Uma idosa de 70 anos e sua filha, de 41, procuraram a Central de Polícia Judiciária de Ourinhos nesta quarta-feira (4) para registrar um caso de estelionato conhecido como “golpe do falso advogado”. O crime teria causado um prejuízo aproximado de R$ 50 mil às vítimas em Ourinhos.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima M.I.M.C., de 70 anos, relatou que por volta das 14h33 passou a receber mensagens pelo WhatsApp de um número com DDD 14. O contato se apresentou como sendo seu advogado, utilizando o mesmo nome e fotografia do profissional verdadeiro. Na conversa, o suposto advogado afirmou ter “boas notícias”, informando que um processo judicial de interesse da vítima teria sido finalizado com decisão favorável e que um valor de R$ 75.444,96 estaria liberado para pagamento.
Para dar credibilidade ao contato, o estelionatário enviou um documento com número de processo, valores e outras informações que coincidiam com dados reais da ação judicial. Em seguida, pediu os dados bancários da vítima, alegando que seriam necessários para encaminhar a documentação à chamada “sala de compensação do Bacen”, responsável pela liberação do valor.
Ainda segundo o relato, minutos depois outra pessoa entrou em contato com a vítima, também pelo WhatsApp, afirmando ser funcionária ligada ao Superior Tribunal de Justiça. Utilizando linguagem formal, a suposta servidora informou que realizaria uma chamada de vídeo para dar sequência ao procedimento e orientou a vítima a realizar uma série de movimentações financeiras.
Seguindo as orientações, a idosa realizou diversas transferências. A primeira delas foi de R$ 9.999,99, enviada de sua conta no banco Sicoob para uma conta em nome de Talita Franca Paz. Mais tarde, por volta das 15h30, foi orientada a transferir R$ 8 mil para uma conta em nome de Maria Eduarda de Lima Andrade, vinculada ao banco Santander.
As mensagens e ligações continuaram durante toda a tarde. Em determinado momento, os golpistas passaram a afirmar que seria necessário gerar “códigos de atualização para isenção de imposto de renda”, enviando supostos protocolos e orientando novas movimentações financeiras envolvendo contas de terceiros.
De acordo com o registro, os criminosos passaram ainda a utilizar os limites disponíveis nas contas bancárias da vítima, mantidas em instituições financeiras diferentes, alegando que estavam realizando procedimentos internos entre os bancos para finalizar a liberação do dinheiro.
Quando os limites das contas da idosa se esgotaram, os golpistas perguntaram se havia algum familiar próximo que pudesse participar das operações. Nesse momento, a filha da vítima, N.M.C., de 41 anos, acabou sendo envolvida no golpe. Ela forneceu seus dados bancários e teve sua conta utilizada em novas transações.
Segundo o relato, os criminosos utilizaram R$ 6 mil do limite da conta da filha, valor transferido para a conta da mãe, além de R$ 3.500 do limite do cartão de crédito, encaminhado para uma conta em nome de uma pessoa identificada apenas como Letícia.
A fraude só foi descoberta quando a idosa percebeu que, apesar do nome e da fotografia do advogado estarem corretos no aplicativo, o número de telefone não correspondia ao contato que ela possuía anotado. Desconfiada, ela procurou o número verdadeiro do advogado e entrou em contato diretamente com ele, sendo informada de que o profissional não havia feito qualquer ligação ou mensagem naquele dia.
Após perceber que se tratava de um golpe, as vítimas verificaram que já haviam realizado diversas transferências. Segundo estimativa apresentada no boletim de ocorrência, o prejuízo foi de cerca de R$ 40 mil para a idosa e R$ 9,5 mil para a filha, totalizando aproximadamente R$ 50 mil.
