Uma brincadeira com o filho de apenas quatro anos na piscina de bolinhas de um clube em Ourinhos (SP), terminou em dor extrema para a advogada Aline Ferraz. Na manhã do dia 7 de junho, Aline foi picada por uma formiga-bala, um dos insetos com a picada mais dolorosa do mundo, enquanto se divertia na brinquedoteca do clube. As informações foram divulgadas pelo site g1 e já havia repercutido na rede social da ourinhense.
Em entrevista ao site g1, Aline relatou que sentiu uma dor intensa no pé enquanto trocava de lugar na piscina de bolinhas. "Entrei para brincar com ele e, quando fui trocar de lugar, senti uma dor super forte no pé. Puxei o pé e, mesmo de meia, tinha uma coisa grudada. O ferrão dela ficou fincado no meu dedo mínimo. Tirei a meia e não consegui identificar o que estava grudado lá", contou.
Com a ajuda do marido e de socorristas do clube, o inseto foi identificado como uma formiga Paraponera clavata, conhecida como formiga-bala. "Meu marido começou a puxar as bolinhas para procurar o que tinha lá no meio e achou o 'resto' do inseto. O socorrista que identificou a formiga já conhecia, mas usou um aplicativo para confirmar que se tratava de uma formiga-bala. Ele me deu gelo para pôr no local e orientou a tomar antialérgico", relembra Aline.
A formiga-bala é comum em regiões úmidas e tropicais das Américas Central e do Sul. Sua picada é extremamente dolorosa, o que lhe rendeu diversos nomes, como "formiga das 24 horas" na Venezuela e tocandira no idioma tupi-guarani, significando "aquela que fere profundamente". Aline experimentou essa dor intensa na prática. "Com o passar do tempo, a dor só foi aumentando. Para conseguir dormir, tive que tomar três analgésicos, antialérgico, passar pomada no local e fazer muito gelo. Sem dúvidas, foi a pior dor que eu já senti", revelou.
A picada da formiga-bala causa dor devido a uma toxina com efeitos paralisantes e pode também levar à retenção de líquidos, edemas e aumento da frequência cardíaca. Aline detalhou que a dor intensa durou aproximadamente 12 horas, seguido por um incômodo que persistiu por mais dois a três dias.
A formiga-bala ocupa o topo do índice de dor Schmidt, uma escala de zero a quatro, criada pelo entomologista Justin O. Schmidt nos anos 1980. Schmidt descreveu a dor da picada como "andar sobre brasas com um prego de cinco centímetros cravado no calcanhar".
Preocupada com a segurança, Aline geralmente verifica a presença de insetos nos brinquedos antes de deixar o filho brincar, mas confiou na segurança do local por ser um ambiente familiar. "Eu costumo ir afastando as bolinhas para dar uma olhada no fundo, mas, como é um lugar que conhecemos, não olhei desta vez", lamenta.
Para alertar outras mães e proprietários de estabelecimentos sobre a segurança dos brinquedos infantis, Aline compartilhou sua experiência nas redes sociais, recebendo mais de 29 mil curtidas no Instagram. Em sua postagem, ela expressou alívio por ter sido picada em vez de seu filho. "Graças a Deus foi em mim e não no meu filho", comentou.
A repercussão do relato de Aline trouxe à tona outras experiências similares de mães, o que reforçou a importância de cuidados com a higiene e segurança em áreas de recreação infantil. "Fiquei ainda mais assustada com os comentários. Muitas mães já encontraram coisas piores, muitas crianças já saíram machucadas, então acho muito válido o alerta e também o pedido para os locais que têm esse tipo de brinquedo fazerem a higienização correta, manterem limpos e ficarem atentos também", concluiu.
Em entrevista ao site g1, Aline relatou que sentiu uma dor intensa no pé enquanto trocava de lugar na piscina de bolinhas. "Entrei para brincar com ele e, quando fui trocar de lugar, senti uma dor super forte no pé. Puxei o pé e, mesmo de meia, tinha uma coisa grudada. O ferrão dela ficou fincado no meu dedo mínimo. Tirei a meia e não consegui identificar o que estava grudado lá", contou.
Com a ajuda do marido e de socorristas do clube, o inseto foi identificado como uma formiga Paraponera clavata, conhecida como formiga-bala. "Meu marido começou a puxar as bolinhas para procurar o que tinha lá no meio e achou o 'resto' do inseto. O socorrista que identificou a formiga já conhecia, mas usou um aplicativo para confirmar que se tratava de uma formiga-bala. Ele me deu gelo para pôr no local e orientou a tomar antialérgico", relembra Aline.
A formiga-bala é comum em regiões úmidas e tropicais das Américas Central e do Sul. Sua picada é extremamente dolorosa, o que lhe rendeu diversos nomes, como "formiga das 24 horas" na Venezuela e tocandira no idioma tupi-guarani, significando "aquela que fere profundamente". Aline experimentou essa dor intensa na prática. "Com o passar do tempo, a dor só foi aumentando. Para conseguir dormir, tive que tomar três analgésicos, antialérgico, passar pomada no local e fazer muito gelo. Sem dúvidas, foi a pior dor que eu já senti", revelou.
A picada da formiga-bala causa dor devido a uma toxina com efeitos paralisantes e pode também levar à retenção de líquidos, edemas e aumento da frequência cardíaca. Aline detalhou que a dor intensa durou aproximadamente 12 horas, seguido por um incômodo que persistiu por mais dois a três dias.
A formiga-bala ocupa o topo do índice de dor Schmidt, uma escala de zero a quatro, criada pelo entomologista Justin O. Schmidt nos anos 1980. Schmidt descreveu a dor da picada como "andar sobre brasas com um prego de cinco centímetros cravado no calcanhar".
Preocupada com a segurança, Aline geralmente verifica a presença de insetos nos brinquedos antes de deixar o filho brincar, mas confiou na segurança do local por ser um ambiente familiar. "Eu costumo ir afastando as bolinhas para dar uma olhada no fundo, mas, como é um lugar que conhecemos, não olhei desta vez", lamenta.
Para alertar outras mães e proprietários de estabelecimentos sobre a segurança dos brinquedos infantis, Aline compartilhou sua experiência nas redes sociais, recebendo mais de 29 mil curtidas no Instagram. Em sua postagem, ela expressou alívio por ter sido picada em vez de seu filho. "Graças a Deus foi em mim e não no meu filho", comentou.
A repercussão do relato de Aline trouxe à tona outras experiências similares de mães, o que reforçou a importância de cuidados com a higiene e segurança em áreas de recreação infantil. "Fiquei ainda mais assustada com os comentários. Muitas mães já encontraram coisas piores, muitas crianças já saíram machucadas, então acho muito válido o alerta e também o pedido para os locais que têm esse tipo de brinquedo fazerem a higienização correta, manterem limpos e ficarem atentos também", concluiu.





