no Diário Oficial do Estado na edição de 8 de junho.
Julgamento por homicídio duplamente qualificado
Em 2 de julho de 2025, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) definiu que Vinícius fosse a júri popular em decisão publicada e confirmada pelo órgão. A defesa de Martinez pediu recurso e ele responde ao processo em liberdade.
A Justiça determinou que o delegado fosse julgado por homicídio duplamente qualificado, com dolo eventual, quando se assume o risco de matar, além de responder por disparos de arma de fogo em local habitado.
O TJ-SP informou que julgamento só será marcado quando a fase de recurso terminar.
Relembre o caso
O caso aconteceu no dia 4 de agosto de 2024, durante o evento que reuniu centenas de pessoas. De acordo com o boletim de ocorrência, o delegado teria atirado quatro vezes na tentativa de conter um homem que tentava entrar no recinto com bebida alcoólica, o que não era permitido.
Katrina estava na festa na companhia de amigos e também de pais desses jovens, mas foi embora mais cedo e aguardava o pai para buscá-la no momento em que foi atingida.
Ainda segundo os relatos, enquanto os colegas conseguiram sair do local, Katrina ficou para trás por já ter sido baleada.
Na época, Vinícius passou por audiência de custódia, pagou uma fiança equivalente a cerca de 20 salários mínimos e passou a responder em liberdade.
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