Um lutador de MMA de 21 anos, identificado pelas iniciais G.F.S., foi denunciado por sua companheira, G.R.O., de 29 anos, por violência doméstica na noite da última sexta-feira (11), no município de Ipaussu (SP), cidade circunvizinha de Ourinhos. O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos (SP) e está sendo conduzido pela equipe do Delegado Dr. João Ildes Beffa.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima relatou que convive maritalmente com o suspeito há cerca de três meses, embora mantenha um relacionamento de idas e vindas com ele há mais de três anos. O casal tem uma filha de 1 ano e 11 meses. Segundo G.R.O., a briga teve início quando o autor se recusou a assumir responsabilidades com a criança, levando a mulher a faltar ao trabalho para levá-la ao médico.
Ao retornar para casa, a vítima encontrou o companheiro trancado no quarto. Quando pediu que ele deixasse a residência, o conflito escalou. Conforme os relatos, G.R.O. tentou ajudar o agressor a juntar seus pertences, mas foi impedida de entrar no cômodo e passou a sofrer agressões físicas, inclusive com lesões visíveis no braço.
A situação se agravou no quarto da filha, onde G.F.S. teria puxado o cabelo da vítima e a agredido fisicamente contra o berço da criança. Ainda segundo o boletim, o agressor arremessou um cabide que acabou atingindo a filha do casal. A mulher também foi alvo de socos na região das costelas e do estômago, além de ameaças e insultos. Diversos objetos da residência foram danificados, como o guarda-roupas, um carregador de celular e a porta de um móvel infantil.
A Polícia Militar foi acionada, mas ao chegar ao local o suspeito já havia fugido em um táxi. A vítima, temendo por sua segurança e pela da filha, relatou que o autor, além de ser praticante de artes marciais mistas (MMA), tem histórico de comportamento agressivo.
G.R.O. e a criança foram encaminhadas para atendimento médico na Santa Casa de Ipaussu. A perícia foi acionada para registrar os danos materiais na residência.
Diante da gravidade da denúncia, a Justiça concedeu medidas protetivas de urgência. A juíza responsável pelo plantão judicial, Dra. Susane Carolina Gaida, determinou que o agressor mantenha uma distância mínima de 200 metros da vítima, da filha do casal e de seus familiares, além de estar proibido de manter qualquer tipo de contato, seja físico, telefônico ou eletrônico. Em caso de descumprimento, G.F.S. poderá ter a prisão preventiva decretada.
O caso segue sob investigação na Delegacia de Polícia de Ipaussu.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima relatou que convive maritalmente com o suspeito há cerca de três meses, embora mantenha um relacionamento de idas e vindas com ele há mais de três anos. O casal tem uma filha de 1 ano e 11 meses. Segundo G.R.O., a briga teve início quando o autor se recusou a assumir responsabilidades com a criança, levando a mulher a faltar ao trabalho para levá-la ao médico.
Ao retornar para casa, a vítima encontrou o companheiro trancado no quarto. Quando pediu que ele deixasse a residência, o conflito escalou. Conforme os relatos, G.R.O. tentou ajudar o agressor a juntar seus pertences, mas foi impedida de entrar no cômodo e passou a sofrer agressões físicas, inclusive com lesões visíveis no braço.
A situação se agravou no quarto da filha, onde G.F.S. teria puxado o cabelo da vítima e a agredido fisicamente contra o berço da criança. Ainda segundo o boletim, o agressor arremessou um cabide que acabou atingindo a filha do casal. A mulher também foi alvo de socos na região das costelas e do estômago, além de ameaças e insultos. Diversos objetos da residência foram danificados, como o guarda-roupas, um carregador de celular e a porta de um móvel infantil.
A Polícia Militar foi acionada, mas ao chegar ao local o suspeito já havia fugido em um táxi. A vítima, temendo por sua segurança e pela da filha, relatou que o autor, além de ser praticante de artes marciais mistas (MMA), tem histórico de comportamento agressivo.
G.R.O. e a criança foram encaminhadas para atendimento médico na Santa Casa de Ipaussu. A perícia foi acionada para registrar os danos materiais na residência.
Diante da gravidade da denúncia, a Justiça concedeu medidas protetivas de urgência. A juíza responsável pelo plantão judicial, Dra. Susane Carolina Gaida, determinou que o agressor mantenha uma distância mínima de 200 metros da vítima, da filha do casal e de seus familiares, além de estar proibido de manter qualquer tipo de contato, seja físico, telefônico ou eletrônico. Em caso de descumprimento, G.F.S. poderá ter a prisão preventiva decretada.
O caso segue sob investigação na Delegacia de Polícia de Ipaussu.