Logo após constatarem a fraude, mãe e filha entraram em contato com os bancos envolvidos para contestar as operações, bloquear cartões e contas, alterar senhas e realizar novo cadastramento de biometria facial, na tentativa de evitar novos prejuízos.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos e deverá ser investigado como crime de estelionato. Segundo as vítimas, os golpistas possuíam informações detalhadas sobre o processo judicial verdadeiro e imitavam a forma de comunicação do advogado, o que contribuiu para que acreditassem na veracidade das mensagens e realizassem as transferências.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima M.I.M.C., de 70 anos, relatou que por volta das 14h33 passou a receber mensagens pelo WhatsApp de um número com DDD 14. O contato se apresentou como sendo seu advogado, utilizando o mesmo nome e fotografia do profissional verdadeiro. Na conversa, o suposto advogado afirmou ter “boas notícias”, informando que um processo judicial de interesse da vítima teria sido finalizado com decisão favorável e que um valor de R$ 75.444,96 estaria liberado para pagamento.
Para dar credibilidade ao contato, o estelionatário enviou um documento com número de processo, valores e outras informações que coincidiam com dados reais da ação judicial. Em seguida, pediu os dados bancários da vítima, alegando que seriam necessários para encaminhar a documentação à chamada “sala de compensação do Bacen”, responsável pela liberação do valor.
Ainda segundo o relato, minutos depois outra pessoa entrou em contato com a vítima, também pelo WhatsApp, afirmando ser funcionária ligada ao Superior Tribunal de Justiça. Utilizando linguagem formal, a suposta servidora informou que realizaria uma chamada de vídeo para dar sequência ao procedimento e orientou a vítima a realizar uma série de movimentações financeiras.
Seguindo as orientações, a idosa realizou diversas transferências. A primeira delas foi de R$ 9.999,99, enviada de sua conta no banco Sicoob para uma conta em nome de Talita Franca Paz. Mais tarde, por volta das 15h30, foi orientada a transferir R$ 8 mil para uma conta em nome de Maria Eduarda de Lima Andrade, vinculada ao banco Santander.
As mensagens e ligações continuaram durante toda a tarde. Em determinado momento, os golpistas passaram a afirmar que seria necessário gerar “códigos de atualização para isenção de imposto de renda”, enviando supostos protocolos e orientando novas movimentações financeiras envolvendo contas de terceiros.
De acordo com o registro, os criminosos passaram ainda a utilizar os limites disponíveis nas contas bancárias da vítima, mantidas em instituições financeiras diferentes, alegando que estavam realizando procedimentos internos entre os bancos para finalizar a liberação do dinheiro.
Quando os limites das contas da idosa se esgotaram, os golpistas perguntaram se havia algum familiar próximo que pudesse participar das operações. Nesse momento, a filha da vítima, N.M.C., de 41 anos, acabou sendo envolvida no golpe. Ela forneceu seus dados bancários e teve sua conta utilizada em novas transações.
Segundo o relato, os criminosos utilizaram R$ 6 mil do limite da conta da filha, valor transferido para a conta da mãe, além de R$ 3.500 do limite do cartão de crédito, encaminhado para uma conta em nome de uma pessoa identificada apenas como Letícia.
A fraude só foi descoberta quando a idosa percebeu que, apesar do nome e da fotografia do advogado estarem corretos no aplicativo, o número de telefone não correspondia ao contato que ela possuía anotado. Desconfiada, ela procurou o número verdadeiro do advogado e entrou em contato diretamente com ele, sendo informada de que o profissional não havia feito qualquer ligação ou mensagem naquele dia.
Após perceber que se tratava de um golpe, as vítimas verificaram que já haviam realizado diversas transferências. Segundo estimativa apresentada no boletim de ocorrência, o prejuízo foi de cerca de R$ 40 mil para a idosa e R$ 9,5 mil para a filha, totalizando aproximadamente R$ 50 mil.
Logo após constatarem a fraude, mãe e filha entraram em contato com os bancos envolvidos para contestar as operações, bloquear cartões e contas, alterar senhas e realizar novo cadastramento de biometria facial, na tentativa de evitar novos prejuízos.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos e deverá ser investigado como crime de estelionato. Segundo as vítimas, os golpistas possuíam informações detalhadas sobre o processo judicial verdadeiro e imitavam a forma de comunicação do advogado, o que contribuiu para que acreditassem na veracidade das mensagens e realizassem as transferências.





