O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento de radioterapia após a retirada de um câncer no couro cabeludo realizada em abril deste ano. A informação foi confirmada pelo Hospital Sírio-Libanês por meio de nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Segundo o boletim médico, Lula passou pela primeira sessão de radioterapia superficial preventiva no couro cabeludo na manhã desta segunda-feira. O tratamento foi indicado após a retirada de uma lesão basocelular no dia 24 de abril.
Ainda conforme o hospital, o presidente seguirá exercendo normalmente suas atividades diárias, sem restrições, mantendo apenas acompanhamento médico regular.
De acordo com informações apuradas pelo Estadão/Broadcast, o presidente deverá realizar 15 sessões de radioterapia ao longo de três semanas. Cada procedimento dura cerca de dois minutos. A primeira sessão foi realizada antes de Lula seguir para o Palácio do Planalto, em Brasília.
As próximas aplicações também devem ocorrer no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, embora não haja definição de horários fixos para o tratamento.
Lula foi submetido à retirada de um carcinoma basocelular no couro cabeludo em abril. Na ocasião, o procedimento foi realizado junto com uma infiltração no punho. Inicialmente, o Palácio do Planalto informou que a intervenção tratava apenas da remoção de uma queratose, caracterizada como excesso de pele. Posteriormente, confirmou que se tratava de um carcinoma, um tipo de câncer de pele.
O carcinoma basocelular é considerado o tipo mais comum de câncer de pele e se desenvolve nas células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme. A doença costuma estar associada à exposição prolongada ao sol.
No caso do presidente, a lesão estava localizada na parte superior da cabeça. Até então, o tratamento complementar com radioterapia não havia sido divulgado oficialmente pelo governo federal.
Segundo o boletim médico, Lula passou pela primeira sessão de radioterapia superficial preventiva no couro cabeludo na manhã desta segunda-feira. O tratamento foi indicado após a retirada de uma lesão basocelular no dia 24 de abril.
Ainda conforme o hospital, o presidente seguirá exercendo normalmente suas atividades diárias, sem restrições, mantendo apenas acompanhamento médico regular.
De acordo com informações apuradas pelo Estadão/Broadcast, o presidente deverá realizar 15 sessões de radioterapia ao longo de três semanas. Cada procedimento dura cerca de dois minutos. A primeira sessão foi realizada antes de Lula seguir para o Palácio do Planalto, em Brasília.
As próximas aplicações também devem ocorrer no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, embora não haja definição de horários fixos para o tratamento.
Lula foi submetido à retirada de um carcinoma basocelular no couro cabeludo em abril. Na ocasião, o procedimento foi realizado junto com uma infiltração no punho. Inicialmente, o Palácio do Planalto informou que a intervenção tratava apenas da remoção de uma queratose, caracterizada como excesso de pele. Posteriormente, confirmou que se tratava de um carcinoma, um tipo de câncer de pele.
O carcinoma basocelular é considerado o tipo mais comum de câncer de pele e se desenvolve nas células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme. A doença costuma estar associada à exposição prolongada ao sol.
No caso do presidente, a lesão estava localizada na parte superior da cabeça. Até então, o tratamento complementar com radioterapia não havia sido divulgado oficialmente pelo governo federal.
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