Uma mãe denunciou, na manhã desta segunda-feira, 13, um possível caso de negligência médica envolvendo seu filho de 8 anos durante atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ourinhos.
Segundo relato de Edilaine Lopes, a criança — que possui malformação cerebral, paralisia do lado direito e epilepsia — foi levada à unidade no sábado, 11, por volta das 23h, após um episódio de convulsão. De acordo com a mãe, o menino deveria receber soro intravenoso, porém houve um erro na administração.
Ainda conforme a denúncia, após cerca de seis horas de observação, a mãe foi informada por uma médica de que havia ocorrido uma falha no procedimento, sendo necessário transferir o paciente. Ela afirma que, além da aplicação de um “soro mais grosso”, também teria sido administrado o medicamento glicerina por via intravenosa, quando o correto seria o uso retal.
A gravidade da situação, segundo a mãe, só foi esclarecida após a transferência para a Santa Casa de Ourinhos, onde o menino apresentou urina escura, levantando preocupação quanto a possíveis complicações. A criança permanece internada em observação, realizando exames para monitoramento da evolução do quadro clínico.

Em nota, a ABEDESC, responsável pela gestão da UPA, confirmou que houve uma ocorrência durante o atendimento no dia 11 de abril, que foi prontamente identificada e tratada pela equipe. A entidade informou ainda que o paciente recebeu assistência adequada e segue acompanhado pela rede de saúde, encontrando-se estável.
A organização também comunicou a abertura de uma apuração interna para esclarecimento dos fatos e revisão de protocolos. Como medida preventiva, os profissionais diretamente envolvidos foram temporariamente suspensos até a conclusão da investigação.
O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades de saúde e poderá ser apurado para verificar eventuais responsabilidades.
Nota da ABEDESC

Segundo relato de Edilaine Lopes, a criança — que possui malformação cerebral, paralisia do lado direito e epilepsia — foi levada à unidade no sábado, 11, por volta das 23h, após um episódio de convulsão. De acordo com a mãe, o menino deveria receber soro intravenoso, porém houve um erro na administração.
Ainda conforme a denúncia, após cerca de seis horas de observação, a mãe foi informada por uma médica de que havia ocorrido uma falha no procedimento, sendo necessário transferir o paciente. Ela afirma que, além da aplicação de um “soro mais grosso”, também teria sido administrado o medicamento glicerina por via intravenosa, quando o correto seria o uso retal.
A gravidade da situação, segundo a mãe, só foi esclarecida após a transferência para a Santa Casa de Ourinhos, onde o menino apresentou urina escura, levantando preocupação quanto a possíveis complicações. A criança permanece internada em observação, realizando exames para monitoramento da evolução do quadro clínico.

Em nota, a ABEDESC, responsável pela gestão da UPA, confirmou que houve uma ocorrência durante o atendimento no dia 11 de abril, que foi prontamente identificada e tratada pela equipe. A entidade informou ainda que o paciente recebeu assistência adequada e segue acompanhado pela rede de saúde, encontrando-se estável.
A organização também comunicou a abertura de uma apuração interna para esclarecimento dos fatos e revisão de protocolos. Como medida preventiva, os profissionais diretamente envolvidos foram temporariamente suspensos até a conclusão da investigação.
O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades de saúde e poderá ser apurado para verificar eventuais responsabilidades.
Nota da ABEDESC






